Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Terça-feira de quase duas excelentes horas de sexo, apesar dos "pesares", vulgo, "aqueles dias sangrentos"!

Boa noite gente linda!

Uauuuuuuuuuuuu! E que noite! Confesso que tive um dia enfadonho. Fiquei naqueles dias e pela primeiríssima vez na vida tive cólica! Confesso que depois de 12 anos tomando anticoncepcional está é a primeira vez que encaro a “bendita” sem ser no intervalo do anti!
Logo, tudo novo no meu organismo jovial de quem sorri e ri no mínimo 17 horas por dia! ... Risos!
Bem, fui até um hotel agora à noite encontrar um cliente. Atendi-lhe outro dia, mora há mais de 25 anos nos EUA e é professor numa Universidade de lá. Lindos olhos azuis, divorciado, lembram? Falei dele já aqui! Mas da ultima vez atendi ele no meu flat.
Em que pese meu “estado” atual, ele me chupou novamente ignorando o absorvente intimo. Gozei, apesar do pesar chamado O.B! Depois eu fiz sexo oral nele e ele gozou no fundo da minha garganta. Aliás, isso coincidiu com a nossa “primeira transa”.
Ficamos uma meia hora conversando sobre a academia de ensino superior, valorização do ensino, proibicionismo e assuntos afins! Após, recomeçamos num anal de ladinho! Gozei umas quatro vezes e, por fim, ele gozou!
Conversamos um pouco mais e ele acabou pagando o equivalente há duas horas, pois passamos um pouco do tempo. Desta vez ele veio pra Brasília só para me ver, logo, ficou extremamente contente!
Agora é descanso e mais filmes! Amanha tenho que sair de casa só para  ir a uma agência do Banrisul daqui de Brasília onde, por sinal, chove deliciosamente! Adoro chuva!

Beijos de luz!

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