Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Verdade, nada mais do que a verdade.

Verdade, nada mais do que a verdade.

Sobre coisas que eu já li:
“Você é o exemplo do que ninguém deve ser...”.
Meu bem, sente aí e me acompanhe, pois neste texto estão verdades ainda não ditas que antecederão à outras que precisam ser ditas e serão. 
No futuro. No momento oportuno. Na forma oportuna.
Eu entrei na Faculdade de Direito com 17 anos, porque sabia que meu pai-provedor adoraria e eu jamais faria Medicina por total ausência de vocação (ter filho médico é sonho de boa parte dos pais, especialmente dos pouco letrados, ao lado de ter filhos juízes). Eu queria mesmo fazer Psicologia, mas me dei bem com as leis e me formei aos 22 anos. Por outro lado nunca consegui “realizar” os meus pais num "quesito", conforme citado ali entre os parênteses: fazer concurso, ter “tesão” por cargo público, ser juíza ou algo assemelhado, enfim, adentrar no crème de la crème de instituições jurídicas poderosas por meio da "amada, idolatrada, salve, salve" carreira pública. Do Direito, minha primeira paixão foi a Advocacia, a segunda e definitiva, o Magistério. 
Bem, entre o meu ingresso na Faculdade e a conclusão da minha Especialização, por exemplo, meus pais se divorciaram. O afastamento do casal vinha ocorrendo há anos, porém aos 23 anos eu estava recém-formada e me sentindo responsável pela minha mãe que, quando se casou, parou de lecionar e era, portanto, financeiramente dependente do meu pai que, ao longo dos anos, mostrou-se uma decepção completa, daquelas que vão ao fundo do poço e seguem cavando.
Na época ele adimplia a mísera pensão alimentícia dela, mas eu intuía a derrocada e não estava enganada. Aliás, em minha vida eu só estive errada quando ignorei a minha certeira intuição. 
Bem, neste ínterim de vida eu também sofri assédio sexual. Algo do qual nunca falei, mas, creio, seja necessário admitir para mim e para o mundo, pois a gente não se cura de feridas que abafa e tapa. Para mim e para minha mãe- minha sempre companheira e melhor amiga- eu já havia escancarado a situação, porém não falei dela em nenhum de meus livros anteriores, mas pretendo contar a respeito no terceiro, uma provável autobiografia que, ainda não me encorajei a escrever por não me crer tão “importante” no mundo. "Segurem" aí essa ideia, pois tornarei a abordar o assunto ao término deste texto!
Bem, eu mascarei o assédio que sofri. Fugia, negava, me afogava sozinha em comida e regurgitava depois. Vivi assim por anos, escondida, é claro. Ninguém conta para a mãe ou parentes que foi ao banheiro “colocar fora” a refeição. É triste, é vergonhoso e, ao mesmo tempo, se torna um círculo vicioso. 
A bulimia nervosa ia e vinha conforme eu me sentia mais forte e confiante ou mais frágil e atordoada. Na verdade eu nem sabia se era bulímica ou se tinha compulsão alimentar. Quando se sai da redoma da filha única mimada para a de uma jovem adulta sentindo o enorme peso da responsabilidade que a vida se encarrega de nos colocar nas costas, a gente não tem tempo para avaliar nossas intempéries psíquicas, logo, a fuga se torna uma aparente aliada, como um colete salva vidas no oceano que, por sua vez, irá nos afogar ao invés de salvar. Enfim, nem sempre regurgitar era um objetivo em si, às vezes era o mero prazer de comer, ou melhor, o placebo do prazer, aquilo que chamo de fuga do desprazer
Eu fiz sexo pela primeira vez aos 19 anos. Mais porque a minha melhor amiga também havia transado com o namorado dela. No fundo nem naquele momento eu queria aquilo. O que veio a incentivar, posteriormente o aceite do abjeto assédio por parte de um homem com idade para ser meu pai, além da provável bulimia nervosa.
Passada a fase em que me libertei do "relacionamento" que tive com meu outrora assediador, conheci um homem adorável com quem namorei por anos. Eu o amava, mas na época, confesso, eu nem sabia de verdade o que era amor próprio e equilíbrio! Era apenas uma jovem mulher de inegável inteligência e bastante persuasiva que convencia quem quisesse sobre qualquer coisa, inclusive a si mesma sobre sua força, seu poder e sua autoestima “inabalável”.
Como era de se esperar essa relação não me fez bem. Nem eu me fazia bem, não seria um homem cuja família não me aceitava pelo fato de eu ser mais jovem e de família pobre (em comparação à sua) que iria “salvar-me” na vida.
Como também era esperado, anos após eu tomei coragem e terminei o relacionamento, pois, apesar de ainda "amá-lo" (na época eu achava que era amor) passei a não aceitar mais a sua indulgência para com a família e machismo que chegou ao ápice quando ele se “implicou” com uma calça jeans que eu recém havia comprado, posto que ela era “justa demais” e não “combinava” comigo, segundo ele.
Fiquei poucos meses solteira e conheci outra pessoa. Um homem um pouco mais jovem do que o meu ex, por quem eu ainda nutria apego emocional. Todavia, entre idas e vindas acabei me entregando à nova paixão. Nova e letal. Uma espécie de heroína amorosa. Refiro-me ao entorpecente, obviamente. Essa nova paixão, ao contrário da anterior, contabilizava, ao longo de seus bem vividos anos de “atleta-garanhão” o imódico número de 3 filhos. Um com cada mulher. Não havia assumido afetivamente nenhum deles e brigava na Justiça para não pagar a integralidade da pensão do único reconhecido, na época, por meio de exame de DNA. O mais novinho, diga-se de passagem. Era um lindo menino que tinha a cara do pai que, por sua vez, afirmava tê-lo “feito” numa noite em que estava embriagado, sendo, portando, vítima do famoso “golpe da barriga”. O assunto da negligência afetiva motivou nosso primeiro e grande "embate", diga-se de passagem. 
De mais a mais, eu acreditava neste “inocente” homem. Defendia-lhe com unhas e dentes. E ações judiciais, inclusive. Eu que sempre me “anojava” fácil dos homens e os chutava como lixo, me apaixonei pelo cidadão que mais nojeiras aprontou na minha vida (talvez o nome disso seja carma!). Fato é que ele também era apaixonado por mim e tinha problemas com controle de impulso, coisa que, graças à terapia, descobri que também tenho. “Trabalharei”- psicologicamente falando, - sempre este “problema” em meu íntimo, é claro, todavia como todo problema, ele tende a ser resolvido quando a gente o descobre e investe na mudança.
Bem, tínhamos afinidades no que tínhamos de pior, logo a nossa mistura era uma bomba relógio!
“Mas, Cláudia, você falou em ‘problemas com controle de impulso’, o que isso significa?”
Ele era um sujeito intenso com problemas de autoestima escondidos sob o manto luminoso do ego. Certamente tinha suas razões para ser como era, todos  os seres humanos as têm, todavia, o que distingue um ser humano admirável do execrável é o que ele faz para superar os seus pesares ao longo da sua existência. 
E ele fazia na vida o que eu fazia com a comida. Usava várias coisas como fuga do desprazer sem importar-se com limites. Com ele eu aprendi a beber socialmente e, após casar-me, aprendi a beber antissocialmente e a usar qualquer remédio para fugir um pouco mais da autocrítica que eu deveria fazer acerca de minhas decisões equivocadas e carência da figura paterna, incluindo aí a negligência emocional que me levou à “entrega” e esta à paixão e esta ao casamento. 
Não, a gente não escolhe quando e por quem se apaixonar, mas se a gente escolhe fugir do desprazer através da comida e do álcool, a vida também nos possibilita a fuga do que chamo de prazer em potencial, pois existe em nós, lá no comecinho da relação, um alarme que soa e diz: “Vai, foge. Você sabe fugir. Fuja dessa relação. Run, baby, run!”. Eu não segui este alarme que soou muitas e muitas vezes. 
Acho que vi nele a heroína que eu precisava para me autodestruir graças a minha malfadada autocomiseração, mas não tinha coragem ou dinheiro para comprar e injetar, então me entreguei aos males e benesses de uma paixão doentia. Pois, sim, é claro que tem benesses, sobretudo para quem gosta de sentir prazer e adrenalina! Sabem, a música "Cada volta é um recomeço"? Cada recomeço é empolgante e divertido, ainda que sejam sonhos pelo avesso. Paixões bandidas são como dirigir em alta velocidade sentindo o vento nos cabelos, ouvindo sua música preferida em volume alto!
Só que existem curvas na estrada. 
Muitas curvas, poucas retas, de forma que o perigo e o risco sempre estarão sobrepostos ao prazer. 
Prazer genuíno é um bem que paixões e amores do bem nos fazem (e sim, eles existem). Amores abusivos e doentios nos trazem picos de prazer sucedidos de dor, muita dor.
Falando em estradas, foi graças a este ex-amor que parei de fugir da responsabilidade de dirigir e, após pagar o terceiro processo de habilitação, “tirei” minha CNH. 
E encontrei mais uma forma de sentir adrenalina, fugir do desprazer e, quiçá, me destruir um pouco mais sem saber! 
Eu corria, corria muito de carro. Corria na tortuosa rodovia entre a cidade em que morávamos e aquela em que eu mantinha meu escritório, corria nas cidades e, claro, “apostava” corrida mental com motoristas de outros carros em rodovias pelas quais eu nunca havia trafegado. Direção defensiva? Nunca pratiquei. 
Obviamente me acidentei algumas vezes, capotei um carro e etc.. Por fim tive a habilitação cassada e não me sinto "apta" a voltar a dirigir, mais por preguiça do que por qualquer outra razão. Carros se tornaram, para mim, bens de consumo pelos quais, ao contrário de perfumes, bolsas, cosméticos e livros, eu não nutro afeição e, consequentemente, não gasto dinheiro. Na sociedade capitalista-decadente atual isso é relativamente saudável, logo, manterei esta situação por algum tempo, pois, conforme dito, eu tenho preguiça.
Aliás, se eu acreditasse na teoria do pecado e tudo que, para mim, não passa de asneira, poderia me sintetizar como uma ode a 4 dos 7 pecados capitais: gula, preguiça, luxúria e ira!
Aliás, a ira foi uma impulsionadora da minha carreira de acompanhante de luxo e escritora. A luxúria foi a segunda razão, a raiva foi a primeira. 
Bem, voltando a minha emocionante vida afetiva: aquela relação, finalmente, teve o seu fim.
Eu terminei, é claro. 
A questão é que eu não terminei por, racionalmente, não querê-lo mais. Eu ainda era apaixonada e ele também. Ele evoluiu muito, mas ele era ele. Ele sempre seria quem sempre foi e num belo dia, na minha frente, ele gritou com um funcionário idoso que trabalhava há anos pra ele. Ali eu percebi que eu não deveria querê-lo, por mais que ele estivesse me tratando como sempre deveria ter tratado e me amando da melhor forma que lhe era possível, logicamente (atualmente, aquela “forma” de amar não me bastaria para deseja-lo sequer para um segundo encontro sexual remunerado, diga-se de passagem). 
