Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 22 de junho de 2020

A meiga face do desinteresse afetivo.

A meiga face do desinteresse afetivo. 

Ninguém nunca será tão cordial e solícito quanto um parceiro desinteressado ou infiel.

O parceiro desleal tende, no âmbito doméstico, a reproduzir exatamente aquilo que o outro (negligenciado e/ou traído) espera dele, pois sente culpa.

Ou preguiça de discutir com quem, pra ele, já não é mais nada.

As pessoas fazem coisas lindas por amor, mas o fazem muito, muito mais por culpa.

E medo.

Medo de verem-se em maus lençóis num divórcio ou na solidão com qualquer espécie de rompimento.

Logo, o parceiro infiel, além de normalmente “mimar” o outro, costuma ir sempre ao encontro de suas ideias e decisões.

São dóceis como um cão faminto!

Se eu me relaciono com 2 ou mais homens, não tem sentido algum exigir atenção de um deles, mesmo que o mesmo esteja sendo desatencioso para comigo. Por quê? Existem os outros!

No fundo eu não estou ligando nem pra um nem pra outro.

E como “eu”, não falo de mim.

Falo de centenas de homens e mulheres por aí. Gente que, seguidamente, é tida como perfeita pelo parceiro ou parceira: “Oh, ele (a) me dá espaço!”. Lógico, ele (a) só vê você como passatempo.

Essa liberdade dada, esse espaço tão admirado pelos desavisados, não passa, na maioria das vezes, de desinteresse.

Gente desinteressada, mas falsa é legal: diz mil “eu te amo”, não se ofende com nada, não impõe coisa alguma, não requisita nadica, porque “tá e não tá”: Tá pra passar o tempo, tipo uma barata num canto da sala! Sem sangue quente nas veias, sem emoção.

Daí, logicamente, a passionalidade é inexistente. 
Tom de voz alterado?

Choro? “DR” ou “DRs”? Never!

Só paz.

Muita paz.

Justamente porque, zero amor.

Niente.

Coisa nenhuma.

Só ilusão e desapego.

Ui, que chique!

Cláudia de Marchi

Passo Fundo/RS, 20 de junho de 2020.

terça-feira, 16 de junho de 2020

De volta à minha cidade natal: Passo Fundo!

