Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Tarde de quinta agitada: de um gordinho muito gostoso a um cliente de predileções "inovadoras"!

Boa tarde pessoal!
Hoje pela manha fui com mamãe a um café no Brasília Shopping finalizar uma etapa antecedente a uma reportagem que sairá no meu jornal impresso predileto sobre os meandros da minha revolução professora X advogada X acompanhante de luxo. (Tararararam! Tararararam! Qual jornal?).
Almoçamos lá mesmo no Brasília Shopping, após minha mãe foi aos Correios e Banco pra mim, vim descansar, mas terminei sendo contatada por um daqueles homens que fazem o meu estilo: viram, gostaram, pediram o valor, o endereço, a hora e chegaram!
Um jovem homem solteiro de rosto lindo e gordinho! Ah, os gordinhos sabem ser gostosos! Este já chegou chupando Halls! Humm... aqueles beijos ardentes e salivados já me deixam excitada, é incrível!
Quando ele desceu pra me chupar, de forma molhada tal qual o beijo, eu gozei jatos na boca dele! Nossa, foram umas quatro vezes seguidas! Ele adorou minha boca, a minha “chupada”, enfim.
Aliás, minha buceta nunca foi tão elogiada! Aquele homem ali realmente gosta do que é bom e bonito! ... Risos... Comeu minha buceta, depois gozou no anal. Demos um “time” e recomeçamos, estava quase na hora de ele ir, terminei chupando ele, ele me comeu mais um pouco, tirou a camisinha e gozou na minha boca.
Algum tempo depois um homem casado que há muito tempo queria um horário me procurou, finalmente tive um tempo para atendê-lo, enfim, nossos horários “fecharam” Não me beijou ardentemente e demorou um bom tempo para tirar minha calcinha.
Gostava muito de beijo grego e oral, fiz bastante. Ele pediu para eu arranhar o saco dele. Achei estranho, mas segui o pedido. Ele estava bastante centrado no próprio prazer, até me pedia elogios ao seu órgão sexual e tal, acho que, em pouco mais de três meses de trabalho, é o 3º cliente que “pego” nestes moldes.
Tirou a minha calcinha depois de um bom tempo, penetrou-me, saiu um pouquinho de um sanguinho inesperado, tiramos a camisinha, fui ao banheiro, me lavei, coloquei o absorvente interno e voltei. Terminou se masturbando e gozando na minha boca entre arranhões no saco. Ao final da “transa” ele disse: “Valeu!”.
Bem, não gozei nenhuma vez desta vez, mas faturei a minha horinha sem forçar muito o corpinho.
É a lei da compensação na MINHA vida de acompanhante de luxo: a maioria te paga e te da prazer, eventualmente alguém paga e não dá. A parte boa é que eu não finjo com ninguém. Não sou mulher de envaidecer quem não me fode direito!... Risos...
Bem, agora vou pra massagem!

Beijos de luz!

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