Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 19 de julho de 2016

Madrugada de quarta: do cliente de pau grosso e grande ao anal avassalador e delicioso!

Boa madrugada gente linda!

Cheguei agorinha, ás 02 horas da manha de um lindo hotel onde fui encontrar a um belíssimo e gotosíssimo cliente que atendi, no mesmo estabelecimento, há menos de 15 dias! Hoje ficamos 3 deliciosas horinhas juntos!
Ao chegar lá havia uma garrafa de um bom cabernet aberta. Tomamos, chupei-o, transamos! Ele, lindo, moreno, alto, bonito, da minha faixa etária, gentil, educado, cheiroso e muitíssimo bem dotado!
Aquele pau grosso e grande me fez derreter!
Após, ele gozar na minha boca, pedimos outra garrafa de vinho, conversamos e voltamos! É muito gostoso sentir aquele pau grosso e grande atolado em mim, nossa!!!! É indescritível!
Depois de muito me fazer gozar, fiquei de quatro frente a ele que estava de pé, chupei suas bolas e, de novo, recebi aquela deliciosa porra na minha boca!
Uma porra quente, doce e saborosa saindo daquele pau grosso e gostoso! Ah, se esse cidadão fosse meu marido! Iria trabalhar assado e a base de xilocaína todos os dias! Delicia! Isso sem falar da inteligência, cultura, bom papo e senso de limite do bom e velho ego em sua profissão, carreira e vida pessoal! 
Comeu meu rabinho comigo deitada de costas, mas o ponto alto foi senti-lo meter comigo de quatro, arregaçada pra ele me foder gostoso! Gozei feito louca!
Pagou-me o referente às 3 horas deliciosamente aproveitadas e, agora, cá estou sonhando em tê-lo dentro de mim, mas preciso dormir!

Beijos de luz!

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