Hoje faz 41 dias que, com minha mamãe e gatos, regressei à minha terra natal.
Lembro de, ainda antes da pandemia se avantajar e de eu ter voltado de uma visita que fiz à Florianópolis e aqui, ter demonstrado aqui o quão feliz fiquei nos dias em que estive com minhas tias materna, priminhos e avós que seguem saudáveis aos 96 anos de idade.
Falo da família materna, porque com a paterna pouco me relaciono.
Temos o mesmo sangue, tal qual um pernilongo que me morde.
Meu pai e suas ideias fascistas de pobre de direita nunca respeitou meus pontos de vista, opiniões e “culturamento” que consegui graças ao dinheiro que ele investiu em meus estudos.
Investiu, provavelmente, para parecer virtuoso aos outros, porque para me ouvir e, até aprender comigo, nunca foi. 
Bem, minha mãe estava decidida a voltar para ajudar minhas 3 tias nos cuidados com a minha avó que é diabética.
Eu estive confusa e amedrontada, a princípio pensei em ficar distante dela.
Coisa que só ocorreu por um período determinado em 2016: até a casa de Sorriso/MT ser vendida.
Com a minha visita à cidade no início de março deste ano uma imensa sensação de aconchego me dominou!
De pertencimento!
De acolhimento.
De ter aqui minha história e pessoas que me amam, me respeitam, me cuidam e sempre fizeram todo o possível para me ver bem e feliz.
Logo o isolamento social, comumente chamado de quarentena, se instalou.
Foi mais fácil conseguir um caminhão para trazer o carro da minha mãe, caixas de bens da loja que fechamos em Brasília e outros objetos do que voo para trazer a gente e meus bebês felinos, Zeus e Pequeno Bolota.
Eis que, no início de maio, tive uma ideia: pagar para um ex-vizinho, de regra motorista de aplicativo, para trazer-nos.
E foi assim que, sob uma milagrosa chuva que caiu no planalto médio gaúcho (estava seco) aportamos nos meus pagos!
Notei, no entanto, certo estranhamento quando disse, em minhas redes sociais, que voltaria a residir em minha cidade natal.
Era um misto de lamento com receio que eu, francamente não consegui explicar ou compreender.
Diziam e ainda dizem-me que Brasília “combina” comigo. 
Bem, temos em comum a beleza e a elegância, não nego.
Também somos simétricas e organizadas.
Fora isso?
Trata-se de uma cidade! 
Uma cidade, apenas.
Cidade para onde fui segunda-feira passada e regressei na quinta-feira.
Uma cidade que adoro e para a qual poderei ir sempre que quiser, mormente ao fim desta pandemia, afinal jamais arriscaria a vida da minha mãe e avós por dinheiro.
Eu não tinha, no meu adorável quadradinho do serrado, o amor, o acolhimento e o afeto que tenho aqui em Passo Fundo!
De todos?
Não, só de quem me importa: avós e tias maternas.
Por quê eu me mudei em meio à pandemia?
Primeiramente, porque eu pude.
Em segundo lugar, porque eu quis.
Nada me prendia ao Distrito Federal.
Nada me prende a lugar algum nesse mundo e aí está uma das grandes graças da minha vida livre: vou para onde quero, quando quero, sem que ninguém mereça minhas “satisfações”.
Hoje estou aqui, amanhã não estou.
Vou atrás do que me faz feliz, esteja onde estiver
E, no momento, eu quero as minhas pessoas!
Aquelas que em todo e qualquer momento estavam de braços abertos pra mim.
Minhas tias e segundas mães, minha mãe que, independente do que eu fizesse, iria se mudar para cá ajudar as irmãs.
No momento eu me rejubilo com a qualidade de vida que tenho aqui no interior do Rio Grande do Sul!
Brasília sempre estará  a minha espera!
Sou livre, não tenho raiz em lugar algum.
Não sou uma árvore!
Todavia, se o contexto pandêmico atual me ensinou alguma coisa foi a valorizar o amor de quem me ama e estava longe.
Longe porque eu debandei.
Mas, voltei!
A “cortesã de Brasília” (apud, Zero Hora, caderno Donna, 07/09/2016) regressou ao planalto médio gaúcho, afinal ela não é “de Brasília”, ela é do mundo!
É de onde ela quiser.
E, convenhamos, o friozinho tá me fazendo um bem enorme.
Creio que eu tenha vivido muito tempo em negação e projetando à minha terra natal a culpa pelas decisões tolas que tomei na vida: privilegiar o “amor” ao zelo pela minha profissão, não ter sido forte e altiva o suficiente para bater de frente com colegas desonestos, não ter perseverado, enfim.
Coisas pelas quais me perdoo, afinal me formei muito jovem, era dona de uma arrogância juvenil ímpar e de um romantismo patológico.
Mea culpa, mea máxima culpa.
O fato de eu, ao longo dos últimos meses ter admitido isso para mim deve ser responsável pelo estranhamento que muitos amigos e parceiros sentem com minha exultante alegria por estar aqui!
Eu, no entanto sei o que se passava com minha psiquê e agora, ambas, eu e ela, estamos boníssimamente (bem) resolvidas!
Sobre as narrativas, sobre encontros?
Não estou arriscando-me, apesar de ter sido sorteada, na pesquisa IBOPE/UFPEL sobre o COVID-19, dia 07/06 e ter testado negativo.
Resultado que quero manter por conviver com pessoas do grupo de risco.