Ele não era e nunca seria um homem admirável aos meus olhos, então eu deveria fazer o que não fiz anos atrás: fugir daquele cara, fugir daquela paixão. Não por não querer mais, mas por não dever querer mais quem não conseguia controlar a si mesmo.
Nunca soube e nunca se preocupou em aprender. Aí, a grande questão da vida humana: querer mudar, tentar mudar e/ou morrer tentando!
Enfim, sempre chega o dia do basta e, tal qual o início de qualquer relação afetiva, nem sempre ele é explicável racionalmente. É, apenas e tão somente, o dia que o copo transborda e a gente se extenua. A gente sofre aquela queda enorme. A gente cai na real!
Ou a gente foge nadando ou a gente se deixa afogar.
E eu nadei.
E o que enfrentei nos meses que sucederam a separação definitiva? (Pois, obviamente houve outras “não definitivas”).
Muito descontrole de impulsos. Muita comilança. Muito álcool. Muita autopiedade. Muita dor na lombar. Muito Tylex e muito Tramal. Muito sexo com caras mais jovens do que eu, bonitos e festeiros. Muita “baladinha” que eu nem curtia (nunca curti). Muita direção perigosa. Muita multa de trânsito. Muito choro. Muita tristeza. Muita festa. Muito êxtase. Muita alegria. Muito trabalho. Muito tédio. Muito “eu não sendo eu” para não parar de nadar e de fugir. Apesar dos pesares eu consegui e não voltei mais para aquela “floresta pegando fogo”, como denominou o meu terapeuta da época.
Contudo, eu descobri outra coisa bem inconveniente e destrutiva: a culpa. Culpa por ter cometido o ato de vingança, já citado nos meus livros. Culpa por não ter ouvido a voz que me mandava fugir do prazer em potencial lá em 2006. E culpa, descontentamento profissional, descontentamento familiar, descontentamento afetivo, autocomiseração e álcool resultaram em quê? Automutilação e uma tentativa de suicídio na calada da noite. Resolvi engolir uma taça de cristal. E engoli uma inteira e parte de outra, devidamente estraçalhadas dentre uma toalha.
Eu não queria sangrar de fora para dentro e fazer minha mãe ver a única filha esvaída em sangue e, ainda ter que limpar a sujeira, logo engoli os cacos no intuito de ter uma hemorragia interna, afinal o cristal continha partes largas que feriram minha garganta e deveriam perfurar algum órgão vital, supus. Mas, tal qual ao capotamento do meu carro em 2009, também sobrevivi a este ato estúpido em 2012. 
Acordei no outro dia e, como toda pessoa infeliz que acorda saudável, eu fui trabalhar com um sorriso falso no rosto, mas minha chefe viu os ferimentos nos meus braços. Sim, você leu certo: chefe. Em 2006/2007 eu era sócia de um dos melhores escritórios de criminalistas da minha cidade, mas, graças às minhas escolhas, em 2012 eu estava perdida, trabalhando num escritório de advocacia. 
Meu terapeuta sugeriu internação. Sequer um diagnóstico certo ele tinha, mas eu precisava ser detida. E aceitei, fui internada e fiquei 15 dias longe de tudo. E evolui um bocado. Inclusive o meu pai que, na época, só me ligava para reclamar da própria vida e pedir auxílio financeiro da filha que estava “quebrada” resolveu “reaparecer” e foi me visitar no hospital psiquiátrico em que eu estava.
Mais, eu estava gostando de estar lá!
Eu aprendi ali a importância de algo que quem não tem controle de impulsos e é inteligente tende a não ter e praticar: disciplina! Horários para acordar, comer, dormir, me exercitar, passear, lanchar, tomar banho. Eu precisava de limites, pois nunca os tive em casa, afinal eu era boa em tudo que fazia: na escola, nas amizades, na família. Sempre caseira, comportada, boa leitora, boa amiga, boa filha. Enfim, quando você é muito boa e leal como filha tende a ter regalias em casa! E, sozinha, tendo em mim a melhor amiga e eu nela, minha mãe me criou com muitas benesses, enquanto meu pai provinha o lar. Porque sim, ele foi um ótimo provedor!
Sou grata a ele por ter provido meus estudos nas melhores escolas e universidade local, assim como ao meu confortável padrão de vida. Mas ele não me proveio afetivamente. Deixou tudo isso para minha mãe que fez o que pode e eu tenho orgulho do que ela conseguiu fazer sozinha.
Bem, aqueles dias sabáticos de internação foram bons. Todavia, eu continuei viva e o que acontece com os seres vivos? Desapontamentos. Frustrações. Subidas e descidas. Porém, apesar de trazer comigo uma alma cansada eu passei a reagir um pouco e cada vez melhor a cada tombo que tive e, logicamente, foram vários. Fui noiva. Vivi uma união estável com outro filhinho de papai. Terminei. Tive outros namoros. Debandei de todos. No amor, voltei a ser aquela Cláudia que superestimava o sexo com compromisso e isso me levou a ter namoros curtos seguidos por um fim, pois minha lista de exigências se avolumou e todo o meu estoque de complacência afetiva já havia se esgotado, enquanto a idiotia masculina cresceu um bocado neste século!
Descobri a liberdade, o feminismo e, finalmente, me tornei uma mulher mais forte. Tornei-me, na faixa dos “inta” a mulher que eu achava que era lá atrás, nos “inte”. 
Hoje eu não desconto mais nada na comida. Eu desisti de encontrar alguém que me complete, pois aprendi a me completar e transbordar. Hoje eu escrevo, estudo, farei o que amo (Psicanálise) e ainda exploro minhas habilidades jurídicas, pois as tenho. Assim como tenho habilidades com marketing pessoal o que, digo-lhes pela primeira vez, me fez “famosa”!
Com o intuito de chamar a atenção masculina para os meus diferenciais como, na época, futura acompanhante de luxo, eu forjei a entrevista “reveladora” que “dei” para um site de acompanhantes de luxo aqui de Brasília, cidade que escolhi residir por intuição. Intuição esta que, desde 2016, tem sido a minha mais infalível e leal conselheira. 
“Como assim, ‘forjou’?”
Eu fiz as perguntas para mim e elaborei as respostas na exata proporção que, sabia, atrairia homens com a postura e conduta que eu desejava. Homens seletos, bem resolvidos e espertos. Ninguém daquele site me entrevistou! Eu me “autoentrevistei” e expus meu rosto e minha história ciente de que, mais cedo ou mais tarde, seria acidentalmente “descoberta”. Eu só não esperava que, em menos de 30 dias, eu estaria no G1 (Globo.com) e em diversos sites e jornais Brasil a fora! Eu não esperava que, como acompanhante de luxo, em menos de 45 dias eu estaria me dando ao luxo real de escolher (pela aparência e outros critérios) quem encontrar e quem não encontrar podendo exercer, sem temor algum, o meu direito de dizer “não” quando me aprouvesse, pois o que coloca muitas em risco é o anonimato, então, sim, eu disse “não” pessoalmente para muitos homens nestes quase 3 anos.
Tudo aconteceu de forma espantosamente rápida e eu consegui, um dia de cada vez, superar a revolta e o ódio gerados por uma demissão injustificada efetuada no início de um semestre letivo (período em que nenhuma Universidade de Direito do Brasil estaria contratando professores). Lembram o que falei sobre a ira? Eu me tornei acompanhante de luxo, pois cansada afetivamente, vivia uma fase profundamente misândrica em que acreditava que homens só serviam para o sexo. E, ainda, cheguei ao cúmulo da revolta com o patriarcado na minha profissão. 
Todo esse ódio me fez interiormente amarga por um tempo e geraram em mim lacunas que preenchi, eventualmente e de forma muito idiota, com alguns pileques e objetos destruídos em casa (vasos, por exemplo). Aprendi e aprendo diariamente a controlar os meus impulsos sem remédios desnecessários, pedalando, fazendo sexo com responsabilidade, cuidando do que e de quem amo. E, sobretudo, colocando amor em tudo que faço, pois, finalmente, estou me amando da forma que sempre precisei me amar.
Sobre a minha misandria? Por incrível que pareça, eu a perdi graças a minha vida como acompanhante de luxo! Conheci homens maravilhosos. Infiéis? A maioria, logicamente. A questão é: como criticar a infidelidade alheia quando a maioria costuma casar-se e ter filhos tão jovem? Como criticar a infidelidade alheia quando se exige tanto de uma pessoa na vida profissional e afetiva para parecer, ao mundo, alguém "respeitável"? Como criticar a infidelidade alheia quando a sociedade insiste que "sexo não é tudo num casamento" (como se algo, fosse "tudo" numa relação!) e que valoriza-lo é ser "frívolo", pois só "companheirismo e parceria importam", quando, na prática, sabe-se que "amor sem sexo é amizade" e que paixão e tesão são coisas boas que merecemos sentir para não padecermos de tédio na vida? Eu não critico mais, apesar de que, certamente, não me exporia a me envolver com um homem casado se eu não fosse acompanhante de luxo. 
Fiéis ou não, tive e tenho o prazer de ter a companhia de homens intelectualmente grandiosos que eu nunca conheceria se me mantivesse na minha vidinha programada e simplória, numa cidade rica do interior, vivendo numa casa confortável, trabalhando 10 horas por dia e usando a própria piscina só nos finais de semana. Tendo prazer como exceção, fazendo sexo e namorando apenas homens descomprometidos, mas limitados e hipócritas. 
Então, vai por mim, eu já fui o que “ninguém deveria ser” e fiz o que "ninguém deveria fazer", mas hoje, aos 36 anos, finalmente eu sou o que todos devem ser: felizes, livres e independentes das opiniões de gente tacanha que é tão frustrada que acompanha a vida dos outros com olhos rancorosos.
E, aqui eu retorno à ideia acerca da autobiografia. Tenho muito para contar! “O que eu chamo de assédio?”; “Por que eu cedi?”; “Por que tantas idas e vindas?”; “Como eu consegui cair e subir tantas vezes e, na contramão do ‘socialmente’ correto, do ‘admirável’ e do esperado encontrar sossego, maturidade e equilíbrio?” e etc.. Eu não acho que eu seja uma pessoa extraordinária, pelo contrário, sou uma mulher comum com uma história não muito distinta das de muitas outras mulheres comuns, mas eu acho que ela merece ser contada apenas por um fato: sou uma brasileira que abdicou da hipocrisia e, no auge da maturidade (“experimentada” entre 1982 e 2016) tomou as rédeas da sua vida como desejou sem importar-se com as opiniões alheias e “convenções sociais” da sociedade patriarcal, praticando a transparência irrestrita na internet, nos livros e nas suas redes sociais.
Foi pela verdade que eu emergi dos meus afogamentos e é só por ela que a minha história merece atenção. Verdade, nada mais que a verdade, somente a verdade e em nome da tranquilidade que, por sua vez, constitui-se em saber o que merece tolerância e o que merece repúdio, quem merece atenção e quem não merece nada, além da luta cotidiana contra a hipocrisia e o desejo de ser aceito e adequado em um mundo cheio de incoerências maravilhosas e maravilhas incoerentes que a gente aprende a ver quando supera os nossos próprios "poréns" e revolta interior.
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 06 de dezembro de 2018.

