Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Piadas do início de setembro II.

Piadas do início de setembro II.

Os seres humanos realmente não me ajudam a fazer-me admirá-los.
Vai ser tosco? Vai ser “sem noção”? Vai ter print amiguinho, vai ter critica, vai ter piada no site, no facebook, no instagram, sim amiguinho!
E você não pode se dar ao direito de ter vergonha né!? Primeiramente, porque quem não se envergonha de ser e fazer não deve se envergonhar por ver o que “é” ou “faz” publicado. Ademais, seu nome não esta aí. Nem numero de telefone. Logo: vai virar piadinha anônima!
Vejamos o cidadão que, em plena minha sessão de filmes no sábado, me incomoda via SMS! 

O que esperar de um ser humaninho que "pelas suas fotos" acha que você vai querer jogar conversa fora com ele? É, eu sempre digo: o mundo está cheio de oligofrênicos não diagnosticados.
E o que dizer do moço do DDD 66 que em pleno 2016 acha “complicado” acessar um site?

Quanto a isso, eu não nego que tenho um receio: DDD 66 é do MT, região de Sorriso, onde morei e, assim como o DDD 54 às vezes me assusta. Ora, mas, por quê? O print abaixo explica um pouco:

Não atendo a ex-alunos e nem ex-colegas conhecidos ou conhecidos de qualquer "ordem". Salvo raríssimas exceções dos segundos e terceiros! Eu gosto de estranhos, pois quem não conhecemos são como uma "folha" em branco: podemos não ter motivos para admirar, mas também não temos más lembranças! É a mesma razão pela qual não atendo político de extrema direita fascista.
Só de pensar em me despir na frente de um Bolsonaro da vida (incluindo filhos) já me dá náusea! Confesso que, apesar da canalhice, até o Eduardo Cunha me parece mais interessante! Pelo menos é inteligente, além de charmoso. (Sociopata? Bem, pra ser sociopata precisa ser inteligente e a inteligência é meu afrodisíaco preferido. Ele foi inteligente até na escolha da esposa, não pelo caráter, mas pelo nome!).
Aliás, o Cunha é interessante, porque ele sabe o que ele é. E se mantém com aquela cara impassível, como aconteceu na votação do impedimento da ex presidente na Câmara. Ofendido, (justamente) xingado, mas e as feições? As mesmas. Exatamente as mesmas! 

Ontem atendi a um cliente que além de gostoso, falava sacanagem enquanto me comia e, quando percebia que não conjugava o verbo com o sujeito corretamente se corrigia. Nossa, eu gozava com mais intensidade a cada “correção”... Risos...
Sim, eu sei. Eu não sou normal. E eu me amo exatamente por isso!

Brasília/DF, 06 de setembro de 2016.

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