Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 23 de março de 2019

Manhã de sábado: delicioso encontro com o cavalheiro "antinarrativa" e muita inspiração!

Bom dia lindos homens e lindas mulheres que me acompanham!

Andei sumida por uns dias, deveria ter um encontro ontem, estava combinado há dias, mas o cavalheiro teve um contratempo e, ainda no início da tarde, avisou-me que não poderia vir, infelizmente.
Restou-me fazer "nada", é claro.
De cada 20 homens que me contatam eu me disponho a dialogar com 2 e, de regra, marco encontro com 1. Essa minha seletividade me permite ser feliz comigo mesma, ter paz de espírito, para dizer pouco, apesar do transtorno de ansiedade ser algo que em acompanha desde os meus "inte", na verdade, se bem observado, desde a minha infância.
Fato é que os pensamentos acelerados e certa hiperatividade mental não me prejudicam, exceto quando eu tenho outro ou outros fatores estressantes, como expectativas de negócios, problemas financeiros ou qualquer razão situacional preocupante. 
Bem, para tudo existe remédio, da atividade física a terapia, passando por eventual ansiolítico quando necessário, afinal, eles existem para ajudar, basta que sigamos os conselhos médios e os usemos com parcimônia.
Enfim, para minha surpresa, o gato que há algum tempo não vinha, resolveu aparecer hoje, em pleno sábado. Aquele "famoso" cavalheiro que não gosta que eu narre aqui os nossos intensos encontros. Creio que essa seja uma forma que ele tem de ter, em sua memória, apenas a sua versão do "acontecido". Compreendo-lhe perfeitamente e respeito, não há toa somos parceiros sexuais há longa data.
Bem, dessa vez ele ficou uma hora e meia comigo. Acordei cedo para esperar-lhe, comi minha omelete, consegui até pedalar 20 minutos antes, para "acordar" o corpo, afinal ele costuma ser lento pela manhã. Quando ele chegou eu estava altiva, cheirosa, bem trajada e plena!... Risos...
Daí em diante foi só prazer durante o tempo que se seguiu...
Bem, já que não narrarei o encontro, tenho para lhes dizer que recebo várias mensagens nas madrugadas, mesmo que no anúncio no Belas 61 e que no meu site conste que, encontros após às 22 horas devem ser marcados com 3 horas de antecedência e que meu WhatsApp se destina apenas à combinação de encontros, enfim, ele não existe para eu "bater papo" com pessoas, menos ainda com punheteiros.
Inclusive fiz um post recém no meu Instagram (@claudemarchi3):







Todos os dias quando acordo:

a) “Não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo, temos todo tempo do mundo”.

b) Eu vejo que gente sem educação, noção de fineza e bom senso me mandou mensagem inoportuna no WhatsApp de madrugada. Digo “gente”, porque, como se vê acima, mulheres  querendo "conselhos" também já fizeram isso, afinal, falta de classe e uso do cérebro não é demérito exclusivamente masculino!

c) Ambas as alternativas anteriores, afinal apesar de Renato Russo estar quase sempre certo, inclusive na letra de Tempo Perdido, existe uma gama de bípedes circunstanciais imbecis no mundo e para esses eu deixo o recado do Manfredini e “cia.” dito em Flores do Mal: “Volta pro esgoto baby e vê se alguém te quer...”.

Sim, galera eu sou super fã da Legião Urbana! De 1990 em diante comprei todos os CDs. Tenho todos ainda. Passei a maior parte da infância entre adultos, mais especificamente com as minhas “segundas mamães”, minhas tias maternas. 

Cazuza, Caetano Veloso, Djavan, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Martinho da Vila e outros faziam parte do que eu ouvia com elas.

Apesar de sempre ligar a televisão e ver o “É o Tchan” e “bailarinas” dançando na boquinha da garrafa e de, inclusive, eu gostar de samba, nunca curti outro tipo de música que não seja o que tenha letra aproveitável e interessante. Até mesmo quando se tratava de pagodinho.

Ademais, com 12 anos eu estava me interessando por piano e música clássica. Fiz aulas, mas, como muitas coisas na minha vida, eu não dei sequência, por preguiça. Desde sempre o meu pecado capital favorito!

E eu não acredito em pecado, nem em signos, afinal eu poderia usar o “Áries” para justificar as merdas que fiz e faço para adubar a minha vida, mas não farei isso jamais!

Eu acredito em fraquezas humanas e em educação. Acredito que fraquezas inatas ou ensinadas devem ser superadas se estiverem nos fazendo mal ou fazendo-nos agir errado com os outros. 

E eu só não supero a imensa preguiça que sinto de muita coisa, porque eu sou feliz sendo preguiçosa e não prejudico ninguém sendo assim! 

Quando eu deixar de ser feliz com a preguiça que mantém minha pele linda, eu mudo.

Assim eu, como todos os seres humanos, mas cada um na sua, com seus problemas, defeitos, virtudes e etc..
Ninguém muda porque ouviu um conselho seu, porque você ama, incentiva e quer “ajudar” (pra começar, se a pessoa não lhe pediu ajuda, você não está querendo “ajudar”, você está querendo mostrar para si mesmo que é superior ao outro quando, na verdade, não é, apenas carece de massagem no seu ego. Reflita a respeito!)

As pessoas são quem elas querem ser. Até deixarem de querer.

De fato, estou inspirada nessa manhã de sábado...
Tenham um lindo final de semana, gente do bem!
Beijos de luz!

terça-feira, 19 de março de 2019

Sobre as diferenças entre prostitutas, “sugar babies”, acompanhantes de luxo e “cam girls”?


Sobre as diferenças entre prostitutas, “sugar babies”, acompanhantes de luxo e “cam girls”.

Quem assistiu ao SuperPop ao vivo de 23/05/2018 lembra daquela questão meio cômica: “Você sabe a diferença entre acompanhante, garota de programa e sugar baby?”.
Eu que, em minha participação anterior no mesmo programa, dei minha opinião sobre o que entendo por prostituta, garota de programa e acompanhante de luxo, fiquei vexada em opinar claramente na frente das gurias que lá estavam, então preferi ouvi-las enquanto tentava conter aquela cara blasé que, ao que vi posteriormente, eu não consegui disfarçar.

