Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Cliente novo, sexo gostoso, acórdão orgástico da 15ª Câmara Cível do TJ/RS e meu pedido de LICENCIAMENTO DA OAB! Bye, bye advocacia!

Boa tarde povo!

Hoje acordei cedo, atendi às 08h30min um novo e adorável cliente!
Sessentão, em forma, bonito, chegou me beijando, fez um ótimo sexo oral em mim e eu nele e, como meu “vazamento” menstrual deu uma trégua, transamos deliciosamente!
Começamos de costas e ele gozou quando estava sobre mim, de frente. Nem chegamos a fazer anal, mas teremos outras possibilidades.
Depois conversamos bastante! Ai, como é bom interagir com homens inteligentes!
Antes mesmo de ele chegar eu estava enviando e-mail a um cliente, conto-lhes: licencio-me da advocacia com um gostinho de vitória, não meramente financeira, porque os valores são módicos, mas a Décima Quinta Câmara Cível do TJ/RS, diante de uma tragicômica decisão de primeira instância me propiciou uma manha de quarta-feira orgástica!
Meus clientes não quiseram apelar, o Banco réu o fez e eu encarei, munida de extrema indignação, um Recurso Adesivo que foi inteiramente provido! Ou seja, VENCI! Vejam, partes do acórdão:

Louvável a manifestação do Des. Otávio Augusto de Freitas Barcellos, relator, acerca do valor dos honorários advocatícios. Afasto-me, pois da OAB/RS com um pouco de fé no Judiciário gaúcho!
A seguir fui fazer um procedimento estético, tinha salão para retocar a raiz mais tarde, mas agendei para sábado pela manha! Amanha pela manha tenho uma entrevista com um jornalista do RS. Queria estar “em dia” com as luzes, mas não terei tempo.

Pedido de licenciamento da OAB/RS feito dia 25/07:


Morre aqui uma longa história de amor e ódio, vitórias e frustrações, realizações parcas e muita desilusão com o Judiciário leniente, seus operadores e a corrupção que, acreditem, vai muito além da política.
Morre uma história de combatividade minada pelo machismo, pela falta da papaicracia, qindicacracia e, sobretudo, pela plena ausência de vontade em ser funcionária pública bem remunerada, porém representando um Estado lixo. Bye, bye OAB/RS 63.467 de 2005!

Bora ser feliz sambando na cara da sociedade falastrona, mal resolvida e ignorante, e, hoje, findo excepcionalmente contente com o Judiciário de vanguarda e que respeita a nobre função da advocacia! E que continue, pois meus quase ex-colegas fazem jus a  tal respeito.

Agora vou descansar e tentar me aquecer, estou um tanto resfriada hoje!

Ah, estarei ausente do dia 04/08 ao dia 08/08 pela manha, volto a atender em tal data a tarde. Irei para Punta Cana relaxar!

Beijos de luz!

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