Horas e horas de sexo pleno!

Boa tarde lindas pessoas deste lindo mundo!
(Uau, estou notoriamente bem humorada hoje, quiçá beirando a "abobada iludida"...).
Bem, fato é que tive um agradabilíssima noite, ou melhor, "pernoite". Ou, melhor ainda: encontro de uma noite. Esse termo "pernoite", assim como o termo "cliente" e "trabalho" são contraditórios no que dizem respeito ao meu modus operandi na vida, mas, ao senso comum eles são válidos e, como não se pode esperar muito do "brasileiro médio" em muitos casos eu os utilizo.
Por "motivos técnicos" não pude registrar-me no mesmo quarto dele no hotel que, por sua vez, estava lotado na data de ontem, logo, tive que adentrar no local discretamente para ficar com ele. Tive sucesso na empreitada graças a meus óculos escuros e a uma pequenina bolsa em que levei perfume, escova de dentes, rímel e batom, enfim, o básico, além de preservativos e identificação. Por outras "razões técnicas" ele não poderia passar na farmácia, como de costume faz. Mas, em minha bolseta cabiam as várias camisinhas que sobraram de nossa última noite. (...Risos de entendedores de semântica...)
Bem, cheguei ao hotel à tarde, antes do compromisso dele. Vivemos intensas horas antes, diga-se de passagem. Ele comeu-me aos pedaços, saboreando cada parte do meu corpo e vestes: dos pés à calcinha arredada que, com sua boca, tirou de mim incontáveis orgasmos. Fui ao céu diversas vezes antes dele tirar minha calcinha e continuar me chupando da boceta ao cuzinho, muitas, muitas vezes, inclusive enquanto algum colega contava-lhe novidades ao telefone. Após tal ligação tirei meu vestido, mas mantive o sapato. Chupei-o e, a seu pedido, virei-me para ele também me chupar. Me chupar mais. Pedi para ele me comer de forma que, assim que ele colocou a camisinha e meteu na minha boceta comecei a gozar e fazer squirts. Um orgasmo atrás do outro. Ele ergueu minhas pernas, apoiando meus pés (com os saltos) em seus ombros. Comeu meu cuzinho de costas, dominando-me delicada e deliciosamente e, após muito gozo, pediu para ejacular em meus seios. Tirou a camisinha e gozou sobre eles. Caímos extasiados! Praticamente duas horas se passaram. Ele tomou banho e vestiu-se lindamente para o seu compromisso. Eu tomei um bom banho e desci jantar, tomei um Aperol Spritz, comi e subi.
Tomei um banho de banheira e logo que sai ele chegou. Aprumou-se e eu deitei nua espera-lo numa das camas (haviam duas camas de casal neste quarto que, obviamente, não foi reservado por ele), mais especificamente naquela que já estava úmida...Risos...
Entre beijos e toques, engrenamos para um 69 de lado que depois de muitas carícias e gozo evoluiu para a "colocação" de camisinha e penetração. Orgasmos intensos se sucederam. Desta vez eu quis sentar nele! Gozei muito sentando com minha boceta nele e, após um tempo, coloquei o pau dele no meu cuzinho. Ficamos muito tempo entre beijos, reboladas, enfiadas e squirts comigo sobre ele e de lado. Eu quis que ele gozasse na minha boca desta vez e "assim" se fez. 
Creio que tenhamos transado por cerca de duas horas novamente. Tomamos banho, conversamos bastante e dormimos até hoje pela manhã quando, após nos despedirmos, sai furtivamente do hotel. Ele seguiu para os seus compromissos e eu vim para casa, tomei um banho, lavei meus cabelos, comi muito bem e descansei. Pretendo retomar o descanso de onde parei, pois minha coluna lombar dói. Mas, certamente estaria "trabalhando" sem dor se estivéssemos juntos até agora.
Resta-nos esperar o próximo encontro! E que seja em breve.
Tenham uma linda quinta-feira!
Beijos de luz com uma narcísica foto de presente!(Quem me segue no @claudemarchi3 já viu!)



sábado, 1 de dezembro de 2018

Um reencontro absurdamente "fodástico" para terminar a sexta-feira!

Bom sábado adoráveis leitores e leitoras que me acompanham!
Tive ontem um reencontro indescritivelmente delicioso. Minhas energias e gozo foram tão intensos que, apenas após umas 10 horas de sono, coloco-me aqui para narrar-lhes um pouco do inenarrável!
Estávamos há no mínimo dois meses sem nos encontrarmos, pois ele, além de lindo, alto, charmoso, forte e inteligente, padece de ressaca moral pelas "escapadas" que tem comigo, o que, sexual e afetivamente falando, é uma lástima para mim e, infelizmente, o seu arrependimento não mudará nada em seu casamento, não, é claro, no quesito reciprocidade de desejo, tesão e apetência por sexo que, em muitas mulheres, costuma decair com o tempo.
Em muitas, não em todas, frise-se bem. Tenho fãs bem mais velhas do que eu com uma vida sexual de fazer inveja à jovenzinhas de 25 anos que mais gritam e uivam interpretando o que acham que seja um orgasmo do que, de fato, os experimentem.
Bem, já no meu quarto, comigo de salto e vestida com um pretinho básico, ele colocou-me contra a parede e começou a devorar meu corpo. Após, enquanto ele se despia, deitei-me e esperei ele e sua deliciosa língua que me leva ao êxtase! Antes de eu chupá-lo, ele colocou a camisinha e meteu na minha boceta, fazendo eu ter seguidos orgasmos com squirts, assim como quando sentei no pau dele e senti-lhe gostoso, inteiro em mim. Molhei-nos inteiramente gozando.
Tiramos a camisinha para eu chupá-lo! Engolir aquele pau tão tremendamente perfeito me fez gozar, ele sentiu com seus pés que tocavam minha boceta. Recomeçamos com outro preservativo e, desta vez, de lado, ele meteu no meu cuzinho. Enquanto eu rebolava naquele pau delicioso jorrava squirts na cama e nas minhas pernas. Ficamos assim, inovamos nas posições de forma fantástica e, em todas, tive muitos orgasmos. Como ele é forte e grande, adoro quando senta com seu pau delicioso na minha boceta e rabinho. Acabei pedindo por isso e ele o fez. Rebolei muito sentindo aquele pau delicioso na minha bocetinha molhada e incansável de gozar, assim como, depois, com ele atolando o pau todo no meu cuzinho que rebolava, afoito de tesão e para ter o seu prazer que, quando ele resolveu não mais segurar-se, eclodiu dentro da camisinha no meu rabo.
Foi, sem sombras de dúvida, uma transa épica!
O papo que a sucedeu, como de costume, foi delicioso. Tomei uma ducha, lavei as melenas, pois derreteram de suor e orgasmos, na sequência ele também tomou um banho e, logo, venceu o tempo combinado e ele teve que ir para seus afazeres.
Espero que a sua ressaca moral torne-se cada vez mais breve! Homens que casam-se demasiado cedo e mantém relacionamentos longos com parceiras da mesma idade e diferente intensidade de libido, seguidamente pegam-se neste impasse em certo tempo da vida: há amizade, cumplicidade, companheirismo e parceria, mas o sexo, quando ocorre, não tem mais tanta entrega e desejo por parte da mulher. Não são em todos os casos, por óbvio, mas, infelizmente, tal reclamação é comum, sobretudo oriunda de mulheres. Uma pena, confesso!
Bem, tenham todos um lindo final de semana, tal qual foi o meu final de sexta-feira!
Beijos de luz!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Um delicioso (re)encontro repleto de luxo: do sexo ao papo, do gozo ao riso!

