Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 3 de junho de 2016

UM DIA DE PERDA. UM DIA DE RECLUSÃO.

Boa tarde meus caros!

Eis que ontem de noite o cliente marcado há dias para às 20 horas, mal educado e sem respeito como só ele, disse que estava vindo e, creio, foi abduzido pela nave da falta de noção do ridículo no caminho e não apareceu.
Bloqueei o numero no ato e fui deitar, assistir televisão e interagir com poucas e boas pessoas.
Estou emendando o anticoncepcional há 4 meses e lá pelas tantas veio uma manchinha de “resto” de sangue menstrual na minha calcinha. Usei absorvente não veio mais, muito estranho isso que as mulheres chamam de “escape” ou “vazamento” que ocorre quando, mesmo sem darmos intervalo para menstruar a “bendita” dá as caras, muito pouco e sutilmente, mas dá.
Pela manha fiquei sabendo de um tráfico acidente que vitimou o Vinicius Menegol, nonoaiense que foi residir no MT um ano após eu e minha mãe para, também trabalhar no escritório do Ricardo, outro primo nosso.
Deixou um filho de menos de 3 anos, esposa e uma mãe desolada com a pior missão: enterrar seu único filho homem. Seu orgulho. Chorei, chorei e optei por tomar um calmante e dormir.
Longe da minha mãe e dos meus gatos, dia complicado. Não só pelo vazamento que novamente “recolheu-se”, mas pela minha integridade emocional, hoje não estou atendendo. Retorno amanha para os cavalheiros que marcarem com antecedência.
Obrigada pela paciência pessoas do meu coração!

Beijos de luz!

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