Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Sobre um novo cliente gostoso ao extremo com quem irei passar à noite e que (agora) toma um banho no meu chuveiro enquanto eu ESCREVO-LHES!

Boa noite (ou quase madrugada!?) gente fina, elegante e sincera!
Hoje era dia do meu adorável homem das sextas-feiras, todavia, final da manha, no início da tarde, padeci com cólicas. Um pouco de menstruação, mas intestinal também. Parece que a ojeriza à PEC 241  e atuais decisões do STF não se desapegaram do meu sistema gastro-intestinal e hormonal, desde ontem. Logo, não pude atendê-lo, pois gosto de ceder-lhe o melhor de mim e um coletor menstrual da Prudence não permite "a transa".
Sentindo-me meio fraca, adormeci e em torno de 15h45min fui acordada por um inconveniente "trote". Nem merece ser narrado. 
Eis que, ao longo do dia o escasso sangue que descia parou, aquele coletor terrível no fundo do útero deve ter ajudado a "limpar". Acho que lá pelas 22h estava livre, leve e limpa. Coincidentemente, foi quando recebi o contado de um jovem belo, educado e membro do Judiciário paranaense (este segundo "fato" me deu medo, mas passou...), disse que estava num hotel (um dos melhores da cidade) e que desejaria um pernoite desde que eu permitisse a sua vinda à minha casa para ele me conhecer "melhor", assim como a meus gatos.
Como vi sua foto e português exímio, além de ter tido um dia sem sexo por razões alheias à minha vontade, aceitei, vez que minha mãe estava entretida num seriado. Avisei-a e ela disse: "Mande vir, aproveite!".
Recebi, o homem de 30 anos, bonito, não adepto do PowerPoint (risos...), solteiro e muito bom de pegada "chegou chegando", beijou-me intensamente, me chupou, tirou o terno, então eu o chupei (uauuuuuuuuu!) até ele quase gozar, então colocamos a camisinha e eu fui sobre ele. Gozei incontáveis vezes, então ele não resistiu e gozou também. 
A NOVIDADE: Ele pediu para eu escrever este breve relato enquanto ele está aqui, no banheiro do meu quarto, no banho, pois daqui irei dormir com ele no hotel. Como eu disse: "dormir não, dormir eu durmo em casa sozinha". Fez o TED do valor do pernoite, já separei minhas coisas e irei, amanha após o café da manha volto, pois estou me preparando para esperar meu papai, sua esposa e minha irmãzinha!
Como minha mãe perdeu meu cartão do banco semana passada, estou com dinheiro contado na carteira e o cliente que agora me espera só pode fazer TED do valor do encontro de agora junto com os R$ 3.000,00 da pernoite. Fazer o que? Comprarei, com o que tenho, umas bermudas novas para o papai que está com roupas péssimas, darei alguns vestidos meus à Maria, sua esposa, e uns para Maria Clara, o amor da minha vida! Ansiosa para revê-los! 
Bem, agora está na hora de sairmos, iremos jantar no hotel antes de subirmos para o ninho de sexo selvagem e doce, (afinal, só uma espécie "dele" enjoa!). Sexo tem que ser variável, tem que ter de tudo um pouco e de um pouco tudo!
Beijos de luz e amanha conto outros detalhes! 

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