Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 8 de outubro de 2016

Reencontro sexual com meu cliente cativo!

Bom dia sabadão!
Ontem, sexta-feira, era dia do meu cliente cativo e, depois de um longo e pesaroso jejum de encontros, ele conseguiu vir, à tarde!
Pela manha, recebi umas duas ligações de homens absolutamente toscos do nível "quanto tá o programa?" ou "você faz anal gostosinho?" que tiveram o vácuo do telefonema desligado na cara e o bloqueio de seus respectivos números de telefone, of course!
Também dormi e tive um magnífico sonho erótico em que estava em Londres com uma pessoa muito interessante! Foi uma delícia!
Enfim, à tarde, após um cochilo da beleza meu cliente de toda sexta chegou!
Nos beijamos, abraçamos, mas fiquei só de calcinha e chambre de cetim lhe esperando tomar banho. Um lord!
Ele me fez gozar me chupando, e, claro, me comendo. Depois me massageou toda com óleo, então continuamos e, por fiz, fizemos "o anal"! Foi magnífico, assim como a boa e velha humorada conversa!
Mais tarde segui minha maratona das temporadas 10 e 11 de Criminal Minds, assisti a um filme com minha mãe e o sono me pegou cedinho!
Não eram 23 horas quando dormi. 
Acordei agora, relativamente cedo, com fome e vontade de lhes contar sobre o meu dia!
Desejo à todos um excelente final de semana!
Beijos de luz!
P.S.: Sinto que farei um brunch agora, afinal hoje o dia é, por regra, light! 

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