Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 14 de maio de 2016

SABADÃO: CLIENTE NOVO, A CERVEJA DO CLIENTE GOSTOSO DE QUINTA E MASSAGEM!

Olá povo lindo!
Eis que sábado chegou!
Em torno de 09:30 um cliente me ligou, fora indicado por outro cliente. Extremamente educado, simpático e gentil na abordagem.
Chegou aqui e veio com o “te achei diferente das fotos, cabelo mais curto e menos loiro”, algo assim. Achei super broxante, até porque estou desde fevereiro sem mexer na cor e no cumprimento dos cabelos. Confesso que está pedindo retoque de raiz e corte. Só que não tive tempo, demora muito, muito tempo quando o cabeleireiro é bom e zeloso. Cerca de 5 horas, mas, impossível um cabelo encolher. De toda forma, eu o amassei ontem e dormi com ele molhado, entre a ligação e a chegada do cliente não deu tempo de me “emperiquitar”.
Demorei pra sair da brochura, mas sai. Dai foi, foi, foi, mas ele não conseguiu gozar nas quase 2 horas em que esteve aqui, infelizmente. Eu gozei umas 3 ou 4 vezes somente. O impacto inicial é sempre importante e ele começou com o pé esquerdo. ... Risos... Caramba, nem photoshop tem nas benditas fotos! Risos... Começou mal, mas deu uma relativa melhorada.
Agora a tarde um cliente pediu para adiantar, mas não consegui, pois estava conversando sobre uma ação com um colega sulista, então, não rolou o encontro e eu terminei conseguindo um horário para massagem num spa no Shopping Brasília! Hoje saboreei a cerveja que o gotosíssimo cliente de quinta me trouxe! Eu realmente gosto de cerveja de trigo!
Bem, bom sábado para vocês, vou cuidar da beleza e passear um pouco!
Beijos de luz!

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