Quem me conhece sabe que diferencio as profissionais do sexo por 3 quesitos: 1- exposição a riscos; 2- seletividade de parceiros; 3- elegância e discrição. 
Prostitutas se expõem a mais riscos, estão em esquinas, em prostíbulos, em postos de gasolina, em estradas, enfim, em regiões mais perigosas, não escolhem com quem se “relacionam” profissionalmente e nem priorizam a discrição em suas roupas e atitudes.
Garotas de programa não distam muito das prostitutas, mas preferem expor-se em vídeos na rede, em sites, no Twitter, em bares, em lobbys de hotel, em boates e etc.. Não costumam selecionar seus parceiros, tem o dinheiro como foco, seja por necessidade ou frivolidade, logo, não se importam com “rotatividade” e também não fazem grande gerenciamento de riscos, tampouco dão muita atenção à arte de vestir-se com discrição: preferem mostrar seus atributos físicos em roupas curtas, decotadas e justas.
Acompanhantes de luxo, por definição, tem um plus, afinal são “de luxo”. O plus seria a seletividade, o zelo pela própria segurança, o fazer o que desejam com quem lhes desperta real interesse e, consequentemente, não ter grande “rotatividade” de parceiros. Priorizam o “passar despercebida” em qualquer lugar, para não expor a si e aos homens com os quais se relacionam. São mulheres mais letradas, cultas, inteligentes e chiques que tem mais do que a beleza para oferecer. Também costumam ser mais “caras”, como tudo que é, de fato, de luxo no mundo!
Ocorre que 99% das prostitutas e “GPs” se denominam acompanhantes de luxo e, no frigir dos ovos, essa distinção, que é de minha autoria, não tem efeitos práticos. 
Vejam bem: antes de fazer essa distinção na televisão, eu já havia feito no meu site e blog, assim como nas entrevistas que dei e em meus livros. Ela é pessoal minha e não tem como objetivo diminuir uma ou outra mulher, apenas constata a realidade da vida e conduta de cada categoria. 
Ademais, no caso da aprovação da PL Gabriela Leite (que apesar de não ser do meu completo agrado está passando da hora de ser discutida pela sociedade e legisladores), por exemplo, haverá dois tipos de profissionais: as autônomas e as que trabalham em casas de prostituição ou coletivamente em cooperativa. 
Bem, para simplificar o texto, doravante passarei a chamar as prostitutas, as garotas de programa e as acompanhantes de luxo de putas, pois é como o pessoal raivoso adora chamar-me no intuito de me diminuir, logo, tal palavra tornou-se, para mim, um símbolo de “quando for falar mal de mim exagera, pois eu gosto de causar impacto!”. 
Sabe qual é a forte e gritante distinção entre as putas, as "sugar babies" e as "cam girls"? As predileções, os gostos. Vamos lá:
A maioria das sugar babies, por ignorância ou preconceito, adora dizer que não é “puta”, que não “vende” o corpo, que “não” faz sexo e nem tem clientes, afinal as “babies” tem “dads”, “sugar dads” para ser específica (essa terminologia me dá náusea, vou ali tomar um antiemético e já volto). 
(... Voltei...) De fato o escopo dessas garotas não é gozar e ganhar dinheiro, como o meu. Elas querem ser “cuidadas”, ganhar presentes caros, patrocínio e dar e receber carinho dos seus papais. Vamos “aportuguesar” a expressão, né?! Elas são “bebês doces” querendo um “papai doce” que lhes sustente. Em troca elas devotam ao seu papai, que teoricamente seria apenas um por “patrocínio”, a sua atenção e o seu carinho. Sexo? Pode ocorrer ou não.
Elas são como esposas interesseiras: nem sempre transam, mas querem um homem para pagar suas contas e luxos, assim como dar-lhes presentes diversos.
Enfim, gostos não se discutem! 
Ao contrário do que se vê em muitos casamentos tradicionais que existem por aí, pelo menos nessas relações de patrocínio (“relações sugar”) há honestidade. O homem sabe exatamente o que a mulher quer e vice e versa. 
Apesar de muitas “sugar babies” odiarem ser chamadas ou vistas como prostitutas, no meu ponto de vista, a troca de qualquer coisa por dinheiro é prostituição. 
A profissão, na sociedade capitalista, é prostituição!
Eu, enquanto professora universitária que lecionava mais de 8 matérias num semestre, acordava cedo, dormia tarde e estudava muito para ganhar o meu parco dinheiro, estava vendendo minha mão de obra para alguém (uma instituição de ensino superior milionária) que podia pagá-la! 
Sacou?! A venda de algo por dinheiro a meu ver é prostituição, ainda que esse “algo” não seja sexo. 
De toda forma, o sexo não é o escopo das “bebês” que procuram um “papai” rico para lhes bancar (não estou usando as expressões em inglês, pois elas só fazem “glamourizar” o que não tem muito glamour.)
Por outro lado, as “cam girls” estão atrás de um computador, ganhando dinheiro para masturbarem-se, exibirem-se e conversarem com toda sorte de homens que, vulgarmente falando, vão terminar “tocando uma punheta” na “frente” delas que estarão lá, gemendo e “adorando” a situação. (Ou não!)
Algumas se encontram tête-à-tête com alguns deles, outras não. 
Algumas têm encontros remunerados fora da internet, outras não.
Mas, tal qual a puta elas vendem o seu tempo. Pode acontecer tudo ou nada na virtualidade, em que pese saibamos que a maioria dos homens que as “procuram” estão carentes, não tem traquejo social e desejam se masturbar, ou seja, gozar ao fim do “papo”. 
A diferença delas para as prostitutas está no gosto, pois enquanto elas preferem exibir-se, as segundas preferem ser tocadas e tocar para ganhar seu dinheirinho.
As boas putas, ao contrário das “sugar babies” servem como namoradas fogosas, pois o sexo vem em primeiro lugar, enquanto estas agem como esposas interesseiras, pois a grana, o carinho e a amizade são as suas “prioridades”. 
Repito: há gosto pra tudo nesse mundo!
Eu, por exemplo, jamais seria uma "cam girl" ou “sugar baby”. 
Dentre todos estes universos tão criticados pelas mulheres de ofícios tradicionais está outro nicho: o das atrizes pornô.
Em minha humilde opinião a única diferença entre atrizes pornô não declaradamente prostitutas e essas é que as segundas não gravam as suas transas para vender. Sim, só isso. Atrizes pornô estão fazendo sexo por dinheiro enquanto alguém grava e depois vende. É uma espécie de “prostituição” retratada em vídeo onde nem sempre elas sentem prazer, mormente o “encenam”. 
Filme é outra coisa que eu também não faria! Ou melhor, talvez até fizesse se o roteiro fosse escrito por mim e o dinheiro, no mínimo, mudasse a minha vida, porque sopesando o que pagam (e já me ofereceram), eu prefiro passar “aperto”. 
Sou contra a pornografia tradicional, mas tenho ótimas ideias para o seu aprimoramento (e não, não estou falando de “pornô feminista” que seguidamente se consubstancia em “pegação” lésbica)!
Enfim, tenho zero interesse em ver meu ilustre desempenho sexual conhecido por qualquer tipo de homem, por bolsominions, por neo-nazistas, por qualquer misógino punheteiro que vive atrás de um computador, pelos ex-colegas do meu pai, pelos amigos dele, pelos meus ex-colegas, pelos meus conhecidos, pelos meus parentes, pelos meus ex-namorados, noivo e marido (afinal, nem sempre eu fui tão bem resolvida, solta e liberta na cama!) e etc.. 
Bem, eis a minha diferenciação entre prostitutas, “sugar babies”, acompanhantes de luxo e cam girls, “passando” pelas atrizes de pornô. 
Finalizo esse texto com a frase de Simone de Beauvoir que sintetiza o que eu quis dizer ao me referir que a venda de tudo é prostituição, inclusive a do tempo, da atenção e do trabalho:
“Entre as que se vendem pela prostituição e as que se vendem pelo casamento a única diferença consiste no preço e na duração do contrato.“
Para diferenciar as putas das demais profissionais citadas no post, use a mesma frase com alterações. Exemplifico:
1- Entre as que se vendem pela prostituição e as que se vendem pela promessa de “patrocínio”, presentes caros e afeto, as únicas diferenças consistem na forma da remuneração, na execução e na duração do “contrato”.
2- Entre as que se vendem pela prostituição e as que vendem a exposição do seu corpo, conversa e masturbação, as únicas diferenças consistem na forma de pagamento e na execução do “contrato”.
3- Entre as que se vendem pela prostituição e as que vendem a sua “atuação” num filme pornográfico, as únicas diferenças consistem no preço, na execução, duração e divulgação do “contrato”.
Assim como existiram negros alemães odiando judeus alemães na Alemanha nazista, a gente vê muita atriz pornô, cam girl e sugar babies menosprezando as putas em geral, afinal, a ignorância, a arrogância e a perfídia humanas são incalculáveis! 
O tabu circundando o sexo pago em pleno 2019, enquanto ainda se incentiva e até se “glorifica” casamento e gravidez “por” interesse, é abjeto! É o retrato da hipocrisia de uma sociedade doente.
Não é à toa que eu prefiro gatos a pessoas!
Exceto se a “pessoa” for bonita, inteligente, boa de beijo, de pegada e portadora de falo, nesse caso eu prefiro a pessoa, desde que o nosso contato tenha hora pra acabar e eu lucre financeiramente ao final. 
Gostos, meus amigo!
Gostos não se discutem, gostos se respeitam.
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 19 de março de 2019.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Um delicioso reencontro para animar a minha manhã de segunda-feira!

