Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 5 de julho de 2016

TERÇA INSANA: Da ansiedade à belos atendimentos e muitos orgasmos "ANAIS"!

Boa tarde povo lindo!

Sentiram minha falta, gente?!
Ontem eu não trabalhei, mas li bastante! Antes de eu lhes narrar meus dois super atendimentos de hoje à tarde, quero falar com vocês sobre SPA- síndrome do pensamento acelerado. Vocês já ouviram falar? Bem, eu sofro dessa síndrome.
Penso muitas coisas ao mesmo tempo, meu cérebro precisa de uma overdose de sexo ou muito cansaço pra desligar realmente! Havia uma época em que, de madrugada, do nada eu tinha uma inspiração e escrevia uma crônica (estão lá no www.claudiademarchi.blogspot.com.br).
Hoje em dia eu tento me policiar. Meados do ano passado, na véspera do inicio de uma semana acadêmica (de atualização jurídica) promovida pelo 7º semestre diurno da universidade em que eu lecionava, eu fui escolhida para ser “madrinha” do evento. Eu me comprometi em apresenta-lo, inclusive.
Primeiro semestre que lecionava para eles (duas matérias: Direitos Humanos e Direito da Infância e Adolescente) e recebi tal convite! Fiquei emocionada e consegui um palestrante, o ex-desembargador da vanguardista 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RS, Dr. Aramis Nassif.
Às vésperas do evento que ocorria próximo a semana de provas finais eu estava assoberbada: 7 disciplinas, mais de 10 turmas, 18 orientandos de TCC! Acordei numa segunda de madrugada e não conseguia respirar direito. De repente minhas mãos se contorciam. Fiz de tudo, passou e eu adormeci.
Quando foram 07 horas meu despertador tocou. Fui escovar os dentes para ir trabalhar. Minhas mãos não me obedeciam, minhas pernas também não. Aos poucos veio a taquicardia e dificuldade para respirar. Minha mãe me levou ao hospital: eu não me mexia e nem conseguia abrir as mãos. Minha pressão ao chegar lá estava 17 por “alguma coisa”.
Furaram meu punho e me deram medicação. Fizeram exames e me liberaram. Diagnostico? Crise de ansiedade fomentada pelo estresse. Vejam que isso foi numa segunda-feira, mente cheia de afazeres e etc..
Hoje, coincidentemente, quase um ano após, acordei às 8 horas suando frio. Coração acelerado. Levantei e peguei uma soda na geladeira, voltando para o quarto perdi o controle das pernas e cai. A lata de refrigerante sujou o apartamento todo. Arrastei-me até a cama. Suava gelado. Suava muito.
Tentei me acalmar. Não tinha ninguém pra me ajudar. E, naquele estado eu não conseguia mexer os lábios, pedir socorro, segurar o celular. Não conseguia fazer nada, absolutamente nada. Tentei relaxar e, aos poucos, a crise foi passando. Como sei a causa, consegui ligar a TV e focar minha atenção no que estava passando e não no turbilhão de pensamentos que me dominava.
Ano passado tomei os remédios prescritos e nunca mais voltei a medica. Não tenho nenhum ansiolítico e casa!
Passado um tempo, meu doce cliente de toda sexta-feira veio trazer o valor equivalente às duas horas da ultima sexta, posto que ele, involuntariamente, me “deixou na mão”. Aceitei, vez que eu tinha dado “fora” em dois clientes para ficar com ele e terminei passando o dia inerte. Este homem é um lord com “L” maiúsculo!
Eu estava ainda assustada e desestabilizada quando o recebi. Boca seca, mente conturbada, ainda assustada, ele me fez rir bastante e voltou aos seus afazeres. Melhorei até às 13 horas. Tomei um longo banho e recebi um novo e inteligentíssimo cliente. Homem pontual, maduro, charmoso, bonitão e educado! Belos cabelos grisalhos, corpo em forma. Lindas mãos e pênis. Excelente!
Fez um delicioso oral em mim ignorando a cordinha do absorvente interno. Depois eu chupei ele. Então ele pediu para eu sentar no pau dele. Tirei o O.B e sentei. Gozei e, após, ele comeu meu cuzinho.
Gozei de novo. Comeu-me de quatro com a bunda totalmente empinada pra ele. Gozamos! A seguir ficamos conversando um pouco. Então vem a hora dos outros orgasmos: os mentais, provenientes de um bom papo com um homem bem letrado. Ah, não há dinheiro que pague tal prazer!
