Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Regresso de Punta Cana e o reencontro com um cliente fiel na segunda-feira à noite!

Bom dia gente!

Sentiram minha falta? Como diria meu amigo Robertão: “Eu voltei, agora pra ficar.” Cheguei ontem à noite depois de 6 horas de voo do Panamá pra cá. E depois de ter ficado sozinha no aeroporto de lá por 7 horas! Bem estressante, mas me propiciou muitas, muitas reflexões acerca dos meus limites morais para algumas coisas!
Adorei Punta Cana! Postarei fotos abaixo!
Ontem à noite um antigo cliente chegou à Brasília, estava triste achando que não poderia me ver por eu estar viajando e ser tarde, mas, por já ser cliente (fui a POA uma vez encontra-lo), atendi-o tarde, após a janta que ele teve.
Uma hora, belas gozadas. E um delicioso anal. Ele é loiro, alto e com sotaque nordestino, literalmente lindo, mas, sobretudo e principalmente, gostoso! Muito gostoso!
Não escrevi ao chegar, pois era quase 2 horas da manha e eu estava exausta.
Estamos nos mudando, ontem chegou o caminhão, ou seja, mal pude descansar. Parece que tem uma banda alemã tocando na minha cabeça... Risos... Tamanho meu cansaço.
Estou precisando de sexo para me recuperar...Risos... Interessados em pernoite, se agilizem, prometo uma noite de “zero” sono!
Agora vou aos bancos, tentar solucionar o problema do meu cartão da conta que foi clonado.
Boa terça-feira!

Beijos de luz! (Seguem algumas fotinhos:)








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