Boa noite povo adorável deste mundo nem tão lindo! (Bolsonaro e Trump atrapalham a beleza da humanidade...)
Tive uma manhã de segunda-feira excelente!
Acordei em torno de 9 horas e um cavalheiro com quem estive semana retrasada havia me mandado mensagem, pois poderia vir me (re) ver pela manhã. 
Entusiasmada, efetuei uma remarcação com meu cabeleireiro que adoeceu, comi minha omelete matinal, ajudei minha mãe a arrumar meu quarto e recebi-lhe no horário combinado.
Viemos ao quarto, conversamos um pouco e logo nos beijamos! Ele ajoelhou-se, ergui o vestido longo que trajava e ele me chupou até eu gozar. Trouxe um "brinquedinho", mas não curto muito e logo o "aposentamos": eu gosto de pele e mucosas me tocando, dedos, boca, língua... Gozei muitas vezes com ele me chupando e me masturbando.
Chupei-lhe, mas logo pedi para ele me comer. Ele veio sobre mim, após colocar a camisinha. Fiz squirts e gozei muito! Depois de um tempo ele acabou gozando também. 
Conversamos, fui ao banheiro lavar-me, bebemos água e, logo nos acendemos de novo. Chupei-lhe enquanto ele acariciava meu corpo e me olhava desejoso. Ele pegou uma camisinha, colocou e eu sentei no pau dele. Gozei e fiz squirts que lhe molharam todo, assim como a cama que recém havia sido arrumada... Risos...
Pedi para ele meter comigo de quatro! 
Ele comeu minha bocetinha assim e, após, sentando em mim, quando resolvi tirar dela e colocar no meu cuzinho, afinal ele estava todo gozado. Gozei muitas vezes, molhei minhas coxas com ele sentado em mim! Depois de um tempo, senti uma espécie de pressão na cabeça! Desconfiei na hora que minha pressão havia caído. Comumente ela está em 9/6. Fui ao toalete e tomei um banho frio, bem rápido para não correr o risco de cair. Voltei ao quarto, ele foi tomar uma ducha e eu deitei. Infelizmente não pudemos continuar, mas ele ficou comigo um tempo.
Tomei água, conversamos mais e logo ele foi. Minha mãe me alcançou o sal, comi e 20 minutos depois ela mediu minha pressão: já estava 10/7. O sal sempre ajuda...
Creio que além da intensidade da transa, meu organismo estivesse lerdo depois de 10 horas de sono. Fui dormir cedo ontem e acordei tarde hoje! ...Risos...
Após almoçar dormi um pouco, acordei e assisti ao filme "Amor em tempos de ódio". Muito bom, diga-se de passagem.
Na Alemanha nazista se via ódio por ódio, asco gratuito: negro alemão contra judeu alemão, judeu alemão com asco de negro alemão, negro alemão com asco de comunista alemão, comunista alemão com ódio de gay alemão, gay alemão comunista com nojo de negro alemão, judeu alemão com ódio por comunista alemão, comunista alemão desprezando gay alemão, negro alemão com ódio de imigrante e etc.! O nacionalismo, o preconceito e o ódio eram ensinados. 
E eles nos são ensinados até hoje! A boa notícia é que dá para desaprender e melhorar, porque não podemos repetir os erros de outrora e, se a gente não dar um basta na “política” do ódio gratuito, nós iremos nos matar sem razão e em nome de crenças, credos e ideais pífios que reproduzimos sem motivos racionais, afinal, antes de ser asqueroso o preconceito é essencialmente burro: ele se mantém em mentes que não questionam! 
Bem, fica a dica do filme que está no Now. Agora vou assistir Criminal Minds e, creio, dormir cedo novamente, pretendo pedalar amanhã antes de ir ao salão.
Tenham uma boa noite...
Beijos de luz!

domingo, 17 de março de 2019

“Por que homens procuram prostitutas?”

“Por que homens procuram prostitutas?”

