Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Domingo de descanso, leitura, elogios veríssimos e boas lembranças!

Bom dia gente amada!
Ou melhor, boa madrugada!
Essa minha ida à Sorriso está acelerando minha ansiedade, mas, resolvi não tomar ansiolítico ao meu alvitre.
Ontem tive um dia super tranquilo, cozinhei, ajudei minha mãe, li muito e dormi pra caramba! Risos... Até, mostro abaixo (não apenas exibindo-me pelos elogios recebidos de um dos lords que atendo), mas a prova de que dormi mais de 4 horas à tarde! 


Enfim, deixando a vaidade de lado, folguei ontem.
Um cidadão me contatou à noite para atendê-lo no Meliã, recusei, porque já era tarde para atendê-lo em minha casa e lá eu não irei. Como vi que ele não tinha lido o site e sequer sabia do meu estilo, não titubeei em dar a vaga para outra. Risos...
Mais tarde fui ler minhas lembranças no Facebook e me deparei com está que insiro abaixo, comentada por com uma fã, acadêmica de Direito, mas que não foi minha aluna. Dentre as mais de 8 matérias que lecionei, Biodireito era uma delas! Disciplina NECESSÁRIA nos dias atuais, inclusive para alguns deputados e senadores que tem "porte" para falarem merda sobre o assunto:





Ensinar é, sem sombra de dúvidas, o que existe de mais gratificante no universo, apesar da má remuneração. Ainda tenho algo de melancólico em relação à isso.
Bem, por falar nisso acabo de me inscrever num curso de Introdução à Psicanálise da ABRAFP, ainda não estou tão entusiasmada para retomar o de Formação em Psicanálise, ademais, fazem apenas 8 meses que estou neste trabalho e gosto de controlar as minhas contas. Priorizo a qualidade a quantidade de clientes e não pretendo descer do nível para pagar contas que não existiriam se eu não as fizesse...Risos...
Bem, vou tomar café!
Desejo à todos uma linda semana!
Beijos de luz!

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