Boa noite lindas pessoas que me acompanham!
Depois de alguns desencontros, tive um agradável encontro hoje. Dentre tantos gostos em comum, café artesanal é um deles, ontem ainda, apesar de não poder ficar comigo, ele deixou-me um pacotinho na portaria. Delicioso, tal qual a companhia no "presenteante".
Nosso encontro de hoje foi repleto de leveza, papos amenos, conversas mais profundas e troca de confidências. O tempo passou sem que notássemos, diga-se de passagem.
Logo que ele chegou quis tomar um banho, afinal veio do trabalho. Conversamos enquanto isso, sobre compras on-line... Risos... Depois, deitados, nos entregamos ao desejo recíproco! Ele já me fez gozar tocando-me e, depois, me chupando inteira, deliciando-se com meu corpo. Mesmo após colocar a camisinha e comer minha bocetinha sobre mim, ele tornou a me chupar, colocando-me de costas, inclusive.
De quatro metendo na minha boceta ele me fez gozar mais vezes e, quando chegou a sua vez, tirou o preservativo e gozou sobre meu bumbum e gostas. Gozou muito, inclusive! Algo que também me excita. Ele pegou o papel higiênico, limpou-me, mas como eu precisava ir ao toalete fazer pipi, acabei tomando uma ducha rapidamente.
Voltei, tomamos água, conversamos e rimos à beça! Foi um reencontro necessário nestes períodos em que, profissionalmente, vislumbro novos e sigilosos planos o que gera uma salutar, porém inquietante ansiedade que só compartilho com minha mãe, Zeus e Pequeno Bolota. 
Dentre nossos assuntos, como ele, "anonimamente" me acompanha no Instagram estava o da gama de mulheres analfabetas funcionais e de parca fineza, educação e classe que desejam, de mim, conselhos gratuitos, ignorando por completo o link de consultas existentes no meu site. Eis que, diante do que falávamos ele disse algo que, modéstia à parte, descreveu-me com exatidão: "a Cláudia é uma mulher de luxo que resolveu ser acompanhante. Luxo pela educação, formação, discrição, conduta...". Enfim, tal luxo não se compra e nem se vende e, certamente, as infelizes que me contatam sem respeitar meus horários, meus honorários e meu proceder querendo de mim uma "ajuda" que nunca ofereci ou oferecerei, poderão no máximo tornarem-se prostitutas, mas nada além disso: nada que inclua a palavra "luxo" na sequência. 
(Bem, ele é, sem dúvida um homem de luxo. Aliás, é isso que exijo dos homens com os quais me relaciono há tanto tempo e que estimo. Para os demais existem as outras. E elas são muitas!).
Antes de ir ele tomou um banho e deixou um pouco de perfume no frasco para mim. Perfume delicioso, por sinal, da mesma marca daquele que ele me presenteou recentemente, vez que o meu estava findando (Good Girl, da Carolina Herrera) e que, dentre os meus, sempre foi o seu preferido.
Bem, tenham todos um lindo final de quinta-feira!
Beijos de luz!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Duas esperadas, deliciosas e inspiradas horas na noite desta bela terça-feira!

Boa noite lindas pessoas deste belo mundo!
Cheguei em casa exausta do meu delicioso encontro, sexualmente agradabilíssimo e regado a uma deliciosa Chandon brut, perfeita para o meu paladar!
Ele esperava-me no hotel, muitíssimo bem trajado, belo e charmoso como costumeiramente.
Desta vez, porém, fui com um belo longuete da Colcci e, após alguns ardorosos beijos ele me despiu e colocou-se a me chupar, fazendo-me gozar muito.
Fizemos um 69, após ele abrir a champanhe e servir-nos! Entre beijos e carícias, entre orgasmos intensos e outros com squirts, seguimos aquele sexo delicioso. Ele colocou o preservativo e, sobre a mesa, colocou travesseiros, ergueu minhas pernas e aproveitou o melhor do meu cuzinho, sentindo meus squirts. Terminamos voltando à cama, (sob o risco de quebrarmos o vidro da mesa) onde eu o chupei e ele a mim, sentindo mais de "perto" meus orgasmos.
Colocou outro preservativo, sentei sobre ele com minha bocetinha e cuzinho, ele delirou de tesão, mas, na hora de gozar terminou finalizando na minha boquinha.
Após as duas deliciosas horas que tivemos e antes de eu tomar um delicioso banho, acabamos a champagne, conversamos e rimos um bocado sobre as vicissitudes e revesses da vida!
Cheguei em casa exausta, cochilei e, agora, acordei inspirada para contar-lhes estas duas belas horas da minha terça-feira à noite!
Beijos de luz e uma vida iluminada à todos, pois seres bem resolvidos não incomodam ninguém na vida!

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Excelente reencontro, excelente segunda-feira!

Boa tarde amáveis leitores e leitoras deste mundinho tragicômico!
Acordei inspirada hoje! Fui com minha mãe à uma ateliê de costura no Conjunto Nacional, pois precisava ajustar umas roupas que comprei recentemente pela internet (a Dafiti é tudo de bom!) e, também, comprei uma caneca linda para deliciar-me em grande estilo com cafés artesanais! Ah, bati uma selfie no espelho, segue o "registro":

Muito diva essa caneca, né?! Olhei pra ela e me apaixonei. Deixei meu número lá na loja, pois quero outras igual a ela! 
Bem, agora à tarde eu tinha um reencontro combinado desde sexta-feira. O cavalheiro veio para um compromisso profissional na cidade e não podia deixar de me ver. Então, pontual e lindamente ele chegou.
Viemos ao meu quarto conversamos um pouco sobre as atuais ocorrências de nosso país e, obviamente, as vergonhas constantes que sucederam ao 28/10 e que ainda teremos pelos próximos 4 anos, mas, para adocicar a situação, logo nos beijamos e caímos na cama.
Entre deliciosos beijos e um sexo oral fantástico que ele me fez, fomos para um longo 69! Gozei muitas vezes na boca dele e o chupei até ele pedir para me comer. Esticou o braço, colocou a camisinha e eu sentei no pau dele gozando e fazendo squirts até deixá-lo tão molhado que ele não conseguiu mais aguentar-se e terminou gozando.
Com o clima ameno, não chegamos a suar, apesar de estarmos úmidos de gozo e saliva! (Sexo bom nunca é "limpinho" e sempre descabela).
Conversamos um bocado e logo venceu o tempo que ele tinha para ficar em minha companhia. Tomou uma ducha e seguiu para seus compromissos. Eu, na sequência, fiz um café, estreei minha caneca nova e depois tomei um longo e relaxante banho!
Essa segunda-feira foi excelente, resta-me, agora, ler e, mais tarde, assistir a um filme com minha mãe. 
Tenham todos uma linda e produtiva semana!
Beijos de luz!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Começando bem o final da semana!

Bom dia lindos leitores e leitoras que me acompanham mundo a fora!
Está foi uma daquelas semanas em que o capeta abriu as portas do inferno e deu o número do meu celular para os energúmenos que de lá foram alforriados! Ou seja: não agendei encontro com ninguém e, ainda, fui incomodada pelas mulheres sem noção de respeito e bom senso que querem "dicas" e "auxílio" gratuito e que, por sua vez, são incapazes de ler os tutoriais que existem neste site ou o meu segundo livro! Enfim, só padeci de vergonha alheia nesta semaninha que, ao menos, "começou" a findar bem!
Tive um delicioso reencontro com um cavalheiro que vem me ver com frequência. Ele ia malhar, mas antes veio exercitar-se comigo, da forma mais completa e prazerosa possível, é claro.
Viemos ao meu quarto, nos beijamos acaloradamente e logo ele me colocou de costas, abriu o zíper do vestido que eu trajava, colocou-me de costas na cama, pediu para eu ficar de quatro e chupou-me inteira. Tirou suas roupas, deitou-se ao meu lado, excitadíssimo, e demos início a um delicioso 69. Ele estava quase gozando, mas quis segurar-se, colocar o preservativo e meter na minha bocetinha.
Gozei mais vezes assim e fiz squirts, terminamos virando e, comigo gozando e molhando-o sentada no pau dele, ele acabou gozando. Conversamos um bom tempo, rimos bastante e logo tornamos a nos beijar. Ele ficou excitado e quis me chupar mais. Me chupou e me masturbou deliciosamente, esticou o braço para pegar a camisinha que colocou e meteu na minha boceta. Percebeu que meu gozo umedeceu o meu rabinho e, assim, de frente pra mim e com minhas pernas erguidas ele meteu no meu cuzinho. Via eu jorrar gozo de forma que não tardou para gozar!
Foi excelente!
Uma transa deliciosa, ao contrário do meu "terceiro e último encontro" de segunda-feira em que, aparentemente, o parceiro não via o quanto eu gozava e fazia questão de demorar para gozar, num misto de vontade de me agradar e de exibir-se que só me fez anojar-me! Sou multiorgástica, gosto de homens que notam isso, me dão prazer e se entregam à transa sem ficar naquele "mete-mete" chato e sem fim depois de eu já ter gozado mais de 20 vezes!... Risos...
Bem, após nossa hora de prazer, ele tomou um banho e seguiu para a academia, eu tomei uma ducha e deitei-me descansar e ler um livro.
Bem, tenham todos um lindo final de semana!!!
Beijos de luz!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O encontro que começou repleto de orgasmos, mas terminou sendo o "último" de três!