Eis uma pergunta que muitas mulheres se fazem.
Algumas preferem acreditar que os homens que recorrem ao sexo pago são inferiores aos “seus” homens, que eles têm algum “problema”, “anormalidade” ou coisas estranhas afins. Creio que algumas mulheres precisem acreditar nisso para não se sentirem muito mal consigo mesmas por fazerem sexo de graça com homens que, às vezes, não servem nem para fazer um sexo oral decente.
A questão é que os homens que procuram prostitutas não têm nada de anormal ou de errado, pelo contrário, tenho pra mim que eles são muito inteligentes!
Pensem comigo: vivemos num mundo insano e qualquer pessoa razoavelmente esperta sabe o quanto as aparências enganam. Assim como existem homens desequilibrados, existem mulheres que se apaixonam na primeira transa, depois começam a stalkear o cara na internet, curtir tudo que ele posta, mandar mensagem, fazer convites, insistir e etc.. Muitas desejam tanto um namoro e um casamento que já estão “amando” no terceiro encontro e dizendo tudo que o cara quer escutar!
Homens espertos “sacam” esse desespero de longe! 
Normalmente o desequilíbrio masculino é despertado após o “não”, já o de muitas mulheres surge após o “sim” e o que elas interpretam como demonstração de afeto. O transtorno de personalidade limítrofe (transtorno borderline de personalidade) tem prevalência três vezes maior em mulheres do que em homens e isso torna muitas “gatas” potencialmente perigosas!
Enfim, se o cara só quer prazer, se o cara só quer transar sem precisar usar máscara alguma o sexo pago é uma saída espertíssima!
E quando o homem está casado, mas descontente com a sua vida sexual (e não vou adentrar aqui nos porquês)?
Então o sexo pago é o caminho certo para ter prazer e companhia com possibilidade quase nula de incômodos! (Digo “quase”, porque talvez existam por aí prostitutas psíquica ou moralmente desequilibradas que venham a perturbar a vida do homem/cliente).
Acho que meu ex-marido me falou uma vez que o homem não paga pelo sexo, ele paga pra mulher ir “embora”. Hoje eu sei o quanto isso procede!
Eu sempre digo que não vendo meu corpo, nem o sexo: eu alugo a minha hora. O que custa R$ 850,00 é a minha hora com um homem num quarto. O restante é “plus” e dentro deste “plus”, além da minha inteligência, humor, beleza, intensidade e infindável “gostosura” (leia-se: gosto por sacanagem), está o desapego!
Eu não quero dormir e acordar com homem nenhum me “mimando”, eu não quero dormir de conchinha, eu não quero companhia para assistir filmes e séries, eu não quero ter filhos, eu não quero me casar de novo, eu não quero, enfim, me apaixonar!
(Não agora, talvez um dia eu mude de ideia. Acho difícil, mas se tem uma coisa que a vida me ensinou é a não dizer “nunca” quando se trata de questões afetivas). 
Logo, o cara que me procura, além de querer conhecer a mulher por trás das palavras, dos livros, dos sites, das matérias e entrevistas em jornais, do programa de televisão, das fotos incondizentes com a real beleza, quer, sobretudo, a certeza de que, após bons momentos, ele não será importunado, procurado, assediado. 
A sua vida vai seguir tranquilamente. Com sua esposa, filhos, amigos, fotos no Instagram, juras de amor eterno, sexo morno e rotineiro, viagens com a namorada e etc..
Eu sou uma espécie de “sonho” secreto: ninguém vai saber e eu não contarei para ninguém. Sem mensagem de texto, sem WhatsApp, sem ligações, sem contato que não seja quando ele quiser, afinal a minha vida depende da minha discrição. 
Entenderam?!
O homem que procura a mim ou a qualquer prostituta do mundo está disposto a pagar para não ser procurado e importunado!
Lógico, que quem o homem procura diz muito sobre ele ou sobre suas intenções, por exemplo:
a) O cara que procura uma moça que está trabalhando numa esquina e cobra barato talvez o faça porque tem poucas condições financeiras ou porque ele só quer um “alívio” imediato, como sexo oral sem reciprocidade;
b) O mesmo ocorre com o cidadão que procura uma jovem que também cobra pouco e está num site. Ele pode ser pobre ou pode não estar nem aí para o fato de que ela “atende” vários homens num dia, que no banheiro terão pelos dos caras com quem ela transou antes e etc., o que ele quer é “meter” e ir embora;
c) Alguns procuram prostitutas porque querem ser penetrados com dedos ou outros “utensílios”, outros procuram prostitutas travestis ou trans, porque também desejam ser “comidos”, enfim, porque são bissexuais ou gays presos no armário;
d) Outros têm parafilias diversas e querem satisfazê-las com alguém que goste daquilo como, por exemplo, o “golden shower” popularizado em 2019 pelo presidente da república do Brasil.
Enfim, além do sossego de não ser procurado, cada homem tem seu estilo, seus desejos e condição financeira e, para cada “tipo” de homem, existem “tipos” de prostitutas dispostas a receber-lhes. 
Eu não realizo fetiches masculinos.
Faço só o que gosto e com quem me cativa. 
Mas, como sempre digo: eu sou 0,001% das acompanhantes de luxo. Não sirvo nem pra entrar em estatística com o meu “modus operandi”: cobrar caro, transar pouco e com poucos homens e não fazer “sexo profissional” e, portanto, mecânico. 
Sou feliz assim e isso me basta!
Creio que as moças que estão nas esquinas, fazendo pornô pra complementar a renda, exibindo-se em vídeos no Twitter (vídeos não menos indecorosos do que a Anitta e outras “artistas” rebolando no maior estilo “vem comer meu cu” em seus shows e apresentações), indo a hotéis, bares, festas e boates para procurar clientes, “anunciando” em sites e etc., sejam igualmente felizes, cada uma com sua história, objetivos, planos, metas e, claro, porquês.
A prostituta não é vítima, ela é uma profissional como qualquer proletária na sociedade capitalista.
Vítima é a menor de idade abusada sexualmente por familiares, colocada à mercê de homens pela família, obrigada a se prostituir para se alimentar. Vítimas são aquelas mulheres que foram colocadas na prostituição contra a sua vontade e que, portanto, sentem nojo de si e padecem de problemas psicológicos. Vítimas são as jovens pobres drogaditas que se prostituem para pagar a droga que usam.
Quando se fala em mulheres, travestis e trans maiores de idade, independente de serem pobres, de serem pouco ou muito instruídas, de serem da favela ou do bairro nobre, de cobrarem caro ou barato, de estarem nas ruas ou no site, não há porquê você ter pena ou dó pelo fato de elas se prostituírem. 
Você acha a prostituição ruim ou indigna, elas não!
Você jamais faria isso ou aquilo, elas não!
Elas não querem e nem precisam da sua piedade!
Tenha dó de você quando está carente e liga para o cara que lhe vê como um objeto de baixo custo. 
Tenha dó de você que está com a autoestima caída. 
Tenha dó de você que se faz de forte, independente, altiva e feliz, mas se apaixona por qualquer macho bom de lábia que lhe aparece. 
Tenha dó de você que aguenta atitude tosca de macho abusivo. 
Tenha dó de você que faz ménage pra satisfazer o fetiche do marido e “manter” um casamento morno. 
Tenha dó de você que depende de dinheiro de homem pra viver e que, portanto, tem que se contentar com uma relação ruim e silenciar diante do esposo-provedor. 
Tenha dó, mas reaja!
Saia dessa, garota!
Faça terapia, leia mais, compre um vibrador, estude, procure um emprego e se ame!
Evolua, você não é uma árvore para viver sempre no mesmo lugar.
Você merece o mundo. 
Você merece respeito e amor, não migalhas.
Recomponha-se e imponha-se ou o mundo e todos os homens vão passar por cima de você e calar a sua voz.
A vida é de quem age e reage!
Eu e todas as prostitutas do mundo desejamos a sua libertação!
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 17 de março de 2019.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Um encontro sensacional para fazer dessa uma "sexta-divina-feira"! (Com algumas selfies para "brindar" ao final de semana).

