Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Doentinha, sim, fazendo oral e anal deliciosos, também!

Boa noite gente, fina elegante e sincera!

Acordei péssima hoje!
A garganta doía de forma um pouco minorada, porém me doía embaixo dos ouvidos no pescoço.
Faringe, algo assim!
Continuo meu tratamento com antibiótico.
Ao longo do dia recebi telefonemas inconvenientes, contatos de alguns queridos, porém desabonados rapazes e, fiquei descansando. 
Aliás, heresia a minha em pensar e, mais, QUERER trabalhar neste “estado”!
Ocorre que em torno de 18h30min recebi um whatsapp de áudio de um educadíssimo, gentil, conhecedor de Nietzsche e belo homem na faixa dos 45 anos, aparentava.
Como a dor de garganta estava amenizada, aceitei o encontro e fui até seu encontro num belíssimo hotel (creio que o meu preferido) na região da Asa Norte, próximo aonde (ainda) resido.
Chegando lá ele tomava um vinho que, conheço e sei quão bom é, todavia, precisei agradecer. Não posso ir à Punta Cana adoentada!
Tomei água, conversamos um pouco. Ele estava encantado com o perfil que leu e com o meu site www.simonesteffani.com.br.
Eu estava de vestido, sentada numa cadeira, ele se ajoelhou, arredou minha calcinha e começou a me chupar! De repente, me fez “descer” pra frente com o bumbum e continuou me chupando e, a partir daí, masturbando meu cuzinho!
Gozei, mas gozei, mas gozei muito naquela língua!
Levei-o até a cama e o chupei fazendo bastante pressão, ele era bem dotado, logo só pude levar o pênis dele até minha garganta umas 5 vezes para não machuca-la.
Mas, ele não se aguentava mais! Então coloquei a camisinha nele, auxiliei-o, na verdade, e subi em cima dele, enquanto ele fazia mil elogios aos meios seios naturalíssimos e cintura.
Gozei de esguichar mais um pouco e, como desde sábado não fazia, pedi pra ele comer meu cu! Ele, obedientemente, aceitou. Pelo anal, fiz squirt duas vezes e ele gozou! Estava eu por baixo e ele por cima quando ele comeu meu cu!
Uma delicia! Fiquei uma hora e meia, ele pagou o valor equivalente a hora, mais a meia hora excedente ao cominado e disse que nunca teve uma transa tão “delicia” na vida dele. Lisonjeada, voltei pra casa, pra cama, para o antibiótico e repouso! Me sentindo 750 vezes mais bem humorada e alegre!
Quisera eu dormir e acordar no Caribe!
Beijos de luz!

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