Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

domingo, 14 de agosto de 2016

Cliente novo no domingo e a camisinha perdida no sexo anal!

Boa noite gente!!!!

Após minha agitada noite de sexta-feira, passei meu sábado curtindo o dolce far niente. Filmes, séries, livros e sono!
Fui contatada por alguns possíveis clientes que dispensei. Detesto quando o cara chega pedindo pra fazer sem camisinha. Aff!!! Enfim, como sempre sigo meu lema: perco dinheiro, mas não a dignidade.
Hoje, no entanto atendi a um novo cliente! Um coroa charmoso e que leva a vida sozinho, como eu, porém tem filhos e bastante humor. A transa teria sido excelente se a camisinha não tivesse se soltado e se escondido dentro do meu ânus! Agora, laxante tomado, resta esperar que a bendita saia ou irei procurar um médico... Risos...
A parte boa (para a minha saúde) é que ele não tinha gozado ainda, eu já havia, umas duas vezes, mas, para seres humanos normais posso atestar que a transa estava distante do fim! Risos...
Bem, lhes darei notícias acerca da camisinha perdida no sexo anal! Eu não tenho mais o que “desvirginar”, mas “desta” situação eu era virgem até hoje. Este cliente não será esquecido, com certeza!
Bem, vou assistir filmes e esperar o laxante fazer efeito! Benzadeus!

Beijos de luz!

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