Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Sexta-feira sem meu cliente cativo, mas com um novo cliente gostoso e livros de presente!


Boa noite sexta-feira linda!!!
Comecei o dia com a infeliz notícia de que não poderia atender meu cliente cativo neste dia (aquele que me paga o dobro para ter minha companhia exclusiva neste dia- não atendo ninguém além dele às sextas!), vez que ele teria compromisso.
Eis que resolvi dormir para descansar mais, todavia fui contatada por um pretenso cliente que não pude atender recentemente vez que nossos horários não coincidiram. 
Pontualmente no horário que marcamos ele chegou. Vestido despojadamente, belo rosto, magro, simpático, educado e um doce! Me chamou de "Cláu", adorei! 
Tem 30 anos, é professor e muito bem graduado na área dele. Um amor!
No beijamos, ele me masturbou, depois me chupou. Gozei na boca dele!
Então fui chupá-lo, ele estava com o pau muito duro! Um pau tão bonito quanto o dono! Chupei-o com vontade e ele terminou gozando na minha boca!
Após, voltou a me fazer carinhos e eu estava louca para ele me comer novamente. Chupei as bolas dele, o pau, ele me chupou de novo, porém tinha compromisso médico e não podemos concluir mais uma foda!
Ele disse que voltará! Estarei aguardando.
A tarde fui tomar café com um cliente e ganhei dois belíssimos livros! Um deles é a edição  crítica de aniversário de 80 anos de um de meus livros preferidos: Raízes do Brasil do Sérgio Buarque de Holanda! Fiquei nas nuvens. Foi um substitutivo a ausência de sexo entre nós neste dia. Não substituiu "à altura", mas me senti docemente homenageada. 
Bem, agora vou descansar na companhia da minha amada mamãe!
Se você ainda não acessou minha entrevista ao Projeto Lupa, acesse: http://www.projetolupa.com/feed/claudia-de-marchi  Ela está bombando!
Beijos de luz!


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