Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Volteiiiiiiiiiiiiii, linda, levíssima e solta!

Volteiiii!

Acabei de atender um cliente extremamente bonito e gostoso! Fizemos de tudo um pouco, nossa! Coisa boa! Não poderei mais atender ninguém em casa hoje. Meu lençol está literalmente molhado.

Ele finalizou na minha boca! Daí eu estava aqui com meus botões pensando, até os meus 29 anos nenhum homem tinha gozado na minha boca. Meus namorados e marido, nenhum! Eu sempre gostei, mas quando a gente é novinha tem vergonha de pedir né!?

“Ele vai achar que eu sou puta...”. A gente é meio boba quando é nova né!? E ainda cruza com uns homens pudicos e sexualmente egoístas, daí dá um, no máximo dois orgasmos por transa e se masturba o resto do tempo. Acho que gozei no mínimo 25 vezes agora com meu colega advogado lindo e habilidoso que acabei de atender. “Colega” não né?! Não sou mais advogada.

E, sinceramente, estou tão realizada que acho que não volto mais nem depois de velha. Definitivamente quero fazer isso, estudar e, depois dos 50 eu vejo o que faço. Era depois dos 45 né?! Mas a coisa está tão animante e boa que estou aumentando a vida “útil” da Simone.

Com minha genética privilegiada eu vou longe e, por que não, uns retoques estéticos quando for necessário?! Agora fico só com meus creminhos e suplementos.
Eu sou boa na minha “triagem” de clientes como cortesã. Estou, pela primeira vez na vida, acreditando na sorte! E tendo muita, muita, muita mesmo, mas, confesso, sou bastante desconfiada e astuciosa, não caio em qualquer cilada não. Segurança, acima de tudo.

Hoje comentava com meu amigo e cliente que atendi de manha sobre algumas perguntas non sense que ouço. “Você não acredita mais no amor?”, por exemplo. Gente, eu acredito no amor! Eu sou amor por mim, pela vida, pelo mundo, pelas pessoas e dou amor a cada cliente que acolho. Vocês é que estão equivocados sobre o que é o amor.

Vocês confundem “ter a companhia de alguém” com amor! Eu não quero ter alguém pra me completar ou fazer-me companhia, porque, finalmente e no auge da minha maturidade, eu me basto! É uma escolha racional e emocional e não significa que eu não creia no amor. Eu não quero, isto sim, um homem ao meu lado.

Enfim, eu não descreio do amor eu só creio convictamente que eu não preciso de ninguém para dormir ao meu lado e para eu chamar de “meu”. Eu sou minha e eu me basto. Simples e objetivamente.

Bem gente, vou tomar banho e lavar os cabelos, pois estou completamente descabelada!
Beijinhos para os meninos e um abraço para as meninas!

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