Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Sexta-feira docemente agitada!

Boa tarde meu lindos!

Tive uma sexta-feira atípica, porém mais do que excelente!
Energias reabastecidas em dois dias de folga e sono, muito sono, fiquei das 8 às 14 horas com um cliente assíduo.
Divertimo-nos muito na suíte presidencial de um motel! Linda vista para a cidade. Usamos um pouco de tudo, piscina, banheira e aquela cadeira que propicia algumas posições bem legais, em que pese só tenhamos “feito” duas! Risos...
Gozei muito nela e naquela gigantesca cama. Cliente afetuoso, tarado, inteligente e querido! Tomamos café lá e almoçamos queijos e um belo vinho Malbec. Sexo abre o apetite! É muito bom ter uma companhia, ainda que por pouco tempo, que nos faça sentir-nos à vontade.
A verdade é que tempo, para mim, se mede em intensidade de bem estar. Do que adianta ter uma companhia dia e noite e não vivenciar momentos de entrega, alegria e prazer com ela? Com o tempo a gente vai aprendendo a valorizar a qualidade dos momentos e não a sua duração.
Às 16:15 atendi um outro cliente que tornou a me ver! Transamos ardentemente depois conversamos e demos muita risada. De filmes chatos à “bolsominions” e homossexualidade enrustida! Foi divertido e prazeroso o encontro.
Agora fiz um sanduiche com lombo apimentado, queijos, mostarda dijon e maionese. Hora de descansar a beleza! Até, porque das 15 às 16 fiquei desfazendo as caixas com roupas, bolsas e sapatos que minha mãe me mandou. Minha micro casa está parecendo um bazar de bolsas de grife de coleções passadas.
Eu preciso comprar outras bolsas, mas estou economizando.
Enfim, bom final de tarde gente e... bora descansar!

Simone S. 

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