Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 26 de novembro de 2016

Sábado lindamente FODÁSTICO e a tese do capitão Rodrigo Cambará!

Boa noite sábado lindo!
Eis que tive um dia atípico, andei dormindo demais ontem, vez que não atendi meu parceiro das sextas e, nesta madrugada, acordei, li de tudo um pouco e não dormi até fazer meu desjejum.
Estou tomando Rivotril em função dos estresses de 2016  (6 anos em 1): demissão injusta, morte de um primo querido, distância do meu pai e irmã, fama repentina, morar num apartamento e não mais numa casa enorme com piscina, estar longe das salas de aula e, por último, ser vitimada por ciúme e constatar o machismo latente em mulheres que poderiam usar no mínimo 20% do seu cérebro. 
Todavia, hoje resolvi seguir a recomendação médica e tomá-lo apenas nos minutos que antecedem a um ataque de ansiedade ou pânico, não mais para dormir. 
Eu irei restabelecer meu equilíbrio, está é minha meta! Não sou responsável pelas injustiças que sofri desde 02/02, mas sou responsável por como reagir à elas e, até eu mesma, cansei da minha infantilidade e mimimi "que injustiça". Agora eu vou agir, para o bem (ou não?) da Kroton. 
Não sou uma pessoa com fé no Judiciário, do contrário não estaria gozando em troca de dinheiro. Não tenho fé na humanidade machista, na ignorância humana que sabe reconhecer couro píton, mas não sabe ser empático. Mas, a esperança é a última que morre, portanto, vamos à luta, pois como disse meu camarada Rodrigo Cambará: "Ainda não inventaram a bala que há de me matar." (vide Érico Veríssimo).
Eis que, após a noite e madrugadas insones, acordei e comi uma deliciosa fortaia. Cochilei e no início da tarde um homem demasiado interessante me chamou no whatsapp. Segundo ele, um amigo e colega disse-lhe que eu tenho o corpo mais "perfeito" (prefiro entender isso como "simétrico") que ele já viu, além de fazer o melhor oral (com garganta) e gozar na boca abundantemente.
Enfim, o cidadão, lindo e educado, por sinal, veio tirar a prova. 
Chupou-me e me fez fazer uns squirts por uns 20 minutos. Então, passamos ao 69, tudo o que ele queria, pois facilitava-me engolir aquele avantajado pau! E eu engoli, e chupei bolas, ânus, e fiz squirts na cara dele até que, por fim, ele pediu pra gozar no fundo da minha garganta! E gozou docemente!
Pagou-me R$ 250,00 a mais pela hora, em que pese não tenha ficado uma hora completa. Após, fui dormir, acordei a noitinha com um cliente gato ligando.
Uau, fizemos "a foda"!
Ele meteu no meu cuzinho depois de me chupar só com a lubrificação do preservativo, mas acabou tirando para não gozar cedo demais. 
Nos beijamos muito, nos chupamos, ele me comeu de quatro com força, por cima de mim também. Nossa, foi uma delícia! Aquele som do corpo dele batendo contra meu traseiro cedendo por aquele pau me excitava!
Nossa, acho que quase uma hora depois ele permitiu-se gozar comendo minha bucetinha de quatro! Eu estava carecendo de água, tomei, descansamos, conversamos (adoro interagir com homens inteligentes e de mente aberta) e, após pagar o período que usufruímos (na verdade ele o fez de início), foi embora linda e "morenamente" como em sua última visita.
Eu já havia lhe atendido num sábado...Sempre penso nele aos sábados, mas não posso fazer nada, só aguardar ele poder vir.
Eita que dia agitado! E ainda estou resfriada, usando aquele "sorine" maligno no nariz, aff! Que nojo!
Bem, vou tomar uma taça de vinho cabernet blanc para dormir! Beijos de luz! 



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