Boa tarde pessoas adoráveis!
Eis que depois de minhas estupendas 3 horas em uma magnífica companhia semana passada, tive hoje um terceiro encontro com um cavalheiro muito querido e, comumente, gostoso.
Esperei-o ao fim da manhã e, após ele acarinhar Zeus e Pequeno Bolota, viemos ao meu quarto. Entre beijos e toques ele despiu-se, me chupou e, após colocar a camisinha, me fez gozar e fazer squirts diversas vezes. Meu vestido estava preso na minha cintura, então ele me levou para cima dele e eu o tirei. Sobre ele gozei mais vezes, assim como de costas, como, a meu pedido, ele meteu em mim e no meu cuzinho.
Sentei com meu rabinho no pau dele também! Fiz squirts e tive orgasmos incríveis! Todavia, ao longo da transa ele não gozava, estava suado e eu senti certo desconforto, uma espécie de cólica, então resolvi tomar uma ducha para assegurar se não havia, intempestivamente, ficado "naqueles dias", mas não, logo voltei e ele também banhou-se, pois suado. Neste ínterim, creio que a hora combinada estivesse chegando ao fim e, por azar, ele resolveu puxar assunto sobre minha forma de selecionar parceiros e, sobre o que ele chamou de "trabalho/profissão", coisa que quem me conhece, seja pessoalmente, seja por entrevistas ou pelas minhas redes sociais (sobretudo o Instagram @claudemarchi3) sabe que não me apetece, afinal faço tudo por prazer e exclusivamente COM QUEM ME APRAZ!
Por azar, por muito azar, vez que demonstrou total desconhecimento acerca da minha forma de ser e de pensar! Aliás, pareceu-me que estava lidando com qualquer uma, coisa que abomino. Segundo ele, como disse acima, o que faço é um "trabalho". Não sabia que não gosto de idosos e que dispenso homens apenas ao ver a foto e pela abordagem tosca. Disse que leu que conheci um casal numa "balada" e fiquei com o cara. Justo eu que odeio "baladas"! Ademais, ele precisa acessar o Belas 61 para clicar no link do meu site, pois acha "Cláudia de Marchi" difícil de decorar/saber...Risos... Disse-lhe que ele estava extremamente desinformado! Fora que ele achava que o valor era R$ 600,00, sendo que nos encontros anteriores que tivemos, em agosto e setembro, o valor era R$ 650,00 e ele pagou via TED! Valor que está igual há um ano, apenas em outubro mudei para R$ 700,00 e nossos últimos encontros foram em agosto e setembro.
Enfim, aquilo me broxou totalmente, mas, em respeito aos dois encontros anteriores que foram ótimos (vez que ele teve a decência de manter sua boquinha alienada calada!), prossegui conversando, me excitei e transamos novamente. Ele me chupou muito, mas não gozei mais, nem fingi, afinal não finjo, meu corpo fala por mim o que, pelo visto, ele nem sabe notar, vez que insistiu em delongar-se na transa a ponto de anojar-me, afinal depois dos meus múltiplos orgasmos ele poderia gozar e, ainda, recomeçarmos em seguida, mas ele preferiu ficar metendo, metendo e metendo com uma narrativa abjeta ao pé do meu ouvido! Éca!
Eu tenho multiorgasmos e, ainda, faço squirts molho os lençóis, o meu corpo, o parceiro! Além de tudo gozo fácil, logo, não há necessidade de um homem com menos de 35 anos ficar metendo, metendo, metendo, quando poderia gozar, descansar e recomeçar! Uma hora para uma mim dá para ter 100 orgasmos e o homem, no mínimo, 2! Não há porque ficar naquela "meteção" que depois de um tempo se torna enfadonha e chata, especialmente quando o cara resolve "narrar" a transa...
Por fim, após nossos banhos, ao invés de querer que ele gozasse na minha boca, como de costume faríamos se eu estivesse cega de tesão, disse para gozar nos meus seios (queria acabar com aquela transa de "meteção narrada"- como se eu fosse surda, burra ou desprovida de sensibilidade!) Enfim, eu já estava sem mais tesão por ele.
Gosto de homens que leem sobre mim, que se interessam, que sabem como penso, como sou e do que gosto, logo, este foi o nosso terceiro e último encontro. Foi bom até ele falar demais e demonstrar conhecimento "de menos", quase estigmatizador e delirante, para o meu gosto. Acompanhantes para homens como ele mostrou-se ser hoje, existem de sobra, eu dispenso. A julgar pelas perguntas que me fez ele merece qualquer uma, dessas bem baixo nível cujo único foco é a grana e fingir orgasmo em prol do lucro.
Bem, apesar de tudo, tive meus orgasmos! É incrível como o papo pode potencializar o meu prazer ou me broxar eternamente. Realmente, além de multiorgástica, o que mais me excita é a inteligência masculina e a habilidade dos homens de buscar desvelar a Cláudia por trás do anúncio, por trás do site e do estigma de "acompanhante de luxo". Isso me apraz, o resto anoja!
Beijos de luz!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Três deliciosas horas que eu não vi passar...

Eis-me aqui, lindas pessoas que me acompanham!
Tive, há pouco, um encontro sensacional nesta linda noite em Brasília!
Combinamos à tarde que poderíamos nos encontrar num hotel, vez que comumente nos encontramos aqui em casa, afinal o belíssimo e gentil cavalheiro reside aqui na cidade.
Pouco antes do horário que havíamos combinado ele me avisou que já estava no hotel, então me arrumei e fui ao seu encontro. Esperava-me com um delicioso vinho aberto! Tão logo ele abriu a porta e nos cumprimentamos iniciamos um longo e delicioso beijo que, no que dependesse de ambos, não teria acabado... Risos...
Mas, eu precisava colocar a minha bolsa em algum lugar, obviamente! Assim como queríamos conversar, afinal a afinidade "ali" não é meramente a física-química-sexual. Então ele nos serviu o vinho e, sentados num sofá, conversamos um tempo, entre beijos e boas risadas.
Na medida em que o clima foi fervento (pois quente já estava!), ele foi afastando a mesa de centro onde colocamos as taças. A saia que eu vestia era de linho bege e mais justa do que deveria, logo, para tira-la precisei ficar em pé. Ele, então me pediu para, ao tirar, apoiar meus braços na mesa, de costas para ele. Eu estava sem calcinha, pois qualquer uma das minhas marcava demais no linho. Fiquei em tal posição e ele me chupou inteira! Fui consumida por um calor e tesão tais que desamarrei sozinha a blusa que vestia e, ainda de scarpin, virei-me para ele que, então, estava se despindo.
Ajoelhei-me e o chupei! Eu ia convida-lo para irmos ao quarto, quando ele mesmo disse isso, vez que gosta de me chupar enquanto eu o chupo. Então fomos para o quarto e fizemos um 69 delicioso em que eu gozei muito naquela linda boca!
Na sequência ele colocou a camisinha e meteu na minha boceta me fazendo gozar muito e sem parar, até que ele também gozou! 
Ficamos bebericando o vinho e conversando sobre os mais variados assuntos no tempo que sucedeu ao nosso delicioso deleite que recomeçou quando nos beijamos mais acaloradamente. Eu o chupei mais ainda, tentando senti-lo ao máximo! Após ele colocar o preservativo fiquei de costas na beirada da cama e ele meteu na minha boceta e rabinho, mas nos distraímos um pouco e tornamos a descansar.
Entre um papo incrível e cheio de afinidades começamos a nos tocar e logo eu estava lá, excitada e chupando-lhe. Tão logo ele colocou a camisinha eu sentei no pau dele e gozei muitas, muitas vezes, inclusive sentando no pau dele com meu cuzinho. Ao longo do tempo, ele tirou a camisinha e eu o chupei, sendo que, com a ajuda da mão dele (a minha boca estava "cansada") consegui fazê-lo gozar novamente, na minha boca.
Ficamos mais um bom tempo que eu, sinceramente, nem vi passar! Fui constatar o horário após ele, muito cavalheirescamente, ter me deixado em casa ao som do bom e velho Kiss
Bem, realmente esta noite foi espetacular!
Tenham todos um bom restinho de semana...
Beijos de luz!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Os melhores prazeres da vida: gastronômicos, afetivos e carnais. (Não necessariamente nesta ordem!)