Abaixo deixo algumas fotos aleatórias dos meus tias aqui!
Afinal, estão sendo de profícuos trabalhos artísticos na Mimo’s Artesanatos e Presentes onde estou trabalhando junto com minha tia e mamãe que, na verdade, passa seus dias com minha avó.
A família reside em cima da loja.
“arteterapiando” para manter a sanidade em meio a uma crise sanitária e um país regido por uma horda de fascistas facínoras.
Tentem vocês, manter a sanidade!
Parafraseando meu amado Chico Buarque: “(...) Apesar de você, amanhã há de ser outro dia...”.
Nós temos que sobreviver a 2020.
Essa é a meta!












Passo Fundo/RS, 16 de junho de 2020.
Cláudia de Marchi

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Vídeos e nudes na quarentena!

Não está sendo fácil para ninguém esses dias.
Hoje faz 30 dias do meu último encontro.
Maravilhosíssimo, diga-se de passagem.
Minha libido se encontra insana.
Só faço pedalar, comer e beber. Por sorte tenho um casal de amigos que estão junto comigo e com minha mãe nessa fase.
De toda forma, apesar de eu amar ficar em casa, estar obrigada à isso é péssimo!
Odeio obrigações, mas não deixo de cumpri-las, especialmente nessa situação.
Hoje consegui tirar umas fotos para vocês!
Façam bom uso dos vídeos e das imagens.
Se cuidem!
Cuidem de quem amam.
Tudo vai passar!
Nem que seja por cima da gente, mas vai. Brincadeira.
Sejam responsáveis. Vocês não são o presidente da República.
Beijos de luz.
















terça-feira, 7 de abril de 2020

“Quando um homem paga uma acompanhante de luxo o que ele compra?”

“Quando um homem paga uma acompanhante de luxo o que ele compra?”



N
A
D
A.


A acompanhante precifica o tempo daquilo que tem valor inestimável: a sua companhia.

O homem aluga a sua hora, seja para fazer “de tudo um pouco”, seja para ir jantar fora e conversar.

Corpos não se compram!

Tempo se aluga.

Findo o período combinado, a mulher segue sua vida livre e desimpedida e o homem volta para a sua rotina e, via de regra, “impedimentos”.

“Por que umas cobram barato e você subiu para R$ 900,00 a hora em plena crise?”

Porque eu posso.
E, claro, porque além de poder, eu quero.

Quanto as outras aprendi a silenciar.

Cada uma aluga a sua companhia pelo valor que creem merecer. 

Quem crê que só tem 3 cavidades para compartilhar com um homem normalmente se valoriza pouco.

Eu sei que desde 2016 ouvi que deveria cobrar R$ 1000,00 a hora o dobro do que comecei cobrando antes da fama.

Ano retrasado cheguei aos R$ 850,00. Poderia ter chegado ao valor que já me sugeriram, mas resolvi maneirar por conta do caos em que estamos vivendo e viveremos após a pandemia.

O objetivo sempre foi afugentar homens vulgares.

O objetivo sempre foi afastar caras sem seletividade que veem a mulher como mero objeto.

E esse objetivo eu sempre alcancei.

Nenhum homem deste estilo paga R$ 900,00 para ficar uma hora com uma mulher.

Valorizo a fama que tenho no Brasil e no exterior.

Valorizo meu intelecto.

Valorizo meus anos de estudo e letramento.

Valorizo meu passado como professora universitária e a seletividade que sempre tive antes de transar com alguém.

Valorizo os anos de cronista e colunista de jornais.

Valorizo a mente que escreveu dois livros.

Valorizo os seios naturais e corpo bem cuidado.

Valorizo a pele macia e o rosto liso.

Valorizo os perfumes caros que uso.

Valorizo o fato de eu cuidar da minha saúde e não transar com qualquer um.

Enquanto a moça que cobra R$ 300,00 “precisa” transar com 3 sujeitos para ganhar R$ 900,00 eu transo com um: dignidade intacta, saúde sexual, física e mental, idem.

Isso sem contar o óbvio fato de que nunca irei procurar um homem, por mais que eu goste dele.

Ou seja: o “aluguel” é caro para muitos bolsos, mas vale à pena para quem pode.

Desde que eu lhe queira, claro. 

Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 07 de março de 2020.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Sobre ser “produtivo” durante o isolamento social (quarentena).



“Aproveite a quarentena para fazer algo produtivo: estudar, colocar as leituras em dia, fazer cursos on-line e coisas do tipo...”. 

Já vi gente criticando esse povo que fomenta a produtividade num período excepcional da nossa história recente.

Acho, no entanto, que a disposição para fazer coisas produtivas neste período depende muito da classe social e momento financeiro das pessoas: nada pode ser mais massacrante do que tentar estudar e concentrar em leituras quando estamos preocupados com nossa saúde física e financeira. 
Aqueles que tem lucro certo não passam por isso.

Chova ou vente receberão seus salários.

Quem não tem isso, agoniza.

Sofre.

Se agita.

Coração palpita.

As mãos tremem.

A cabeça dói.

Como “produzir” algo neste cenário, meu irmão?! Pra gente é muito mais fácil ser produtivo em qualquer fase do ano.

Numa noite que sucede um dia de trabalho e rendimentos. Quando podemos escrever ou ler sem preocupação com o sustento de amanhã.

Nessa fase a gente só pode fazer uma coisa:

O
Melhor
Que
Podemos!

Ciente de que terei esse mesmo corpo após essa fase passar, eu, por exemplo, faço o possível para cuidar dele: hidratação do cabelo, cílios (sim, cílios!) e pele, pedal em casa, muita água e alguma cerveja, porque 100% sóbrio não tá dando pra passar.

Fora isso? Filmes e séries. 
Coisas que me distanciem um pouco da realidade para que ela não me mate.

Enfim, camarada: atente para o que você fala.

Gente autônoma ainda que ganhe razoavelmente bem, já está preocupado e ansioso o suficiente nesse período. 
Ninguém precisa de você e suas frases feitas e afirmações de “alta performance” para ficar se sentindo inútil ou incapaz, porque não tem a sua tranquilidade de espírito para ser produtivo nesse período trevoso.

Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 31 de março de 2020.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Resenha da minha viagem ao Sul: da praia e amor da família materna a um encontro fenomenal.

Bom dia, doces pessoas que me acompanham!
Espero que todos estejam bem e, sobretudo: em casa. 
A situação é delicada e pode se agravar se não cumprirmos as medidas emergenciais até então entabuladas.
Cheguei de viagem quinta-feira e só agora lhes escrevo, pois, como a maioria sofre eu sofro de Transtorno de Ansiedade Generalizada e Transtorno do Pânico, chegar do Sul em pleno início da “quarentena” e me informar mais não me fez bem: preocupações com a saúde da minha mãe que tem 68 anos, com as minhas finanças, com minhas tias e avós.
Isso sem contar a saudade deles!
Mais: a saudade de Passo Fundo que, de repente, me bateu. Não das pessoas de lá, até porque eu não sou apreciadora de gente que elege fascista, mas da praticidade do interior e, especialmente, da minha família materna, das minhas segundas mães (tias) e priminhos.
Estar com quem nos ama incondicionalmente é um rejubilo e, se tem algo que eu tive e tenho em minha vida, isso se chama amor!
Bueno, antes de descer ao RS fiquei 3 dias em Florianópolis. Fiquei no hotel Torres da Cachoeira na belíssima praia de Cachoeira do Bom Jesus. Já conhecia todas da região (Canasvieiras, Ponta das Canas), mas essa não! Águas calmas, uma delícia! Fiz esse vídeo pra minha mãe e agora posto pra vocês “conhecerem” a praia:


