Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Sobre o cliente que veio conhecer a "famosa Simone" e foi embora caminhando nas nuvens!

Boa tarde “gatedo”!

Então, hoje a manha foi destinada ao dolce far niente, ao descanso e ao sono depois das 3 horas de ontem à noite!
À tarde almocei, fiz umas pesquisas de novos imóveis e me frustrei muito quanto às garantias que requerem. Quem vê tantas exigências pensa que o mercado imobiliário está excelente no Brasil, mas, vamos lá, avante sempre!
Sorte minha que tenho bons amigos! Pessoas que me fazem sorrir quando eu estou triste, que até com piadas de humor negro me fazem relaxar.
Hoje, pela tarde, fui contatada por um homem extremamente cavalheiro que trabalha por aqui, nas redondezas dos “três” poderes.
Teve um curto espaço de tempo e veio conhecer quem ele chamou de “famosa Simone”! De cara achou-me mais bonita, doce e encantadora do que nas fotos e nos relatos de colegas... Risos... Que, segundo ele, eram tão ou mais excitantes que os que posto no blog!
Deve ter cerca de 40 anos, extremamente culto, terno importado, perfume excelente, barba por fazer, enfim, muito charmoso!
Ele fez um gostosíssimo sexo oral em mim! Fez-me gozar incontáveis vezes na sua boca, dedos e mãos. Depois eu quis chupá-lo com concentração, logo, dispensei o 69. Atrapalho-me às vezes quando gozo e chupo... Risos...  
Ele estava pronto para gozar na minha boca, quando resolvemos colocar a camisinha e eu cavalgar em cima dele. Primeiro com a buceta, depois com o cu! Foi o tal do squirting! E, vendo aquilo, “maravilhado” para ser exato, gozou! Mas gozou muito! Gemeu alto e a camisinha saiu praticamente cheia! Chegou a me dar ainda mais tesão, mas ele teve que vestir seu belo terno e sair.
Pagou pela hora, saiu felicíssimo e prometeu regressar em breve!
Cliente satisfeito, eu satisfeitíssima, tomei um banho e fui à massagem!

Beijos de luz!

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