Boa noite adoráveis leitores e leitoras que me acompanham!
Eis que uma semana tão carregada de más notícias terminou lindamente!
Eu sempre digo que para a gente poder ser feliz na vida precisamos ser um pouco egoístas. Não existe como ter prazer na vida se sentirmos os pesares de todos e deixarmos de reparar na nossa boa sorte, por exemplo. Talvez isso seja, como diria Fernando Pessoa, algo extremamente vil. "Vil no sentido mesquinho e infame da vileza", mas é assim que a gente consegue gozar e gargalhar enquanto tanta gente sofre, enquanto até nós mesmos estamos sendo, política e juridicamente, fodidos, por exemplo.
Enfim, é valendo-me de um pouco desse egoísmo que eu consigo ser humorada e leve nessa vida! E consigo gozar bons momentos com quem eu prezo.
Tive hoje, pois um encontro com um parceiro fenomenal que conheço há um bom tempo. Eu estava saudosa aguardando seu contato! Essa semana me contatou e hoje conseguiu vir me ver. Esperei-o com um vestido novo que comprei recentemente pela internet... Risos... A parte boa de ser magra é que é fácil e barato comprar roupas. 
Enfim, apesar do traje ter um "fio" dourado e ser muito decotado, achei condizente com o dia já que ele veio ao meu encontro. Se eu tivesse que ir à um hotel certamente não usaria tal vestido pois o achei chamativo demais, além de ser curto. 
Segue foto:


(Eu nunca sei o que fazer com as mãos quando tiro fotos. Enfim, não tenho talento para fotografia. Se eu tivesse que ser modelo morreria de fome!)

Bem, ele chegou e já na sala nos beijamos! Aquela química arrebatadora que nos trouxe ao quarto. Antes de ir tomar uma ducha ele me chupou e me fez gozar na sua boca enquanto ele masturbava o meu cuzinho.
Ele tirou a linda roupa que trajava e foi tomar banho. Lindo, bronzeado, forte, gostoso! Saiu do banho e veio até mim que já havia tirado a roupa, diga-se de passagem. Nos beijamos e acariciamos, chupei e pedi para ele me comer. 
Colocou a camisinha e meteu na minha boceta de lado e sobre mim. Gozei e fiz squirts assim, sentindo-o todo em mim. Depois, sobre ele. Gozo, muito, muito gozo!
Fiquei de lado a pedido dele. Quando ele meteu no meu cuzinho comecei a gozar intensamente. Sentindo-o e rebolando no pau dele! Fiz squirts que jorraram nas minhas pernas... Ele segurava-se e "brincava" com o pau no meu rabinho. Me levou à loucura muitas vezes antes de gozar também enquanto eu molhava nossas pernas!
Foi fantástico! 
Assim como o papo que sucedeu ao sexo. Como sempre!
Fui ao toalete, tomei uma ducha para lavar-me e voltei... Conversamos mais, mas não tardou para ele ter que ir. 
Eu fiquei realizada, pele iluminada e com fome.
Jantei e agora pretendo assistir a 13ª temporada de Criminal Minds. Amanhã, caso tenha sol, pretendo bronzear-me um pouco. Está na hora de retocar o meu loiro, então acho por bem tomar sol antes. Mês que vem vou para Jurerê, ficarei 3 dias. O plano era ir à Passo Fundo visitar meus avós, mas não posso me dar ao luxo de ficar mais de 4 dias fora de casa. Então, cumprirei metade dos meus planos, afinal o hotel está pago. Enfim, espairecerei um pouco num local seguro que já conheço.
Bem, deixo aqui duas fotinhos que tirei quarta-feira!


Tenham um lindo final de semana!
E me sigam no Instagram @claudemarchi3, pois lá as selfies são postadas assim que as tiro! (As com biquíni, inclusive...)!
Beijos de luz!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Na contramão das desgraças do mundo: quase 4 horas deliciosas em excelente companhia na tarde dessa quarta-trágica-feira!

Bom dia gente linda deste mundão!
Ontem, ao que parece, a internet resolveu dar uma "capengueada", creio que em "homenagem" ao atual quadro político do Brasil (leia-se, "desgoverno Bozonaro") e, via de consequência, a burrice do eleitor brasileiro.
Parece que depois do dia 1º/01/2019 tudo vai de mal a pior sendo que, ontem, às vésperas do aniversário de um ano da aguerrida Marielle Franco, estudantes armados invadiram uma escola em Suzano, interior de São Paulo. Uma tragédia comum nos Estados americanos em que as armas de fogo tem acesso facilitado. 
O atual governo brasileiro se inspira, aparentemente, só nas gafes desumanas do Tio Sam, porque se inspirasse na parte boa não estaria perdendo mercado na venda de soja e outros produtos para ele (os EUA).
Bem, tragédias a parte, tive um encontro tão magnífico ontem que, creio, me faltem palavras para descrevê-lo. 
Eu conheço o lindo cavalheiro das redes sociais há mais de um ano. Ele começou a me seguir e, por conta de afinidades ideológicas, sempre interagimos. Sempre o achei lindíssimo, inclusive.
Depois de alguns desencontros, porém, ontem tivemos nosso encontro tête-à-tête. 
No horário combinado ele chegou, eu estava suando de ansiosa, inclusive. Abri a porta e me deparei com um homem lindo. Lindo e alto, o que eu não esperava. Trajava um elegantíssimo terno, diga-se de passagem.
Como combinamos ele trouxe-nos duas Freixenet. Trouxe-o ao quarto e coloquei-as no freezer na cozinha. 
Voltei ao quarto imaginando que começaríamos a conversar e que teríamos a tarde regada a papo. 
Mas a realidade que, até então, já havia me surpreendido, só havia começado a surpreender...
Nos beijamos e a química foi tão sensacional que, creio, não tenhamos parado por muito, muito tempo! Ele ergueu meu vestido e me chupou ali, em pé. Depois colocou-me deitada e seguiu me chupando e me masturbando, virou-me de costas, chupou minha boceta e meu cuzinho.
Tive orgasmos homéricos!
Quando ele se despiu pude chupá-lo. O cara é realmente TODO lindo. Aliás, foi inevitável não pensar na sorte da esposa dele ao longo da tarde... Risos...
Ele colocou a camisinha e me comeu. Gozei e fiz squirts com ele na minha boceta, sobre mim, de costas e, depois, comigo sentada nele. Transamos por horas, derreti-me suando e, principalmente gozando!
Ele comeu meu cuzinho e me levou ao êxtase em várias posições! De quatro na beira da cama. O chão ficou lavado com meu gozo que se avantajava quanto mais ele metia no meu rabinho. Ele trocou de camisinha algumas vezes para voltar a meter na minha boceta. 