No último dia fui “bater o ponto” em Jurerê! Pousada dos Sonhos: um encanto.
De Passo Fundo, além da saudade e do amor da minha família, trouxe lembranças de um encontro inesquecível com um amigo virtual de longa data.
No domingo ele foi de Porto Alegre para o Passinho (apelido com o qual chamo a minha cidade natal) me encontrar. Chegou à noite e minhas tias me levaram ao seu encontro.
Ele, lindo e charmoso, me esperava com uma espumante! Brindamos, conversamos um bocado e nos regozijamos por, finalmente, estarmos tête-à-tête. Obviamente, daí aos beijos foi um pulo!
Creio que não tenhamos tomado nem duas taças antes de nos entregarmos ao tesão que dominava o encontro. 
Nos despimos e, entre beijos e toques, ele desceu me chupar. Com talento e gosto, muito gosto e talento!
Eu estava ávida para abocanhá-lo também! 
Ele, no entanto, não tinha pressa alguma para me satisfazer várias vezes.
Antes de eu “cair de boca” nele já havia percebido um delicioso volume! Enchi a boca com gosto chupando-lhe. Uma delícia! 
Ele colocou a camisinha e veio sobre mim! Gozei incontáveis vezes com ele me comendo assim e de costas. Depois de muitos orgasmos líquidos, inclusive, bebericamos um pouco mais.
Eu adorei cada segundo e assuntos, afinal somos notoriamente afins, todavia eu não desconfiava do quão interessante é sua história! Da mesma forma, achei-lhe muito jovem para as suas experiências de vida... Risos... Muito jovem!
Entre risos e vinho espumante acabamos recomeçando! Dessa vez ele me beijava e masturbava intensamente, fazendo eu gozar diversas vezes em seus dedos e mão. Aliás, belíssimas mãos ele tem!
Me tocava na boceta e no cuzinho, deixando-me louca para senti-lo novamente: na boca, na bocetinha e no rabo.
Ele colocou a camisinha e meteu em mim, virou-me de costas e, a meu pedido, comeu meu cuzinho. Gozei e fiz squirts intensos! 
Inclusive, se dependesse de mim eu estaria há uma semana naquele quarto de hotel em Passo Fundo.
Certamente estaria.
Acabei indo embora de lá movida pela ardência dos meus olhos. Ficamos 3 magníficas horas juntos!
Na segunda-feira pela manhã eu desejava encontrá-lo de novo, todavia um amigo de uma tia, oftalmologista achou um “encaixe” para me atender: meus olhos estavam irritadíssimos. Segundo ele trata-se de reação alérgica a algum produto, como não me maquio, apenas uso rímel e batom, trata-se do produto usado nos cílios.
Fiquei triste por não conseguirmos nos ver segunda-feira. Mas, infelizmente a gente nem sempre consegue fazer o que quer!
Da segunda-feira restou essa doce mensagem: 

De toda forma, minha ida ao Sul foi feliz.
Da praia, do sol, da família ao encontro gostosíssimo. 
Inclusive, no sábado fui com minhas tias e vizinhos amigos comer o famoso “xis do Boka”, algo que faz parte da vida de todo passo-fundense: uma tradição da cidade, especialmente pela maionese divina! 
Nesse dia encontrei meu ex mais querido, que tinha a família mais problemática. Esse foi o que antecedeu ao marido e cuja mãe e irmãs me desprezavam por eu ser mais jovem e pobre. A razão do término foi sua apatia diante do desrespeito implícito e explícito no repúdio da família. 
E adivinhem com quem ele estava?
Com “alguma” esposa?
Com “algum” filho?
Não.
Estava com as irmãs.
A mãe faleceu há um tempo e, pelo visto, de onde quer que esteja deve estar feliz com o destino do filho pelo qual ela nutria um apego quase patológico. 
Nos cumprimentamos, claro. Assim como à minhas tias. 
Bem, realmente esses quase 10 dias foram “movimentados”! 
Deixo-lhes umas selfies da minha passagem
por Florianópolis e Passo Fundo. Algumas imagens deste corpinho ao sol que agora está ansioso e em quarentena, apesar de ser do tipo que nunca sai de casa.
Tenham uma linda semana!
Fé e força.
Pratique a empatia.
Se informe direito, mas cuide da saúde mental.
Se ame!
Leia.
Aproveite seus familiares em casa, curta a sua solitude.
Enfim, tente fazer dos limões uma caipirinha.
Beijos de luz!
















J