Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 23 de maio de 2016

DUAS HORAS DE SEXO DESPUDORADO NO VALOR "INFLACIONADO" COM O PRIMEIRO NEGRO COM QUEM TRANSEI!

Olá gostosões e gostosonas!

Então gente, a minha promoção surtiu efeito, mas, ao “contrário”! Atendi por duas horas um cidadão que, como eu é apartidário, mas reconhecia o golpismo hoje provado pelo meu estimado Jucá, este adorável cidadão que me fez economizar muita saliva pra explicar o golpismo por aí.
Cobrei-lhe R$ 600,00 por cada horinha conforme escrevi no post anterior a este, aliás, muitíssimo bem aproveitada!
O jovem (33 anos) médico neurologista, solteiro, sulista, alto, magro, músculos na medida foi o primeiro negro com quem transei! Está hospedado num excelente hotel aqui da cidade! Uau! Que pegada!
Tão logo eu cheguei pegou forte na minha cintura e me deu um beijo daqueles de arrepiar o corpo inteiro! Eu estava de vestido e salto, ele ergueu, colocou minha calcinha para o lado e me chupava e colocava os dedos ao mesmo tempo, gozei de escorrer nas mãos e na boca dele.
Bem dotado, extremamente bonito nu! Chupei ele por meia hora eu acho, brincando, lambendo, beijando, até que ele gozou na minha boca.
Após conversamos sobre política, Rede Globo, bolsominios e idiotas afins, demos altas gargalhadas! A seguir ele voltou a me chupar e penetrou-me romanticamente com o corpo sobre mim enquanto me beijava. Logo subi cavalgar sobre ele e lavei-o gozando, em seguida ele gozou. Disse que sou muito “apertadinha” e nem acharia graça de comer meu cuzinho! Ah, também disse que pagaria até R$ 1.200,00 a hora se eu tivesse cobrado, de tanto que achou que valeu à pena o seu "investimento" (AH, SE EU SOUBESSE!).
Assim, passaram-se duas horas, recebi o valor inflacionado e vim andando nas nuvens para casa!
Claro, dentro do carro, caminhando, jamé!
Desejo à todos uma deliciosa noite desta semana que começou arrasando!

Beijos de luz!

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