Enquanto me comia ele me contou que se masturbou muitas vezes pensando em me comer! Tal confissão me deixou ainda mais excitada, se é que isso era possível naquela altura do "campeonato"... Risos...

Depois de algum tempo precisei de uma ducha, até mesmo porque o suor havia "embaraçado" meus cabelos que já estavam em cada centímetro da cama bagunçada... Risos...
Sai do banho e fui buscar a champanhe enquanto ele tomava banho. Conversamos um bocado enquanto a tomávamos, todavia não tardou para recomeçarem os beijos. Deliciosos beijos!
Entre toques e oral, ele me fez gozar mais vezes, me comendo de novo e metendo no meu rabinho. Dessa vez ele me fez gozar mais e permitiu-se gozar! Na minha boca, diga-se de passagem. 
Uma delícia!
Transamos mais vezes e eu gozei tanto que precisei colocar o forro de cama inteiro lavar. Depois coloquei um ventilador para secar o colchão que, ao longo das quase 4 horas que ficamos juntos já estava molhado... Risos... (Gargalhadas na verdade...)
Descansei, jantei e assisti a um programa de televisão com minha mãe. Depois de uma tarde extasiante eu não queria assistir jornais, ler ou nada assemelhado, afinal constatar a realidade do mundo não combinava com o dia de ontem.
Bem, espero que todos tenham uma quinta-feira tão deliciosa quanto a minha tarde de quarta, porque para sobreviver ao mundo atual orgasmos e prazeres intensos são necessários!
Beijos de luz...
... E uma pergunta que não cala:


sexta-feira, 8 de março de 2019

*TAMANHO DE PÊNIS CORRELACIONADO À RAÇA/COR NÃO É PIADA, É RACISMO!*

Esses dias uma página que sigo no Instagram fez esse post bobinho aí:








O post ironizando as “minhoquinhas” dos “saradões” tem muito de equivocado, mas o comentário da moça negra que se refere aos “negões” como se o que tivessem que ter de melhor fosse o órgão sexual é triste, muito triste!

(Equivocado por duas razões: 1- generalização besta e, portanto, falha, ainda que engraçada; 2- tá passando da hora da gente “espalhar” para os homens que só “pau” bom e/ou grande não satisfaz, assim como apenas músculos não serve para absolutamente nada! Talvez assim os machos se libertem da ilusão falocêntrica e passem a se dedicar em ser melhores amantes, porque ser bem dotado não é garantia de sucesso com a mulherada!).
Lá no interior do Rio Grande do Sul, minha terra, também se fala muito sobre as vantagens físicas do negro. Em síntese, os racistas “raiz” creem que os negros e negras tem no corpo o que lhes falta no cérebro.
Há o mito do negro bem dotado, da negra “boa de cama” e “quente” e de que ambos são mais “trabalhadores” e resistentes fisicamente do que o branco, não “à toa” foram escravos destes.
Não conheci nenhum racista que não se valha desse discurso. Eu mesma já devo ter usado ele na vida, porque sim, como quase todo sulista branco, eu também fui educada de forma a tender para a xenofobia e racismo. 
Libertar-me desses erros educacionais é uma tarefa cotidiana.
Bem, fato é que eu sou branca, não tenho coragem de dizer para negros o que considero racismo, mas percebo que muitas negras e muitos negros ainda não tem consciência disso, talvez por falta de “malícia”, talvez por idiotice, talvez por total falta de bom senso. 
Lendo os comentários nesse post supostamente “cômico” eu verifico como, quando colocamos a raça em voga, qualquer “quê” de engraçado vai ralo abaixo!
Nessas afirmações está a velha estereotipação que machuca, que diminui o negro e, também, as negras. É feio, é vulgar, é racista e lamentável. Ninguém lucra quando velhos estereótipos são mantidos. O estereótipo do “negão bem dotado” está junto com o estereótipo do negrão subalterno, do que “pode ser” enfermeiro, mas não pode ser médico, “pode ser” motorista, mas não o dono do carro, “pode ser” o empregado “gostosão” que “pega” a “madame”, mas não o marido bem sucedido da mulher igualmente bem sucedida e etc.. Estereótipos que a tacanha televisão brasileira adora nos jogar na cara, inclusive!
Há muito que mudar e enquanto todos não passarem a fazer autocrítica acerca dos estigmas que reproduzem fica difícil de haver evolução. Eu mesma, que sou anti-racista, me pego reproduzindo o racismo algumas vezes. Até aqui no diário eu já o fiz e, sobre isso, me resta sentir vergonha, muita vergonha, mas também faço disso um ensinamento: ninguém nasce desconstruído. 
Não nascemos cientes do que é equidade, igualdade de gênero, machismo, misoginia, xenofobia e racismo, por exemplo. Trazemos conosco muito do que nos é repassado culturalmente, o que pode ser benéfico por um lado e prejudicial em outros aspectos, resta-nos, pois, amadurecer, aferir o que podemos mudar e como podemos mudar. 
O machismo, por exemplo, não prejudica apenas às mulheres, ele prejudica os homens. Todos perdem com a sua propagação. O que hoje chamamos de masculinidade tóxica é o que faz com que muitos caras se tornem afetivamente frustrados e frustrantes. 
Mulheres não são "por natureza" mais sentimentais, elas são criadas para serem assim e os homens para serem mais pragmáticos e brutos.  Mulheres são educadas para serem sexualmente "comedidas", os homens são criados para exercitarem a sua sexualidade com mais liberdade. Nós fomos reprimidas por séculos, não à toa são raras as mulheres que permitem viver o sexo em sua magnitude! 
Enfim, trata-se de educação/criação, ou seja, algo que pode ser modificado de forma a termos pessoas (homens e mulheres) emocionalmente mais amadurecidos. Inclusive, esse papo de “minhoquinha” ou “cobrão” é fruto da masculinidade tóxica. Algo que importa só aos homens entre eles ("competições" infantis), mas que, no sexo heterossexual de qualidade é uma parte ínfima (sem trocadilhos). 
Logo, se "organizarmos" direitinho, se tentarmos agir corretamente e melhorarmos, ninguém morre, ninguém mata (feminicídio), ninguém é humilhado e nem menosprezado (racismo), todo mundo goza, todo mundo cresce, todo mundo se respeita e podemos coexistir num mundo em que a equidade prepondere!
Creio que a maturidade signifique, realmente, a fase em que questionamos as nossas certezas e convicções. Amadurecemos, realmente, não quando cientes de que sabemos muitos, mas quando conscientes de que temos muito o que melhorar e muitos defeitos a superar.
Eu admito os meus.
Demoro.
Apanho.
Mas, admito. E, bem ou mal, querer mudar é um bom começo. 
Adiante.
Um dia de cada vez.
E um dia a humanidade evolui de forma que nenhuma "brincadeira" venha a diminuir o outro, o seu povo, a sua luta, a sua raça e a sua história. 
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 08 de março de 2019.

