Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 28 de abril de 2016

SOBRE A INTOLERÂNCIA CONQUISTADA E O CACHE "ESPECIAL" PARA OS HOMENS COM OS QUAIS NAMOREI E PARA AQUELES QUE JÁ FLERTARAM COMIGO!

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Sabem, tive muitos momentos na vida em que eu pensei: “Caramba, mas eu sou insensível demais!”.
Quando eu tive meu primeiro paquerinha no segundo grau os Titãs cantavam uma música chamada “Insensível”. Eu super me identificava, porque ele meio que me irritava e, ao mesmo tempo, eu sabia que ele era bonzinho, coitado do menino! Mas eu não curtia muito aquele “mel” todo, talvez, porque eu não o amasse, claro, mas, o que é o amor se não aceitar o outro? Eu não aceitava...Risos...muitos risos...
Eu me mudei de Uruguaiana de volta pra Passo Fundo e ele foi me visitar. Caramba, eu não aguentava! Eu nunca transei com ele, afinal eu queria casar virgem e tinha só 17 anos (sim, fui assim até os meus 19, quase 20 anos e já no 4º semestre da faculdade). 
Terminei e, adivinhem? “Amor, eu vou me matar!”. E eu? “Se mata, assim eu viro uma Hilda Furacão!”. (Adoro este livro). Bem, que eu saiba ele não se matou e eu terminei me tornando, 17 anos depois, a Simone! Como é a vida não?! E, lhes digo: PELA PRIMEIRA VEZ EU SINTO QUE ESTOU NO CAMINHO CERTO. LECIONAR ERA TUDO QUE EU MAIS AMAVA, MAS, AGORA EU SINTO QUE A SORTE DIVINA ME ABENÇOA. COMO SE A VIDA DISSESSE: “AGORA SIM, CLÁUDIA! AGORA VOCÊ ESTÁ TRABALHANDO NO QUE NASCEU PARA FAZER E AGORA TUDO SERÁ DOCE!”
Enfim, passados alguns anos o meu romantismo diminuiu e a insensibilidade mostrou-se diferente, menos reprovável, menos temível. Descobri que não se trata de insensibilidade, mas de falta de tolerância.
Eu sempre disse que a intolerância tem que ser conquistada, tá lá em algumas crônicas no www.claudiademarchi.blogspot.com.br. É algo que a gente aprende com a maturidade e ela se liga ao saber dizer “não”: não isso eu não aceito, não isso que você falou me anoja, não essa sua forma de agir não combina comigo, não eu não quero você, sim eu quero a mim, sim eu quero a mim e não, eu não me importo com o que ninguém pensa.
Faz algum tempo que notei em mim essa independência do mundo, do pensar alheio, das regras de uma sociedade cheia de gente infeliz dizendo “sim” por covardia e inercia, para se fazer de “bonitinho”. Aham, pra inglês ver, porque as escuras está tudo uma imensa porcaria suja!
Atualmente, depois que disponibilizei o WhatsApp muitos pretensos clientes, na busca por um tempo para sairmos, acabam usurpando da minha boa vontade. Pedindo fotos que não curto mandar ou me remetendo fotos intimas, como se eu quisesse ver pênis. (Meu amigo do RS de quem sou uma fã inveterada e me mandou uma bela selfie ontem você não entra nessa, porque somos fãs um do outro e eu lhe dei está liberdade, ademais tu és um gentleman e adorável futuro cliente, tão logo eu desça ao sul!).
Sou educada, passa o tempo, eles não marcam nada, mas tornam a vir: “Como você está?”, “Sou seu amigo”, “Trabalhando muito?”, “Cansadinha?” e mimimi. 
Lá pelas tantas, vem alguma sacanagem dita de forma infeliz e inoportuna, tipo "queria sua boca no meu pau"...E, o que ocorre? Eu pego nojo. E... Tarararam...Tarararam...Desisto de tê-lo como cliente e bloqueio no aplicativo.
Eu gosto e fico fã dos homens seguros e objetivos. Acreditem, eu admiro alguns em detrimento dos outros e só presto meus serviços de cortesã aos que me cativam respeito e, uma admiração proporcional ao tempo de dialogo ao telefone ou Whats. Eu sinto os homens nos seus contatos e percebo se vai rolar tesão genuíno ou não, se a resposta for negativa é pi...pi...pi...pi (ligação "caiu").
Portanto, por favor, se quiserem os meus serviços, não fiquem puxando papo comigo todos os dias  no Whats. Apenas peça a informação que deseja e diga: “Amanha eu ligo para marcar”. Então ligue e marque. Ou confira a minha agenda e peça se em determinado horário eu posso lhe atender.
Gente, eu não quero ninguém no meu pé, não quero amigo, eu quero respeito, eu quero objetividade e simplicidade, sem dias e dias de mimimi que mais me parece uma vontade de ser “masturbado” via internet. Ora, a masturbação não me gera renda e eu prefiro gozar acompanhada do que me esfregando.
Eu estou aqui no plano piloto, bem localizada, morando em Brasília pra sempre, não vou fugir, mas eu não quero ninguém no meu pé, mensagem de “bom dia”, “boa tarde” ou “como vai”. Isso só faz surgir a hipótese de eu criar simpatia e aversão por você e, então, você perder o melhor sexo da sua vida o que todos que tem a mim, concluem que tiveram.

