Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Tutorial de como não passar vergonha ao abordar uma acompanhante de luxo exigente.

Tutorial de como não passar vergonha ao abordar uma acompanhante de luxo exigente.

Eis que estava eu aqui, descansando enquanto aguardo um cliente e me lembrando de quantos homens eu dispenso, por conta de sua absoluta inabilidade em me abordar. Logo, resolvi bater na mesma tecla que venho batendo desde que fiz o blog que agora virou a sessão “meu diário” e “tutoriais” do meu site www.claudiademarchi.com.br e dar dicas aos afortunados que leem estes textos da forma com que não devem abordar uma acompanhante de luxo como eu.
Sei bem que a exigência de muitas coleguinhas não é tão grande quanto a minha. Existem algumas tão seletivas como eu e outras estão aí aceitando tudo pela grana. Seguidamente estas são as que fingem orgasmo, gritam, pedem pra vocês gozarem logo, não se excitam e usam um monte de lubrificante e que vocês mesmos (homens sensatos) reclamam que são artificiais e que por conta disso é frustrante o sexo pago.
Eu posso ser exigente sim, mas sou toda “entrega” na hora do sexo. O pretenso cliente que passa a grau de “cliente”  não tem uma experiência banal com sexo pago. Tem uma experiência de sexo fenomenal com uma mulher que não tem vergonha de gostar de sexo e de gozar sem pudor algum (“Vitoriosa” letra do Ivan Lins tem tudo a ver comigo tirando o fato que eu já aprendi como gozar!...Risos...).
Enfim amiguinhos, vamos ver em exemplos práticos como não passar vergonha comigo e consequentemente com nenhuma acompanhante, até as menos seletivas? Bora! (Já aviso que todos os cidadãos abaixo estão bloqueados).
Exemplo 1:

Eu, Cláudia, codinome Simone, estudei nas melhores escolas, lia filosofia antes dos 10 anos, me formei com 22 anos, fiz especialização, desde 2007 escrevia para o meu blog www.claudiademarchi.blogspot.com, bem como para outros, jornais e afins. Sou boa leitora, ou seja: tente não escrever errado, isso me broxa! Não importa que você seja rico, milionário e se ache o “pica das galáxias”: se cometer erro grasso de português você me broxa e ponto! Mais ainda se você usar um termo subjetivo como me “conhecer melhor”!
Lindinhos, eu não estou fazendo o que faço só pela grana! Sexo é vida! Se eu quisesse “dar-me” a conhecer a alguém eu estaria caçando namorado ou marido por aí. Eu quero trepar, ter conversar inteligentes, fazer carinho, trepar de novo e só!
Não quero papo em Whats não! Gosto de homens objetivos, diretos e são estes os que mais me surpreendem na cama e me realizam! E também são os que se tornam realmente clientes e voltam com assiduidade!

Exemplo 2:

Se “fazer” de “desinformado” pra puxar papinho no whatsapp! Eu estava assistindo a Criminal Minds neste horário! Depois ia assistir a um filme! Poupe-me né?! Se você salva números e depois esquece eu não tenho o mínimo dever de me apresentar, certo?!
Use a memória, me aborde corretamente ou use a mão, pois a minha simpatia você não ganhará!

Exemplo 3 (o atípico que se faz de desinteressado para se candidatar a me comer de graça):




O cidadão abaixo que se dizia médico apesar do português péssimo e “veio” com convite pra assistir jogo no apartamento em que estava vez que era próximo ao meu. Primeiramente, não assisto jogo, não gosto. Em segundo lugar se for pra conversar eu converso com minha mãe, com meus gatos, com quem me ama, dispenso novos amigos, sobretudo se forem homens me fazendo convite pra ficar a sós com eles assistindo televisão!
Outra coisa que me anoja em qualquer um o tal de “nunca precisei pagar por sexo”.
Cara, deixa de ser trouxa! Pagar para ter a minha companhia por uma hora é muito mais respeitável para você mesmo do que sair na balada, trovar menininha, pagar de riquinho, comprar as bebidas, quase embriagar a criatura e depois transar com a moça que, de repente, está ali se vendendo pela vodca que bebeu ou pela esperança de encontrar um marido rico.
Abra a sua mente querido, acredite, não correrá o risco de seu cérebro fugir! Fique tranquilo baby!
Enfim, com estas abordagens encerro este texto, até porque o melhor trabalho do mundo (ser paga pra fazer o que mais gosto e gozar insanamente!) me espera.
Cláudia de Marchi

Brasília/DF, 17 de agosto de 2016.

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