Dia internacional das mulheres: "textão" e um encontro sensacional!

Boa tarde leitores e leitoras amáveis deste mundão!
Dia internacional das mulheres, né?!
Contrariando a ministra-crentelha-insana deste desgoverno igualmente insano, usei azul neste dia!

Então, já que cês estão no site de uma acompanhante de luxo feminista, antes de contar-lhes sobre o encontro que tive hoje quero consignar que não adianta desejar “feliz dia das mulheres” se você ignora a existência da luta de classes.
Não adianta desejar "feliz dia das mulheres" se você acha que mulheres precisam anuir com tudo o que você fala para serem "queridas" e que toda mulher precisa ouvir as suas "palestrinhas" para lograr êxito na vida.
Não adianta presentear as mulheres e parabeniza-las neste dia se você se sente superior a elas em inteligência, não reconhece seus privilégios e nem faz o que está ao seu alcance para diminuir as desigualdades sociais e de gênero.
Não adianta desejar “feliz dia das mulheres” se você fica quieto diante do amigo que negligencia os filhos, a pensão alimentícia e enche a boca pra opinar sobre (contra) o aborto. 
Não adianta desejar “feliz dia das mulheres” se você passa o ano reproduzindo o machismo e vendo as mulheres como seres inferiores a você.
Não adianta desejar um “feliz dia das mulheres” se você apoiou o cara que acha que mulher deve ganhar menos porque engravida, votou contra os direitos das domésticas, a favor da reforma trabalhista e faz pouco caso do crime de feminicídio.
Não adianta desejar “feliz dia das mulheres” se você desconhece a luta feminina e não liga para a desigualdade salarial e jornada de trabalho tripla da maioria das mulheres.
Enfim, não adianta desejar “feliz dia das mulheres” se você ignora a desigualdade de gênero e a necessidade de empoderamento feminino.
O dia não é de presentes e comemorações.
O dia é de reflexão e preocupação.
É sobre repensar suas atitudes, é sobre aprender a ouvir as mulheres sem menospreza-las, aceitar términos sem ódio. É sobre aceitar e respeitar o “não”.
É sobre não agredir psicológica, moral e fisicamente.
É sobre parar de chamar as mulheres de “loucas” porque elas se impõem e não se calam, é sobre parar de confundir servilismo com educação e objetividade com ira.
É sobre não matar e romantizar o machismo e a misoginia do feminicida.
É sobre respeito e compreensão do significado de equidade.
Ainda ontem eu tive um encontro com um cara bonito, jovem e educado, gaúcho como eu.
Conversamos sobre relacionamentos e ele me contou que perdeu o encanto e ficou realmente decepcionado com a guria que ele gostava quando soube que ela estava saindo com outro, apesar dele já ter outra.
Eu disse pra ele que isso era muito machista.
Ele concordou e disse que sente em si um misto de posse com machismo.
Então eu disse que, se ele sabe disso, pode fazer terapia para superar tais "problemas" que, certamente, serão inconvenientes na vida dele.
Por que eu estou contando isso?
Porque aquele cara tem tudo para tornar-se um homem ótimo, pois tem senso crítico. Ele sabe que não é certo sentir o que ele sente, em que pese sinta e isso é um belo passo para mudar!
Mulheres são assassinadas todos os dias por homens que pensam como ele, mas não fazem autocrítica. Você acha que o feminicida é um assassino psicótico? Não, ele não é! O agressor de mulheres pode ser o seu irmão, o seu melhor amigo, o seu cliente, o seu afilhado, o seu sobrinho e etc..
O feminicida não é um monstro. Ele é só um homem. Um homem machista e possessivo.
Um cara que poderia ter aprendido a aceitar o “não”. Um cara que deveria ter aprendido que as vontades da mulher não valem menos do que as dele e que não existem características típicas masculinas ou femininas. Um cara que precisava aprender a ouvir e entender a parceira, mas não aprendeu, não respeitou e não aceitou o não.
O agressor de mulheres e o feminicida são o atestado de falência da sociedade machista. De certa forma, eles também são vítima do machismo, só que matam, não morrem.
Foram emocionalmente castrados pela masculinidade tóxica, faltou diálogo, sobrou estigmatização: “recolhe o choro, guri!”; “isso é coisa de mulherzinha”; “mulher é tudo igual, piá!”; “mulher boa, mulher pra casar, tem que ser ‘assim’, as outras não valem um níquel” e por aí a fora!
Não, eu não estou defendendo os homens, eu estou acusando o machismo.
Eu estou colocando o dedo na ferida: feminicidas e abusadores de mulheres (e como abuso eu incluo o psicológico) tem mãe, tem pai, tem irmãos, tem amigos. A maioria tem uma vida social saudável, quiçá tenha lhes faltado instrução e alguém para dizer: “Cara, você tem que tratar esse problema, você tem que melhorar ou você vai fazer sofrer e sofrer.”
Entenderam?!
Todo mundo pode fazer a sua parte na vida, porque, a realidade é que todo homem educado na sociedade patriarcal é um agressor de mulheres em potencial.
Dialogue, critique o seu amigo, dê conselhos, eduque bem seus filhos, seja feminista, divulgue o feminismo!
O mundo pode ser mais seguro para as futuras gerações de mulheres se fizermos a nossa parte, enfim!
Eu tento fazer a minha.
Buenas, chega de conversa, né?!
Tive um encontro sensacional hoje pela manhã.
O cavalheiro, muito charmoso e simpático me chamou ainda cedo no WhatsApp. Disse-me que estava bem informado o que me animou!
Eu tive que "atender" uma ligação de um tio e cliente e, na sequência, tomei banho e recebi-lhe. Bonito, charmoso, bom de pegada! Entre beijos e toques, ainda de pé e sem despir-me ele já tinha me feito gozar, quando deitei e ele me chupou, então, fiz squirts na boca dele! 
Gozei incontáveis vezes assim! Inclusive num 69 que antecedeu a penetração. 
Pra mim depois do beijo tudo é sexo: masturbação, oral! Sexo é muito mais do que a penetração, embora eu goze muito com ela. (E foi assim nessa manhã!).
Fazia tempos que eu não tinha tanto prazer no sexo oral. Ele se esbaldou no meu gozo, inclusive. E isso me dava ainda mais tesão!
Quando sentei no pau dele, obviamente gozei muito e ele acabou "rendendo-se" também! Tomei uma ducha, disse-lhe que havia água no frigobar, em que pese ele estivesse bem "hidratado" a essa altura!...Risos...
Conversamos um bocado e recomeçamos! Ele me fez gozar com os dedos, eu caí de boca nele e pedi para comer meu cuzinho. De lado, ele meteu em mim. Gozei muito e acabei "tirando" a camisinha, de forma que tive que ir ao toalete "tirá-la" de onde ela ficou "presa". Ao voltar do banheiro, resolvi me dedicar ao oral, tal qual ele fez comigo.
Chupei-o muito! Acabamos recomeçando e, dentre incontáveis orgasmos, terminamos como começamos: com ele metendo na minha boceta! Eu sobre ele. 
Na sequência, suada que estava, fui tomar uma ducha. Antes de ir ele também tomou banho. 
Enfim, acabei almoçando e cochilando até agora a pouco.
Os dias passam depressa!
Bem, de toda forma, ganhei muitos orgasmos neste dia 8 de março!
Vou tomar um vinho à noite para brindar a minha coragem e escolhas que possibilitaram eu ter, hoje, a vida que sempre quis, mas demorei pra ter coragem de admitir!
Livrar-se da hipocrisia é, antes de tudo, uma escolha pela felicidade...
Beijos de luz!