Bom dia gente linda deste mundo nem sempre tão lindo!
Acabo de chegar de um "pernoite" magnífico e esperado há meses. De regra, sempre que este adorável parceiro vem à Brasília curtimos uma noite juntos, com direito a jantar e muito papo, porém da última vez em que ele esteve na cidade isso não foi possível, não à toa planejamos com esmero o encontro deste mês que seria domingo, mas, por razões "técnicas" foi adiado para ontem, segunda-feira.
Fui, ao fim da tarde encontrá-lo no hotel e, mais tarde fomos jantar. Ah, por falar em jantar, dia 08/11 minha mamãe estava de aniversário e eu resolvi soltar o meu lado chef de cozinha em homenagem a ela! Não me aventurei a fazer nenhum bolo ou torta, então comprei uma na Daniel Briand, mas fiz salmão com camarões ao alho e óleo:


Até que ficou belo o prato, não?! Além de delicioso. Afinal, nem sempre o que é bonito e aprazível ao olhar, sacia o paladar e é gostoso. O mesmo vale para o sexo e suas outras delícias.
Bem, se existe uma pessoa que merece homenagens na minha vida, essa pessoa é a minha mãe! E 67 anos com saúde, pele firme e bom humor, certamente, não é pra qualquer uma!
Bem, falando em outras delícias e numa espécie mais profana de "homenagens" e prazeres, o encontro de ontem foi formidável.
Ele esperava-me no hall do hotel onde conversamos um pouco antes de subirmos. Como recém havia chegado de seus compromissos e havia passado o dia de terno, tomou uma ducha rápida. Eu tomei uma água enquanto lhe esperava. Nos beijamos e, após atender um telefonema, ele começou a me acarinhar, beijando-me inteira, dos pés a boceta, sem tirar minha calcinha, scarpin e vestido. Após despir-me me chupou e me fez gozar incontáveis vezes! Ele demorou um bom tempo para tirar a cueca e permitir-me tocar-lhe e chupar-lhe! Gozei muito antes de chegarmos ao momento em que pude "abocanha-lo"!... Risos...
Foram muitas carícias e toques até ele colocar a camisinha e meter em mim, fazendo-me fazer squirts incríveis e gozar com mais intensidade ainda! Gozei tantas vezes ali, na beirada da cama que ele não resistiu e terminou gozando também. Enquanto ele gozava tive mais dois orgasmos, pois o conheço e aquele orgasmo intempestivo dele me deixou ainda mais excitada!
Caímos na cama, conversamos mais um bom bocado e logo ele tornou a me beijar e tocar! Segui até o pau dele e me diverti chupando-o inteirinho... Ele levantou-se para pegar o preservativo e eu fiquei de costas. Então ele meteu na minha boceta, me fez gozar assim até que eu pedi para ele meter no meu cuzinho. Como de costume, ele meteu e me "arrancou" orgasmos intensos sentando sobre mim, de costas e, a meu pedido, de quatro. Demos uma pausa e continuamos após ele ir ao toalete tirar a camisinha e lavar-se. Então, com ele em pé, o chupei, engolindo-o inteiro! Ele ajudou com a mão e acabou gozando na minha boca.
Extasiados deitamos, ele foi tomar uma ducha e desceu fazer algumas ligações e me esperar antes de irmos jantar. Chovia muito, mas fomos à um delicioso restaurante italiano na Asa Sul. Como ocorre com frequência aqui em Brasília, o local era super aprazível e a comida também, todavia os garçons não tiveram a delicadeza de nos dizer que um prato servia dois tranquilamente, logo, acabamos comendo bastante de forma que quando chegamos no hotel desmaiamos. Há muito tempo eu não dormia tão intensamente, diga-se de passagem!... Risos...
Sexo fantástico sucedido de vinho e uma bela refeição são excelentes soníferos! (#anotem) Até tirei uma foto do meu frugalíssimo prato:
Bem, o nome deste post não é sem razão... Risos...
Tenham todos uma linda semana, tal qual a minha noite de segunda/terça-feira!
Beijos de luz!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sobre um primeiro encontro fantástico!

Boa noite prezados leitores deste universo confuso!
Tive uma magnífica hora nesta chuvosa tarde de quarta-feira. Acabei desistindo de ir prestigiar as palestras dos meus ex-professores de Especialização e orientador de TCC no Congresso Internacional de Direito Constitucional que está ocorrendo no IDP.
Com terapia eu superei bastante meu "baque" emocional de ser reconhecida e assediada em locais cheios, pós-fama, todavia, lugares onde o patriarcado reina, como é o caso de ambientes jurídicos, me causam certa ojeriza. De mais a mais, a chuvinha estava propícia para leitura e descanso.
Hoje pela manhã um lindo homem contatou-me. Foto e nome no WhatsApp, rosto lindo, abordagem objetiva, mas polida e educada. Senti uma energia estupenda e combinamos o encontro.
Ele chegou pontualmente! Mais bonito ainda pessoalmente, sorriso lindo, leve e super simpático. Eu estava atrapalhada, pois o sujeito que veio ver um problema na NET recém havia saído e, apesar de eu estar com um vestido que possibilitava o uso de calcinha, não vesti, pois não deu tempo de procurar, apenas tomar banho e vestir-me.
Enquanto nos beijávamos ele começou a me masturbar, tirou meu vestido e eu a camiseta que ele vestia. Deitei na cama e ele me chupou de forma tão deliciosa quanto o beijo. Disse-lhe que também queria chupá-lo, ele deitou-se e tirou a cueca. Um pau tão lindo quanto o corpo! Caí de boca nele que sugeriu um 69. Fiquei sobre ele chupando-lhe enquanto ele me chupava! Gozei e fiz squirts na boca dele, tamanho o meu tesão em ter aquele pau na minha boca! Ele terminou gozando deliciosamente. Enchendo a minha boca.
Deitamos e conversamos. Ele é jovem, mas aparenta ser ainda mais. Entre um papo e outro tornamos a nos beijar e ele me masturbando. Tive orgasmos na mão dele e senti o pau dele duro de novo. Estava louca para ele meter em mim, então pedi que colocasse uma camisinha. Ele colocou e veio sobre mim, sentindo-me quente e gozando inúmeras vezes! Quando ficamos de lado, como eu estava com o bumbum molhado dos meus squirts, ele foi colocar e entrou no meu cuzinho. Um encaixe perfeito que me fez gozar demais. 
Terminei ficando sobre ele, sentando com meu cuzinho no pau dele e jorrando gozo, sentindo-lhe inteiro! Ficamos nesta posição por bastante tempo até eu lhe pedir para meter de quatro! Uau!!! Que espetáculo. Que delícia!
Eu, descabelada, derreti-me gozando e ele suando. Paramos um pouco, até porque eu senti sede. Ele foi tomar um banho, eu me hidratei e tomei uma ducha na sequência. Voltei e ele estava excitado. Nos beijamos e eu fiz o que tanto queria: chupa-lo mais! Pau lindo, ele todo depilado, se eu pudesse estaria fazendo isso até agora. Chupei-o, alternando entre enfiadas mais profundas na minha garganta e outras mais leves, para senti-lo bem. Fiz isso até ele gozar de novo na minha boca.
Tomamos um pouco de água, curtimos mais deliciosos beijos e logo ele teve que ir.
Educado, já havia deixado os honorários sobre minha corujinha (nova decoração, substituiu o buda que ficava no mesmo local, sobre meu frigobar, com a luminária). Vestiu-se, levei-o até a porta e, espero, volte logo para a cidade.
Após fiz um lanche e agora vou assistir a um filme ou série com minha mãe!
Tenham todos uma linda noite!
Beijos de luz!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Sexo fantástico, orgasmos e squirts abundantes num encontro mega intenso nesta segunda-feira!

Boa noite pessoas amáveis que me seguem!
Eis que, para iluminar está segundona, reencontrei um parceiro que andou demasiado assoberbado com o trabalho e, infelizmente, ficou um tempo sem vir me visitar!
Apesar de eu estar com a pele descamando por conta do peeling, não ia deixar de recebê-lo! No horário que combinamos ele chegou, lindo e elegantemente trajado, como de costume.
Dei-lhe os cabides, pois Zeus invadiu o quarto durante à noite e sempre deixa seus pelinhos de lembrança. Ciente qde que eu teria incontáveis orgasmos e squirts com ele, achei por bem deixar para colocar o cobre leito lavar após nosso delicioso encontro... Risos... Economizar água faz bem ao meio ambiente!
Aliás, delicioso define superficialmente o sexo fantástico que tivemos. E fazemos! Ele tirou meu vestido e, despido, beijou-me e esfregou-se em mim que ainda estava de calcinha. Então ele tirou-a e me chupou deliciosamente até me fazer gozar. Eu o chupei também, engolindo aquele delicioso pau até passar da minha garganta!
Tão logo ele colocou a camisinha eu segui gozando com squirts, o que, rapidamente, molhou muito os lençóis. Após, sentei no pau dele e gozei litros. Ele tocou meu cuzinho com o dedo e eu pedi para ele me comer por trás, todavia, o tesão era tanto que acabei sentando com meu cu no pau dele. Gozei e fiz tantos squirts a ponto de encharca-lo! Ele queria tirar o preservativo e gozar na minha boca, mas não deu tempo e acabou gozando assim, no meu cuzinho!
Ficamos curtindo o êxtase e, após ele tomar uma ducha, conversamos bastante sobre a tragédia do analfabetismo funcional e político, assim como o repúdio do povo manipulado aos intelectuais e experts de renome mundial e seu ódio ao "comunismo" sendo que nem sabem o que ele significa. Assim como, notoriamente, desconhecem o significado de fascismo. 
Entre beijos e bom papo o tempo passou sem que percebêssemos e, após o meu banho ele viu o horário e teve que ir! Eu fiquei realizada, coloquei os forros de cama lavar e fiz um lanche.
Tenham todos uma linda semana, tal qual foi o fim da tarde da minha segunda-feira!
Beijos de luz!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O segundo encontro da semana na manhã do feriado: intensidade define!

