Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 14 de maio de 2016

Uma pequena INDIRETA super DIRETA AOS TOLINHOS DE PLANTÃO!

"Ela é acompanhante, independente de qualquer coisa, tendo a grana do cachê ela atende". Amigo, volte duas casas e pegue seu cérebro e o bom senso! 

Eu sou acompanhante de luxo, mas advoguei por 11 anos (passei no meu primeiro exame da OAB, em junho de 2005!), tenho uma ótima pós-graduação, lecionei para centenas de pessoas, estudo psicanálise, sou blogueira/cronista desde 2007 (outro site, não este, obviamente), o meu nome fictício homenageia à Simone de Beauvaior, ou seja, além de tudo eu sou feminista! (Sou, sim senhor!). Bom trato, respeito e educação é o mínimo! 

Me valorizo mais pela cultura, bom gosto, boas leituras do que por ser formada ou especialista. Diploma, infelizmente, qualquer analfabeto funcional consegue. Mera "repetição de fórmulas". Fazer um curso superior é fácil, difícil é ler algo além de livrinhos da moda, é ter a mente livre, é ir além do trivial, do senso comum. 

Sempre amei sexo, mas nunca fui volúvel ou fácil. Pelo contrário! Enfim, mané, você acha mesmo que só o dinheiro me importa? O "luxo" depois do acompanhante não é só porque sou bonita, tenho uma bunda redondinha e dura e um belo par de firmes seios naturais, é porque o resto (cérebro e cultura) são luxuosos e o gosto nato por sexo e orgasmos múltiplos são raríssimos de encontrar! E, consequentemente, isso é o mínimo que exijo dos meus clientes. 

Dinheiro para me pagar qualquer cidadão pode ter, desde o milionário semianalfabeto até o trabalhador inculto que guarda seus trocados honestos mês a mês. Sequer de clientes cativos eu olvido em me afastar acaso aquela intimidade típica de namoros se instale e o sujeito se dê ao direito de começar a ser tosco e a falar tosquices para mim. Eu não quero ninguém se sentindo no direito de dar opinião não pedida na minha vida ou a respeito de como eu sou ou ajo. Não quero ninguém fazendo comparação imbecil ou querendo "prever" o meu futuro como mulher, cortesã ou intelectual devassa.

Sou boa, gostosa e sacana na medida em que o cara também é "bom", para isso existem espelhos e auto-análise. Se eu quisesse alguém se sentindo "íntimo" meu só porque transamos, eu estava por aí atrás de um "grande amor" ou casamento. Sou feliz sozinha, por mais que nenhum machista conservador acredite, problema deles ter a mente tacanha, não meu. 

Sou diferente de todas as mulheres desta "área" das quais eu já ouvi falar, motivo pelo qual não tenho amizades. Nem busco, eu não quero só ter dinheiro (parcerias ajudam), quero viver em paz! Ademais, jamais farei ménage com mulheres. Só com homens! (Pênis o ponto forte do sexo masculino. Sexo bem feito: um dos únicos momentos em que o ego masculino "desinfla"). 

Tenho 3 melhores amigos: minha mãe, o Zeus e o Pequeno Bolota, meus gatos. Eles me bastam e entre nós não há inveja, competição, intrigas e essas mediocridades humana. 

Não me deslumbro com a fama que o interior me deu, com o dinheiro, com os lugares suntuosos que eu venha a ir e já tenha ido. Minha alma, além de livre é incorruptível com futilidade. "Ah, vai em eventos ostentar a sua beleza", "você já é vip, aproveita". Eu não gosto, não sou muito fã de ambientes noturnos e não curto me exibir como picanha em promoção no açougue. E aí está o lance: NÃO É SÓ PELA GRANA! Mantenho meu jeito caseiro, meu gosto por literatura e filmes cult (uma dica, o filme Truman! Argentino-espanhol com o super Ricardo Darín! Vou assistir domingo, mas está passando aqui só no espaço Itaú de cinema!). 

Mas, enfim, meu caro, sabe o ditado que diz que "o diabo sabe para quem aparece"? Então, seja como o diabo! 

Beijos de luz!

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