Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Segundinha: acordo bancário, compras e novas leituras!

Boa noite gente linda!
Minha gripe pós-Campinas não foi fraca!
Tive que rejeitar um cliente cativo que, excepcionalmente, poderia me encontrar no domingo à noite! “Rejeitar”, leia-se, por absoluta impossibilidade de atender, dor de garganta, quase sem voz e coriza.
Hoje pela manha foi dia de fechar um débito com o Bradesco. Sexta foi um junto ao Banrisul, hoje foi outro, creio, pois que até sexta-feira meu CPF esteja limpíssimo, sem estas desnecessárias, porém não incomuns pendencias bancárias.
A Cláudia, ao longo de sua carreira advocatícia, extremamente inquinada de “sazonalidade” de rendimentos, bem como pelo magistério e necessidade constante de ser arrimo dos pais teve estes infortúnios, mas, com o advento de Simone Steffani, não me restam duvidas de que tais perrengues não ocorrerão, até mesmo, porque, nunca derivaram de futilidades ou de perdulariedade, mas de inconstâncias que ocorrem quando tentamos ajudar aos outros sendo que mal e parcamente podemos conosco mesmos!
É a vida de quem não teve papaicracia, maridocracia, qindococracia e “meritocracias” afins! Competência conta muito, mas o “jeitinho brasileiro” vale mais na sociedade machista em que vivemos.
Após liquidar o acordo junto ao Bradesco, fomos ao mercado e comprar copos, afinal o Pequeno Bolota quebrou minhas duas taças de vinho de cristal! Tadinhos, realmente preciso achar um apartamento para meus pequenos bebes se desestressarem! (E eu também!).
Infelizmente, em virtude de tais compromissos, deixei de atender dois clientes pela manha! Bem, mas ao menos a gripe foi “mais bem” cuidada e eu efetivei meu desejado acordo! Agora é só ter paciência e, semana que vem, providenciar na locação de apartamento ótimo!
A noite de segunda promete leituras! Comprei 3 livros em Campinas/SP: “A metamorfose”, de Kafka, “50 ideias de Psicologia que você precisa conhecer” de Adrian Furnham e o meu predileto “A História Secreta da Igreja: guerras religiosas, inquisição, caça ás bruxas, escândalos, corrupção” de Michael Kerrigan.
Realmente, eu amo ler! Quando minha mudança vier e com ela meus livros antigos, precisarei do dobro do espaço, de tantas obras novas que venho adquirindo!
Também irei assistir a meus seriados preferidos e quiçá tomar uma taça de vinho para brindar ao pagamento dos meus débitos bancários (os únicos!) e ao amor! Porque sim, você pode brindar ao amor sem ter alguém ao seu lado para chamar de “seu”! Brinde ao amor próprio né!? Porque até no “eu te amo” o “eu” vem antes!

Beijos de luz!

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