Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Final de quinta: a transa que poderia ser ótima, mas careceu de persistência, empenho e cuidado!

Boa madrugada leitores ávidos por novidades!

Eis que nesta quinta, em torno de 22 horas um cidadão de fora do DF, que está num dos condomínios/resorts próximos a Vila Planalto, contatou-me. Conversamos, achei-o um pouco "retido" num pensamento meio preconceituoso, mas dei um voto de confiança, vez que a foto era bem simpática e ele muito educado, apesar dos "atos falhos". Ele fazia umas menções tipo "vou te tratar como uma mulher normal", "vou te tratar bem"... Risos... 

Vide prints AO FINAL.

Fiquei pensando o que seria "tratar como uma mulher não normal" ou qual a visão ou com que tipo de acompanhante este cidadão já saiu! Bem, começo a imaginar e já tenho náuseas, porque com certeza não eram de "luxo", realmente, para não imporem respeito frente a quem não lhes trata como "mulheres normais".
Claro que concordo com ele quando me disse que não pode ser aquela coisa de só transar e ir embora, todavia euzinha gosto de objetividade e, sobretudo, gosto da transa quente e do papo que vem depois, quando eu, como acompanhante e, sim (sem vergonha em dizer!), profissional do sexo, vejo que o cara é bom de cama e que desejarei incluí-lo na minha lista de clientes. Gosto do cara que não tem pressa em me fazer gozar mais, cada vez mais! Se o sujeito for ruim de cama, mas rico? Foda-se o dinheiro, eu quero é sexo bom e orgasmos!
Alguns homens tem dificuldade em desromantizar a situação e ficam no tal de "quero só conversar". Este foi um que ficou tentando conversar por quase ou mais de uma hora! Só que, não sei se é o jeito dele ou ele estava um pouco "alto", mas durante um assunto ou fala, ele interrompia e vinha com outra abordagem ou linha de pensamento. Como se não se interessasse ou "assuntasse" nada do que eu dizia. Achei estranho para o cara que queria mimimi conversa inteligente!
Lá pelas tantas fiquei de pé, beijei-o, aos poucos ele se descontraiu, tirou meu vestido, elogiou meu corpo ("para os meus 34 anos", segundo ele, estou ótima- como se não existissem muitas quarentonas mais elegantes e bem cuidadas do que meninas de 18 anos neste mundo!), me beijou e me levou ao quarto. Me chupou, gozei uma vez, e ele já mudava a posição, pedia para eu chupá-lo. Colocou a camisinha, subi sobre ele, então me disse que odeia camisinha.
E ficamos naquela de masturba, chupa, lambe e nada! Nem pra ele e nem pra mim! Ele era bom de toque, mas atrapalhado, pois pouco persistente! Eu poderia ter feito uns 50 squirts mesmo sem penetração, mas ele não se dedicava. 
Tocava gostoso um minuto e parava. Risos... Porém teceu um elogio interessante, disse-me que a minha buceta é tão "bem perfeitinha que parece de uma menina de 13 anos". Risos... Prefiro pensar que não houve ato falho neste elogio...! Oh, glória!
Foi uma transa que poderia sem 100%, como o beijo, mas foi mal por conta dos atrapalhos que desconheço quais sejam. Ele não gozou, estava quase gozando, eu havia cansado, Cheguei lá meia noite e eram mais de 2 horas! Me irritei! Não quis anal, não quis penetração! Ora, para fazer somente oral é só procurar na W3 e adjacências. Sai mais barato!
Realmente, este cidadão se atrapalhou! Se o objetivo era só conversar, faltou ouvir, compartilhar ideias, curiosidades, cultura, ir além do básico, se era sexo, faltou aprofundar, se dedicar com os dedos e meter. 
Bem, quiçá fosse um mero cidadão egoísta acostumado com as "garotas de programa" (aquelas, as "mulheres anormais" e "desmerecedoras de respeito") que fazem de tudo só pra agradar ao macho e não estão nem aí para o seu prazer!
Não é e nem nunca será o meu caso. 
Todavia, gozei umas duas vezes. Pouco para uma mulher multiorgasmática, mas foi o que teve com o cidadão do nordeste do Brasil!
Agora vou dormir, para descansar a beleza, porque amanha será um novo e lindo dia!

PRINTS DO PAPO PRÉ ENCONTRO:(Quem mandou eu teimar comigo mesma e ir!?).



Beijos de luz!

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