Se for pra me chamar, sejam assim:




O QUE ATENDI ONTEM POR MAGNÍFICAS  DUAS HORAS:









Não precisa de nada mais, deixe que o mistério me excite e me surpreenda, eu não quero conhecer profundamente ninguém ANTES DO ENCONTRO (depois, se rolar química e afinidades, irei saber) , eu quero me divertir, falar da vida, contar piadas e transar muito. É tão simples né!?
Eu não faço sexo mecânico com nenhum dos meus clientes. Tem afeto, tem paixão e entrega naquela hora, mas para isso acontecer eu não preciso receber foto de seu pênis, saber que você está com “tesão” de mim e etc.. Vamos ser objetivos, certo?!
Dito isso, quero aproveitar para esclarecer uma coisa: eu não quero transar com conhecidos de longa data. Menos ainda com ex-namorados ou com quem eu já tive algum romance. “Ora, mas por quê?”, me perguntam: Porque tem “ranço”! Ranço de passado, ranço de eu ter lhe chutado, de eu ter sumido de você, de lhe achar um babaca mal dotado, de achar que você é chato ou ruim de cama que prefere encher a cara a foder.

Não minto em dizer que todos os homens que tive na vida ou eram inaptos para tratar de uma mulher socialmente ou eram inaptos na cama. Os poucos que eram cavalheiros, não eram bons no sexo oral ou tinham uma libido fraca a ponto de me acharem ninfomaníaca. (Da onde?!...Risos... Fato é que não sei, porque alguém namora ou casa se não for pra ter sexo todo dia. Se for pra ter vida de amigo compra um cão, um gato. Sugiro os persas!).

Os que eram bons na cama eram esquisitos fora dela, meio nerds, desapegados, com gosto pouco refinado e até meio relaxados. Ou com filhos! Arre, os filhos! Só pra empatar foda no final de semana. Não, não, não!

Eu descobri, ou melhor, ASSUMI O QUE MEU INCONSCIENTE SEMPRE SOUBE que o sexo é a cereja do bolo, não estressa, não faz chorar, não irrita, não me causa vontade de jogar gasolina e tacar fogo em ninguém. Ou seja: É O QUE QUERO PRA MIM!

Sim, eu sou chata e exigente, sempre soube o meu valor e agora estou atribuindo um misero e humilde montante pecuniário para ter a parte melhor de um relacionamento: o sexo.
E é por isso que eu não cronometro o horário do cliente, beijo na boca sim, faço 69 sim, adoro ser chupada, deixo gozar na boca, na cara, no corpo sim, adoro ser acariciada e usufruo desses prazeres como nunca (tem escorts que não gostam, vocês acreditam?!). Ah, gente, eu adoro tanto essa profissão!
Quem ler meus primeiros posts vai ver uma Simone temerosa, hoje eu sei o que quero, me desvencilho dos “malas” e me divirto com os que cativaram a minha simpatia. 
E é por isso que estou tão realizada! To me lixando se todo mundo tá sabendo, a OAB em breve, eu estou amando. "Ah, mas você não fará isso pra sempre", ah, sério!? Óbvio, mas até lá terei dinheiro investido e muito mais estudo, até livro poderei publicar, pois amo e sempre amei escrever!
Formação em Psicanálise é um objetivo!

Enfim, você que já quis transar comigo e eu não lhe dei moral ou sai pela tangente, você que namorou comigo, você que teve um romance comigo não me desejem e, se acaso desejarem, o preço da hora será de módicos R$ 5.000,00. Não direi que nunca farei isso, mas com a transferência bancária deste valor eu até que lhe “encaro”, após umas duas taças de um bom vinho.

Pagando bem eu sigo o conselho da minha amiguinha Marta, ou seja, eu relaxo e gozo

Simples assim. 

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