Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Véspera de viagem do cliente cativo gostoso à uma boa massagem!

Boa noite gente linda!

Hoje pela manha levei os documentos à imobiliária, depois fui fazer as unhas e, minha mãe, ao mercado.
À tarde atendi ao cliente cativo de toda sexta-feira que, pelo fato de eu estar indo amanha para Campinas/SP, se adiantou e veio hoje. Como eu e minha mãe tínhamos compromisso na sequencia, ficamos juntos apenas uma hora, mas, como de costume, o cliente “inflacionador” da Simone pagou o equivalente há duas horas se eu cobrasse R$ 600,00!
Beijamo-nos muito, ele me chupou, me fez gozar, depois colocou a camisinha e me penetrou, após, fiquei de quatro e ele comeu meu cuzinho. Tirou a camisinha, virei de bunda pra ele e enquanto ele me masturbava eu o chupava inteirinho até ele gozar! Encheu a minha boca, uma delicia!
Após, sai com minha mãe e, mais tarde, fui à massagista. Intencionava depilar-me, mas estou com muito pouco pelos crescidos, seria uma agressão à pele, pois, terei que ir conhecer o cliente paulista com alguns poucos pelinhos na minha área de lazer.
Mas, por outro lado, providenciei cinta liga, meia, sapato, biquíni, vestido elegante e unhas chiques (como de costume) para ir conhecer o jovem charmoso, educado e de excelente gosto cliente!
Agora é descansar. Tanto quanto for possível haja vista a tosse constante da minha mãe me deixa tão nervosa e preocupada que até a minha menstruação que já havia partido, resolveu descer um pouquinho e timidamente. Agora, ao que percebi, “partiu” novamente!
Aleluia!

Beijos de luz!

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