Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 13 de abril de 2016

SOBRE O 3º CLIENTE E UM PUB EM HOTEL COM PÉSSIMO ATENDIMENTO NA NOITE DE QUARTA!

...
Então meus leitores lindos! É 00:04 de uma quinta-feira! Tive meu terceiro encontro ontem, na quarta, às 20:00 com um cliente muito interessante! Comprometido, bonitão, mas tímido, sensualmente tímido! Fui com o Uber até a loja dele (gente, Uber é o máximo, muito seguro, atendimento exemplar e preço em conta! Gamei!)! Eu vestia um vestido longo e sem calcinha por baixo, senti que isso o agradaria.
Cheguei lá e começamos a nos acarinhar, chupei o pau delicioso do cliente e ele me colocou de quatro...olhava pra minha bocetinha maravilhado enquanto enfiava os dedos nela...Gozei em seus dedos e, enlouquecida o chupei um pouco mais, ele pediu a camisinha! Colocou e socou em mim, disse que estava quase gozando, então eu sugeri que gozasse na minha boca! Estávamos numa loja, sem conforto algum.
Tiramos a camisinha, ele me fez virar de quatro e olhava para minha bunda e bocetinha de quatro enquanto se masturbava, de cócoras na frente dele chupei suas bolas, abri minha boca e ele jorrou em mim! Coloquei o pau dele gozando na minha garganta e lá senti uma deliciosa porra quente! Quase me afoguei, mas foi gostoso! Então gentilmente ele me levou ao centro e me esperou sair com o Uber. Cheguei em casa e pedi para o motorista me aguardar enquanto eu tomava uma ducha e trocava de roupa para ir a um famoso pub que fica num hotel daqui!
Fui, chegando lá fui muitíssimo bem atendida por um garçom de mais idade que lá labora há 8 anos. Pedi uma taça de vinho seco e me sentei. Já havia duas mulheres lá. Ambas ficaram que nem corvo em carniça quando um bem aventurado chegou. Eu dei um sorriso e continuei sentada, na “minha”.
De repente o local começou a encher de todo o tipo de garotas. Umas com “sou puta” tatuado numa cara nada agradável! Pedi mais uma taça de vinho e calculei: “entre ambas e mais a água que pedi para acompanhar a segunda taça eu não gastarei mais de R$ 90,00”. Terminei a segunda taça entediada e fui pagar quando, verifiquei que deixei meu cartão numa outra bolsa! Eu já havia chamado o Uber, então lhes sugeri ficarem com meu telefone, um iphone 6 cuja capinha da Carmen Steffens fale mais do que muito aparelho celular por ai, enquanto eu vinha até minha casa buscar mais dinheiro e meu cartão. Que SÓ USO NO DÉBITO, QUE FIQUE CLARO! Não uso cartão de crédito. Também sugeri que ficassem com minha bolsinha Victor Hugo original (não uso nada falsificado!), para garantirem minha volta.
Não quiseram, vim pra casa, peguei o cartão, voltei, fiquei mais 10 minutos e a ausência de homem naquele lugar me irritou. Parecia uma zona de beira de estrada em dia chuvoso nos anos 70 (sou filha de caminhoneiro, sei das histórias!). Fui humoradamente pagar a conta. Um gentil moço perguntou a outro, que talvez fosse o gerente: “Cobramos só a bebidinha dela?”, (que, pelos meus cálculos daria no máximo uns R$ 90,00, afinal não sou o tipo de mulher que fica sentada numa mesa sem consumir esperando um coitado aparecer e me deixar às cuecas lá com bebida de qualidade mediana. Eu me banco e vivo bem.)
Enfim, de repente o moço consultado pelo garçom, sem carisma ou simpatia alguma, mandou me cobrarem a entrada! E lá se foram R$ 150,00! HAHAHA! Casa cheia de um bando de puta pobre sem consumir nada, dois homens no local e eles cobram tudo isso de quem, bem ou mal, ia pagar quase R$ 100,00 bem feliz em duas taças de vinho brasileiro barato! Afinal, eu fui fazer um “merchan” da minha aparência, iria lá inúmeras outras vezes, consumiria e pagaria a minha comanda!
Caramba, que povo sem noção, naquela espelunca mal frequentada e com péssimo atendimento eu não piso mais! Nem que me paguem. Literalmente. Ah, repito, o garçom idoso é a única coisa boa de lá! Um amor de pessoa!
Até logo gostosões e gostosonas!
Simone S.- 61 99964081

Nenhum comentário:

Postar um comentário