Bom dia prezados leitores e leitoras deste mundo louco!
Acordei cedo, apesar de ontem ter ido com uma amiga conhecer um local no Sudoeste chamado La Bodega Roja. Um encanto de local com bela variedade de vinhos, tapas deliciosas e um buffet de queijos e acompanhamentos adorável! Enfim, acabei tomando bastante espumante... Risos... 
Mas, enfim, foi muito divertido nosso reencontro, pois estávamos desde o Maranhão sem nos vermos pessoalmente, só papeando no WhatsApp e Instagram.
Bem, hoje eu tinha um encontro programado para as 9 horas com um cavalheiro sensacional com o qual sempre me divirto: dos orgasmos ao papo.
Hoje, todavia, não podemos conversar muito tempo vez que ele tinha compromisso, mas o reencontro foi fantástico como sempre! Ele me despiu e, entre beijos e toques, me fez gozar ainda de pé, contra a parede. Depois me colocou deitada e me chupou deliciosamente, esbaldando-se com meu gozo.
Colocou a camisinha e meteu na minha boceta sobre mim e de quatro. Posição em que meteu no meu rabinho, me fazendo gozar e fazer squirts. Sentou-se sobre mim, apreciava meu corpo e bumbum e metia! Acabei tendo uma cãibra na coxa direita. ... Risos... Acho que a espumante de ontem acelerou a diurese a ponto de me fazer perder sais minerais... 
Interrompemos para eu me recuperar e na sequência recomeçamos. Chupei-o antes dele colocar a camisinha e meter na minha boceta sobre mim, com minhas pernas erguidas (adoro!) até gozar. Deitamos exaustos e saciados, tomamos uma água e logo fui tomar uma ducha. Em seguida ele tomou um banho e seguiu para seus compromissos.
Eu fiz um lanche e realizei minha inscrição no Congresso Internacional de Direito Constitucional que ocorrerá semana que vem no IDP. O Dr. Ingo Sarlet, meu orientador do TCC da Especialização em Direito Constitucional será um dos palestrantes, fiquei muito feliz ao verificar isso. 
Bem, agora vou descansar, pois beleza não se mantém sem sono...Risos...
Tenham todos um belo feriado!
Beijos de luz!

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Um encontro "diferente" e especialíssimo com um adorável conterrâneo gaúcho!

Boa noite pessoas adoráveis!
Eis que voltei!
Tive alguns problemas decorrentes do luto pós domingo, mas cá estou firme e forte, loira e linda...Risos...
Bem, estou sorridente e faceira porque acabo de chegar de um encontro! Fazia um tempo que não nos víamos, mas meu adorável parceiro do 
RS esteve hoje em solo candango.
Esperava-me deliciosamente despido! Nos abraçamos e logo estávamos nos beijando... Ele tirou meu vestido, ajoelhou-se na beirada da cama e me chupou de forma certeira, como de costume.
Mudamos de posição e ele, literalmente, me comeu com a boca e eu a ele. Chupou minha boceta e me fez gozar inúmeras vezes, o mesmo após eu abocanha-lo, quando chupou meu cuzinho e boceta, comigo de costas.
Eu cheguei a pedir para ele me comer, mas tanto eu quanto ele estávamos extasiados naquele sexo oral recíproco e intenso. Eu gozava ainda mais e com squirts quando ele me chupava e tocava enquanto e após eu chupar-lhe!
No decorrer da transa (porque sim, sexo oral é sexo!) ele começou a me masturbar. Meteu um, dois e mais dedos! Eu fiquei excitadíssima e tentava chupá-lo mais e engoli-lo, mas não conseguia. Todavia, gozei nos dedos e mãos dele assim, naquela "situação" deliciosa e totalmente inédita pra mim! 
Depois consegui cair de boca no pau dele, mas, na hora de gozar, ele veio sobre mim e jorrou porra nos meus seios! Uma delícia de foda, uma delícia de encontro!
Tomei uma ducha, voltei ao quarto e tomamos duas mini-Chandon que ele tinha comprado especialmente por saber que gosto! Ele é um conterrâneo muitíssimo especial...
Bem, vou jantar e assistir um pouco de uma série cômica que estou assistindo, chamada The Good Place
Tenham todos uma linda noite!
Beijos de luz!

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Uma deliciosa diária (presente!) no meu hotel predileto e um encontro mais que perfeito!

Boa tarde lindas pessoas deste mundo!
Ganhei uma deliciosa diária no meu hotel predileto ontem, de um parceiro igualmente delicioso... (Quem me acompanha nas redes sociais já sabia!).
Apesar do clima não ter ajudado muito eu descansei um bocado, pois não está sendo fácil ser brasileira, pensante e constitucionalista nestas vésperas de eleições aqui no Brasil. Especialmente na última semana, pois estou só com Zeus e Pequeno Bolota em casa, minha mãe chegará amanhã de viagem.
Eu sou uma pessoa que se relaciona e convive com poucas pessoas. E eu amo isso! Aliás, se tem algo que eu nunca queria mudar na minha vida, é isso. Tenho uma mãe amigona, tias maternas amáveis e amigos leais. Desde 2016 não tenho mais convívio hipócrita de coleguismo e pseudoamizades que são muito parceiras na hora dos brindes e não das lágrimas. Me relaciono muito bem com meus parceiros sexuais, mas pouquíssimos se tornam amigos. Meu pai, por sua vez é um dilema! Um dilema que, ontem, deixou-me especialmente triste e chateada. 
Bem, de fato ele não faz mais do que a sua obrigação em respeitar as minhas escolhas, todavia nunca ouviu meus conselhos jurídicos, gastou milhares de reais com a minha educação e sempre ignorou minhas opiniões. Ele não terminou o primeiro grau, mas até sobre o que eu tenho expertise ele já tentou me ensinar. Contou-me inúmeras vezes que a Friboi era do Lulinha, nunca votou no PT, para ele, caminhoneiro, o governo Lula o “quebrou”. Todavia, sei mais do que ninguém que o que houve foram negócios mal feitos. 
No primeiro turno ele votou no Ciro! Pela primeira vez na vida, votou num candidato de esquerda. Agora ele vai votar no coiso fascista, pois “jamais votaria no PT”. Durante 36 anos da sua vida de caminhoneiro autônomo a direita governou e ele nunca enriqueceu, mas dos 12 anos do PT ele reclama. Também admite que o PT fez o que ninguém fez pela educação no Brasil. “Mas, então pai o outro é um fascista que...”. Ele interrompe: “O que é isso?”. Eu explico. Ele faz o que sempre fez com a opinião da filha que, para o azar dele, nasceu mulher (do contrário ele ouviria): ignora. 
É triste ver o seu pai e tantas outras pessoas relevando machismo, homofobia, racismo e xenofobia, sendo ele casado com uma descendente de índios e negros, residente no interior do Maranhão. É triste ver que seu pai, enfim é mais um dinossauro votando no meteoro e que se depender do presidente “dele” a sua filha será banida do país. E ele não está ligando pra isso, afinal “nunca vai votar no PT”
Ocorre que domingo trata-se de um plebiscito: democracia X fascismo! Não é PT, Haddad, Lula. É a democracia a favor da qual está Alckmin, FHC, Marina, Madonna e até o Papa! Ninguém deveria ceder à barbárie. Mas, infelizmente as correntes falaciosas de WhatsApp e o analfabetismo funcional, além da total falta de empatia, estão saindo vencedores no Brasil em 2018. Tal qual foi (a falta de empatia, apenas) na Alemanha em 1933. Sem plano de governo analisado, sem sequer debates, apenas discurso raso e identificação popular...
...
Eis o caos!
...
Bem, sobre o meu encontro ontem à noite, inexistem adjetivos hábeis a descrevê-lo. Foi longo e intenso. Transamos por horas, eu tive orgasmos incríveis e, quando ele se foi, não havia um lugar na cama em que eu não tocasse no úmido dos squirts que fiz ao longo da noite, sentindo-o na minha boceta e, também, no meu cuzinho. Sobre mim, especialmente. Uma posição que adoro, pois posso senti-lo no fundo, beijar e ouvir. Ouvir o que quer que seja, pois me excito. Aliás, beijar aquela linda boca me levou à loucura incontáveis vezes!
Como disse, apesar de ter me presenteado com a diária ele não dormiu comigo, apenas curtimos algumas horas, inclusive na banheira, conversando sobre o, (possível) catastrófico destino do nosso país. Ele, muito mais otimista do que eu, diga-se de passagem!
Enfim, certamente teria sido muito melhor acordar e poder repetir um pouco do que vivenciamos ontem à noite, mas, terminei curtindo o belo café da manhã e, mais tarde, vim pra casa organizar o ambiente para esperar minha mamãe!
Tenham todos um lindo final de semana!
Beijos de luz, pois, mais do que nunca ela (a luz), faz-se necessária!

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Orgasmos "bombásticos" e uma "intervenção" inusitada!

