Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Sexta-feira que terminou... perfeita, simplesmente perfeita!

Eis que eu estava aguardando a reprise de Criminal Minds enquanto lia alguns artigos jurídicos quando um cliente lindo e doce me contatou. 
Certa vez o atendi onde eu residia, ele havia levado um vinho e sabia os meus gostos sexuais todinhos! Se fosse um aluno, não poderia ser melhor!
A transa, tal vez, foi fantástica. Desta vez, sugeri, meio atrapalhadamente, que ele trouxesse um vinho, fui para o banho e em seguida ele chegou. Lhe esperei de vestido, salto e sem calcinha. 
Eu não quis abrir o vinho, estava louca para tê-lo em mim. Na porta do apartamento já nos beijamos. Viemos ao meu quarto e tudo "explodiu"! Uma química intensa. Ele me chupou, me masturbou, me fez gozar, então eu o chupei colocando-o todo na minha boca. 
Depois, colocamos a camisinha e ele veio sobre mim, gozei muito! Fui sobre ele, ele tornou sobre mim e então gozou. Praticamente sem sair de dentro de mim recomeçávamos. 
Ficamos transando por praticamente duas horas na qual ele gozou 3 vezes (se eu não me perdi nas contas) e eu, obviamente, perdi a conta. Durante um dos poucos períodos de trégua, quando não atualizávamos os assuntos de nossas vidas, que há algum tempo não nos víamos, ele me masturbava. Nos dedos dele gozei umas dez vezes! A seguir colocou a camisinha e tornou a vir sobre mim, ficamos de lado e, após, de costas quando ele gozou.
Realmente minha noite de sexta-feira foi perfeita! Apesar dos pesares, em noites assim eu penso que o magistério é uma eterna paixão, mas estou sendo temporariamente adúltera: o sexo me realiza!
Após tomar uma ducha fui passar meus cremes na pele antes de deitar-me, me olhei no espelho e pensei: "Uau, como eu estou linda!". Nossa, a cara de uma mulher sexualmente satisfeita, ainda que descabelada e sem nada de maquiagem é tão "viva", brilhante e radiante! Se eu tivesse que escolher meu "close" favorito eu escolheria o "pós-foda"! Uau! Adooooro! 
Bem, agora vou descansar, porque amanha é dia do EMANCIPA/DF e irei à Ceilândia, porém não às "duas horas" e nem "em frente ao lote 14".
Beijos de luz galera do bem!

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