A seguir, respeitando meu tempo, ele foi embora. Sai e fui fazer uma consulta medica. Neste ínterim um cliente de fora que tinha marcado comigo num belo hotel me contata. Eu estava sem internet e demorei a respondê-lo. Atrasar-me na consulta e ficar sem internet não estavam nos meus “planos”. 
Chegando a minha casa retornei e, às 16h30min fui até o belíssimo hotel onde ele estava. Homem da minha idade, barba, alto, charmoso e com excelente gosto musical!
Deitamos na cama, conversamos um pouco e eu o beijei. Excelente beijo! Então ele tirou a calça e eu a saia e a blusa que eu vestia. Não tirei a calcinha, para dar a ele este “gosto”. Beijando a boca dele, fui descendo e... Uau! Que pau grosso, grande! Tentei coloca-lo todo na boca, mas não consegui. Não sem correr o risco de machuca-lo com meus dentes!
Mas chupei-o até ele gozar na minha boca! Um gosto incrível! Eu quase gozei chupando ele, passando o pau dele na minha cara. Minha calcinha estava quente e úmida.
Pedi uma água, conversamos um pouco mais. Continuava de calcinha e de bruços, ele se “recuperou” foi atrás de mim, beijou meu bumbum, depois me lambeu do cuzinho à entrada da buceta! Uau, que delicia!
Eu pensei que não conseguiria ter aquele pau inteiro no meu cu! Ah, mas o que o tesão não faz, né?! Ele esfregou o pau dele sobre minha bunda que estava molhada da saliva dele. Pedi para colocar o preservativo e ficar de lado... E, assim foi!
E, aos poucos meu cu abocanhou aquele pau grosso e enorme! Ah, dali em diante foi só prazer! Lavei minhas coxas gozando. Ele ficou em cima de mim, comigo de costas, e eu empurrando meu bumbum contra ele para o pau entrar inteirinho! Mais e mais! Que delicia!
Então ele me comeu de quatro. Ele de pé e eu de quatro. Atolando tudo! Gozei de novo e ele também! Como estava exausto e a uma hora estava findando, conversamos brevemente, me vesti e vim pra casa!
O meu dia foi melhorando com o passar das horas! Adiantei a vinda da minha mãe. A problemática de não ter encontrado uma casa do meu gosto e o negocio desfeito anteriormente me estressou demais. Na verdade, a minha “fama” nas redes sociais, também me pegou desprevenida. Eu não imaginava tal proporção, menos ainda ocorrendo antes de fazer 90 dias em que eu estou nesta nova atividade! Foi tudo imprevisto. Foi bom, mas foi uma “senhora” mudança. E o cérebro da gente, por melhor que seja a “novidade”, se estressa com mudanças radicais.
Mais ainda, no meu caso, que a fama trouxe vários oligofrênicos sem respeito e noção de finesse e educação para me abordar. Isso sem contar os crentelhos insuportáveis que dão ibope para o que e para quem “abominam”. Como conversávamos, eu e o cliente do inicio da tarde, certo estava Einstem ao dizer: "Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro".
Realmente, sobram hipócritas, radicais, fanáticos de todo o tipo, pessoas teleguiadas que não vivem, existem. Porque vida sem questionamento, curiosidade, leitura, mais dúvidas do que certezas, não é vida. É um imenso marasmo transbordante de ignorância e arrogância.
Bem, vou comer alguma coisa e assistir seriados! Tranquila, porque tive um excelente dia, apesar da crise de ansiedade que, com muita garra, consegui “contornar” antes de desmaiar e a pressão arterial se desestabilizar de vez.


Beijos de luz! 

2 comentários:

  1. Cláudia, agradeço imensamente por vc ser essa pessoa clara com suas ideias!
    Este texto, em específico, me ajudou muito. Estou fazendo terapia por conta de uma depressão causada pelo meu antigo emprego e, bem especial, por conta do meu ex chefe. Sofri diariamente assédio moral. Eu sempre tive muita ansiedade e isso ajudou muito com o quadro depressivo.

    Amei seu texto e obrigada por escrever sobre o SPA.

    Mais uma vez, obrigada por vc existir!!!


    Abraços,
    Karol Contreira

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    Respostas
    1. Karolzinha (se me permites chamá-la assim!), muito obrigada! Vou continuar compartilhando, sem vergonha alguma, não só o que faço profissionalmente, mas quem eu sou e o que me ocorre. Sei que isso pode ajudar as pessoas! Obrigada pelo carinho! Beijos!

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