Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 9 de julho de 2016

Sábado sem sexo, porém perfeito junto a minha companheira e melhor amiga, minha mãe!

Boa tarde! Belo sábado!

Ai, ai, como é bom ter minha mamãe próxima a mim!
Pela manha fui à massagem e ela andar aqui pelo bairro ver se achava alguma casa. Tem uma casa bem bonitinha, mas pequena, só com 2 quartos! E minhas tias virão sempre pra cá, não tem como alugarmos uma casa pequena!
Após, fomos ao Boulevard. Mercado e, depois, almoçamos num restaurante japonês.
A seguir, passeio pelas lojas: comprei 3 pares de sapatos! Lindos, absolutamente lindos! Ai, ai! Pra que gastar com fraldas quando você pode gastar com sapatos e ter dois gatos, né!? Oh, beleza!
Mais tarde viemos, organizamos nossas coisas neste pequeno espaço e eu não resisti, dormi por uma hora, enquanto ela lia um livro que comprou.
Sábados, comumente são parados profissionalmente, hoje foi igual. Ou melhor, um cidadão me ligou, dei um toque de volta quando vi a ligação e ele retornou, mas disse que não me ligou. Provavelmente foi um duende usando o numero dele que ligou para o meu... Acontece no País da Maria da Graça Meneghel... Risos...
Bem, hoje degustarei queijo, um bom vinho, bons papos e altas risadas com minha melhor amiga neste mundo, minha companheira, minha parceira em todos os momentos e o ÚNICO ser humano com LEGITIMIDADE para opinar na minha vida: minha amada, idolatrada, salve, salve, mãe!

Beijos de luz!

2 comentários:

  1. Queijo e vinho é uma ótima combinação, junto de pessoas que gostamos é melhor ainda :D
    Ricardo

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    1. Perfeito né, Ricardo!? Tu tens bom gosto também! Beijos!

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