Boa noite adoráveis pessoas!
Acabo de chegar de um delicioso reencontro! Infelizmente, não nos encontramos na última "vinda" dele à Brasília, não foi o caso desta esplêndida noite de quarta-feira.
Cheguei ao hotel no horário que combinamos. Infelizmente ainda estou fazendo meu tratamento dermatológico para as sardas, logo perco um tempo passando corretivo onde está descamando e vermelho... Risos... Mas, enfim, não me atrasei!
Ele me esperava, como de costume, na recepção. Subimos conversando e, ao chegarmos no quarto eu peguei uma água. Batemos um papo leve até nossas bocas se encostarem e aquela química toda eclodir!
Ele me toca, me estimula e acaricia sem pressa e com perfeccionismo. Ficamos em pé nos beijando e acariciando por um bom tempo! Ele ainda elegantemente trajado e eu, neste momento, só de calcinha. Acabei me deitando enquanto ele tirava a calça e os sapatos, sem tirar a cueca. Ele beijava minha boca e meus seios e, estando eu, ainda, de calcinha, esfregava o corpo dele no meu. Depois suavemente tirou minha calcinha e caiu de boca em mim me fazendo ter incontáveis orgasmos!
Eu o chupei calmamente antes dele colocar o preservativo e, sobre mim, entre beijos deliciosos e toques, meter na minha boceta! Tive uma sequência homérica de orgasmos intensos e squirts com ele dentro de mim e, após, sentando nele.
Aparentemente eu me empolguei demais de forma que interromperam-nos, pois a pessoa do quarto ao lado incomodou-se com os barulhos. Fiquei extremamente vexada! Foi, literalmente a primeira vez na minha vida que isso aconteceu. Não apenas nos últimos 30 meses em que sou acompanhante de luxo, mas da minha vida toda! Todavia, o clima não esfriou e ele continuou dentro de mim e, dessa vez, tapava-me a boca quando percebia que eu poderia, como antes, gemer um pouco mais alto.
Foi uma delícia! Acabamos indo para o banheiro, pois estávamos suados. Os meus cabelos que estavam úmidos amassaram, assim como o rímel escorreu. Sexo bom descabela e não nos deixa esteticamente "nos trinques"!...Risos...
Voltamos do banho acesos e nos beijando! Eu queria chupá-lo, mas não achei confortável fazê-lo no chuveiro... Então, ali no conforto da cama úmida de gozo eu o chupei e ele acabou gozando na minha boca.
Nos beijamos, conversamos um bom tempo, até eu perceber que já estava tarde e que eu devia voltar, pois não havia limpado a caixinha de areia do Zeus e do Pequeno Bolota antes de sair. Eles não usam o seu "banheirinho" se está sujo e, sei, próximo a meia noite eles costumam fazer pipi. Tomei outra ducha para "arrumar" as melenas, vesti-me e tive que me registrar na recepção, coisa que não havíamos feito ainda e solicitaram enquanto eu estava no banho. Eu pedi à ele a gentileza de descer comigo, pois eu estava constrangida e temendo alguma brincadeira vulgar ou machista por parte de quem havia interfonado anteriormente. Ele desceu e me acompanhou até o Uber. Sou meio tímida no traquejo social, sobretudo depois da "fama".
Bem, agora vou dormir o sono dos felizes que tiveram múltiplos orgasmos à noite. Ganhei uma estádia no Royal Tulip amanhã de um adorável e saudoso cavalheiro que só poderá me ver à noite, logo, se não chover, pretendo tomar um solzinho e curtir a quinta-feira no hotel.
Beijos de luz!

Um encontro e várias "idas" ao céu no dia do aviador!

Boa tarde digníssimos leitores e leitoras, estou em débito com vocês!
Minha internet aparentemente é hidrofóbica, assim como a linha telefônica residencial, comumente, "caem" quando chove e, agora (benzadeus!) é período de chuva aqui no planalto central.
Bem, ontem, no dia do aviador, tive um encontro delicioso, daqueles que me levam às nuvens! Pela primeira vez pudemos tomar um vinho e, inclusive, sentar-nos numa das minhas fofíssimas poltroninhas da sala de estar, afinal estou sozinha em casa, minha mãe retorna sábado.
Sentei em seu colo na poltrona, após termos brindado e bebericado o belo vinho francês que ele nos trouxe (a meu pedido, de "taninos suaves"). Nos beijamos e viemos ao meu quarto. Ele despiu-se, desta vez sem precisar dos cabides, pois estava com traje informal.
E, admirando-me, tirou meu vestido e calcinha, então colocou-se a me chupar e me masturbar, me fazendo gozar algumas vezes. Virei-me de costas e ele seguiu me chupando, lambendo meu cuzinho e me masturbando com um vigor perfeito. Gozei diversas vezes em seus dedos.
Então ele me virou, colocou o preservativo que estava ao lado e meteu na minha boceta. Eu já estava gozando seguidas vezes e continuei, inclusive fiz squirts que ele sentiu e ficou extasiado. Após muitos orgasmos ele tirou a camisinha e gozou na minha boca.
Seguimos num papo agradabilíssimo que se estendeu no tempo que, confesso, nem vi passar. Após ele ir eu terminei o vinho e um filme que estava assistindo. Leve e feliz, como de costume!
Tenham todos um bom restinho de tarde!
Beijos de luz!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Sobre os bípedes circunstanciais que me abordaram recentemente.

Sobre os bípedes circunstanciais que me abordaram recentemente. 

Tem sempre um macho vindo até mim para passar vergonha.
O empenho deles em fazer papel de ridículo varia: tem os que não sabem se comunicar, os que ainda não compreenderam que meu WhatsApp existe para contados educados e objetivos com o fito de marcar um encontro, tem os bolsominions que não se resignam com a minha liberdade de expressão e de ser quem eu sou, sendo feliz independente da opinião alheia e, claro, tem os assediadores, os que insistem em me menosprezar e achar que eu sou "mais uma", apenas mais uma "puta" interessada em dinheiro acima de qualquer coisa.
Eles me julgam pelo que eles são.
Eles não me conhecem.
Eles acham que podem me pisar sem ter revide.
Eles acham que podem falar idiotice e vão ter de mim a "passividade" de uma "puta qualquer".
Eles estão errados, pois os desclassificados são eles.
Enfim, eles não sabem nada a meu respeito e eu faço questão de mostrar-lhes quem eu sou.
Antes de colocar os exemplos de contatos abjetos que recebi entre ontem e hoje no meu Instagram (@claudemarchi3), sendo um seguidor do fascista e outro um crente sem noção do ridículo, coloco abaixo uma série de "oi", "tudo bem?" e "olá" que recebo. 
Já cansei de escrever que eu não respondo a isso.
Se me chamou seja inteligente o suficiente para formular o que lhe "trouxe" até a mim de forma educada e objetiva ou, por favor, me poupe, se poupe e nos poupe: não me chame!
Quando o cara é razoavelmente bonito e me dá um "oi" eu espero 30 minutos antes de bloquear. Se for feio eu salvo como "feioso" e bloqueio direto.
Vejam os "tipos" dos últimos 19 dias, pois se eu me delongar na data este texto não termina hoje:

























Eles não são capazes de ler um anúncio, de acessar um site e colher informações. Sem contar que 95% é intragável, do tipo que me faz achar o pau-de-arara (algo que logo voltará à moda, graças ao pobre de direita imerso em antipetismo) mais atraente do que a sua companhia! 
E, por fim, chegamos aos escrotos do Instagram...
Comecemos com Claudio Barros o defensor do fascista, o bolsominion que eu nunca vi e nem quero ver na vida (quem tem o presidenciável que ele tem é gente perigosa, além de intelectualmente deficitária e preconceituosa) e veio, ontem, me chamando no Direct demonstrando todo seu desconhecimento acerca de História e, claro, de mim.
Com certeza ele nunca leu uma entrevista que dei. Do G1 a Folha de SP e Uol. Sinal de que não "estounos grupos bancados pelo Caixa 2 do candidato dele! Até porque eles são a favor da "família tradicional brasileira", do "sagrado matrimônio" e de toda a hipocrisia com que regem suas insossas vidinhas (tão insossas que eles encontram tempo para se preocupar com a minha)!



Hoje, acordei linda e plena quase 11 horas da manhã e me deparei com Bruno Otávio me chamando no Direct.
Coitado do Bruno Otávio! Ele foi incapaz de ler o meu perfil e clicar no link www.claudiademarchi.com.br que aparece lá, onde constam os valores do meu tempo.
E também consta que eu não vendo consentimento, corpo ou sexo, mas o meu "time" e ele é um só: R$ 700,00 a hora.
Quer anal? Eu sempre quero, então teremos.
Quer só anal? Se beijar bem e for educado e gostoso (coisa que Bruno Otávio nem sabe o que significa), também teremos.
Quer só oral? Se me chupar também teremos.
Quer tudo e mais uma vez? Teremos.
São R$ 700,00 a hora sempre. Sem abatimento e sem majoração de valores, exceto se exceder a hora. 
Simples.
Mas, para Bruno Otávio, um hipócrita com frase cristã no perfil, eu sou "só uma puta".
E puta não tem nem nome, né?! Tem que ser chamada de "amor". (Éca!)
Então, tá beleza!
Bruno Otávio conquistou a tão "sonhada" vergonha e foi parar naquilo que ele, "inteligente" que é, chama de "feend". E aqui, inclusive, afinal, se a pessoa tem cara de pau e coragem para me mandar mensagem escrota, tem que ter cara e coragem para aguentar as consequências, certo?!
Sim, certo. (Era uma pergunta retórica)





Vejam que Bruno Otávio tentou me ameaçar, mas foi bloqueado antes.
Eu não tenho medo desse tipo de bípede circunstancial. Está para nascer um "taradinho de internet" que me amedronte hoje em dia.
Em 29 meses como acompanhante de luxo eu posso dizer com cátedra: não existe brio e coragem por parte destes tipinhos. Aliás, eles nem sabem o que estas palavras significam.
Enfim, deixo aqui este desabafo, pedindo-lhes: por favor, machos toscos, não me procurem, ou aguentem a exposição e o escárnio nas minhas redes sociais e aqui, é claro.

Cláudia de Marchi
Brasília/DF 18 de outubro de 2018.