quinta-feira, 7 de março de 2019

Saindo do jejum sexual "carnavalesco" com um delicioso primeiro encontro!

Boa tarde prezados leitores e leitoras deste mundo!
Eis que eu voltei, afinal, sempre volto para lhes trazer bons relatos, algumas crônicas e outros desabafos.
Espero que todos tenham utilizado o recesso carnavalesco da forma que lhes apraz, eu, como de costume, dormi, li e assisti filmes e séries. (Nunca fui de festa, nunca serei).
Como já lhes contei, estou numa crise: cheia de ideias para um terceiro e quarto livros, porém com dificuldade de colocar no papel. Enfim, estou numa fase de ansiedade mais perdida do que o Bolsonaro na presidência da república. 
Bem, mas eu estou fazendo terapia, coisa que a "bolsomáfia" podia experimentar para parar um pouco de passar vergonha. Todavia, se tem algo que todo adicto e doente mental tem em comum é o fato de não assumir o vício e a necessidade de tratamento. Todo viciado e maluco tende a negar a própria doença, assim como todo homossexual enrustido tende a odiar os LGBTQ+. Recalcam o desejo, agem com ódio. Freud explica!
Bem, eu tinha passagens de ida e volta para Maceió, iria dia 04 e voltaria dia 07/03, mas não pude ir, então aproveitei para colocar o sono em dia. Dormi muito nesses dias!
Hoje, para "animar" e, de fato, "começar" 2019 já que findou o carnaval, tive um encontro super gostoso, apesar de rápido. O cavalheiro me pareceu interessante no primeiro contato e a minha intuição é infalível, né?! Logo, hoje recebi-lhe assim que ele me contatou e pode vir ao meu encontro.
Fiquei positivamente surpresa, vez que apesar de ser bonito na foto, pessoalmente era mais. Simpático, inclusive. Nos beijamos de imediato, ainda na sala. Um beijo delicioso e nada "atrapalhado", diga-se de passagem. Primeiros encontros costumam ser mais "tensos" do que os seguintes.
Sem conversa desnecessária, viemos ao meu quarto. Entre beijos ele ergueu o meu vestido e me masturbou, eu estava excitada, bem excitada quando caí na cama. Ele tirou a roupa e eu terminei tirando a minha. Deitei-me, ele deitou-se ao lado e me masturbou até me fazer gozar. Gozar algumas vezes, diga-se de passagem. 
Depois de eu gozar e fazer squirts gozando, chupei-o! Estava com muito desejo, diga-se de passagem. Ando há dias só me masturbando, vez que só idiotas me contataram nestes dias, como é normal nessa época do ano em que as pessoas costumam exagerar no álcool. 
Chupei-o e, quando ele disse que queria me comer, não titubeei em "sinalizar-lhe" a camisinha. Ele colocou e, assim que sentei no pau dele e comprimi-o dentro de mim, gozei. Fiz squirts e tive bons orgasmos, sobretudo com ele metendo mais rápido! Ele também gozou.
Ele foi ao banheiro tirar o preservativo e depois conversamos um pouco. Talvez não tenhamos as mesmas opiniões acerca de política, mas ele me pareceu bastante sensato e inteligente o suficiente para ser bom ouvinte. Logo nos beijamos e ele tornou a me tocar! Me fez gozar assim (aliás, o cara tem um "tato" certeiro!) de novo, eu chupei-o mais um pouco, mas estava ávida para ele meter em mim de novo, sobretudo no cuzinho. 
Ele colocou a camisinha, puxou-me para a beirada da cama, meteu na minha boceta e, a meu pedido, tirou dela e colocou no meu rabinho. Fiz squirts com ele metendo assim, sobre mim! Quanto mais ele metia, mais eu gozava, gozo espirrava em mim assim! Uma delícia que findou com o orgasmo dele.
Papeamos mais e, como ele voltou do banheiro organizando suas roupas, não fui tomar uma ducha, fiquei curtindo o papo e conhecê-lo um pouco mais! Cara realmente legal e consciente de si mesmo, admiro muito isso nas pessoas, afinal vivemos um período em que fazer mea culpa é tão raro! Quando uma pessoa dialoga e consegue expor o que ela vê de "torto" em si, chega a ser excitante, mas ele tinha que ir e não deu para transarmos uma terceira vez. Espero ter essa oportunidade.
Bem, dentre alguns orgasmos constatei que o meu batom que "não sai, não 'transfere'" e etc., sai e transfere! Ele precisou retirar com um algodão. Acho que as empresas de cosméticos estão me enganando ultimamente. Erro meu de crer em publicidade em pleno 2019!...Risos... (Eu também sei fazer mea culpa).
Bem, tão logo ele saiu e eu sai do banho tive uma "reunião" com advogados acerca de uma causa antiga. Aff! A advocacia ainda me traz dores de cabeça, ainda bem que sexo não.
Agora vou assistir Criminal Minds para espairecer um pouco!
Com vocês, uma foto do meu "abadá" de carnaval (camisola, of course!):

Bom final de quinta-feira!
Beijos de luz!