Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Sexta de madrugada com filmes, manha com sol, tarde de sono e desprezo público ao grupo Kroton!

Boa noite gente linda!
Depois de uma quita-feira à mil, hoje o homem especial das sextas-feiras não pode vir, logo, terminei assistindo filme até quase 5 horas da madrugada, acordei às 10 horas e fui tomar sol para dar um plus ao look!
Voltei, tomei um banho, hidratei a pele e dormi até quase 17 horas.
Recebi dois telefonemas de caras sem fineza e um via whatsapp que disse que o hotel em que está fica "enfremte" a algum lugar. Recuso-me a enfrentar tal tipo. Ou seja, me masturbei umas 4 vezes e decidi assistir filmes e dormir mais cedo, afinal minha pele não se manterá jovial, lisa e linda sozinha!... Risos! 
Já estou com uma boa agenda para o final de semana.
Ah, quem tem facebook sabe que ele nos relembra das ocorrências dos últimos anos diariamente, hoje a lembrança que recebi foi angustiante, como tudo que vem do grupo Kroton.
Já lhes contei que dia 01 e 02/12 estarei ausente? Audiência de tentativa de conciliação em Sorriso/MT, já fiz minha reserva no melhor hotel da cidade, porque com certeza não desejarei trabalhar ou ter contato humano naquele lugar, sobretudo, estando lá por tal razão. 
Vejam a que me refiro e a participação do amigo virtual mega antenado Luca Paiva Mello (sim, aquele sucesso inteligentíssimo criador de maravilhas como a série "O negócio"):





Sim, segundo uma ex-coordenadora de curso o meu ex-coordenador fraudava o sistema de avaliação institucional.
Repassei uma carta acerca das barbaridades e desonestidades que ocorrem na UNIC/SORRISO ao diretor regional e ao diretor centro-oeste  na quarta-feira dia 23/03, antes mesmo de eu ter convicção de que me tornaria cortesã. A carta continha 430 laudas e, posteriormente, foi remetida ao MEC, diante da falta de resposta dos referidos diretores.
Os procedimentos de auto avaliação institucional estão em conformidade com a Lei nº 10.861/2004 (SINAES), logo, antes de realizar reclamação direcionada ao MEC e  ao Ministério Público Federal, informei os diretores, de forma informal, o que sei, sobre o que ocorre na unidade referida da UNIC e não especificamente no curso de Direito. 
De acordo com a Lei 10.861/2004[1] a avaliação interna da instituição é feita através dos discentes, docentes e demais profissionais de funções correlatas ao crescimento da instituição na sociedade e da qualidade da mesma.
Desde o segundo semestre de 2014, quando fui contratada para ministrar as disciplinas de Direito Constitucional I e Contratos para 5 turmas (se não me falha a memória), participei da avaliação, na época, denominada pela Kroton como “SIAI”.
O que tivemos, porém no segundo semestre letivo de 2015 foi o denominado “AVALIAR” que, conforme repassado aos acadêmicos e docentes, de forma presumivelmente idônea, é a oportunidade dos mesmos poderem, literalmente, avaliar a instituição de ensino, corpo docente, coordenação, serviço de atendimento ao aluno, biblioteca e demais requisitos básicos para o funcionamento de uma instituição de ensino superior de boa qualidade.
Todavia, apesar de não ser possível a mim ter conseguido acesso a material capaz de provar FORMALMENTE o que sei, os diretores e auditores conseguiriam através de peritos em TI.

[1]      (A quem interessar a informação legal).
   Art. 2o O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes, deverá assegurar:
        I – avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos;
        II – o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos;
        III – o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos;
        IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo das instituições de educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
        Parágrafo único. Os resultados da avaliação referida no caput deste artigo constituirão referencial básico dos processos de regulação e supervisão da educação superior, neles compreendidos o credenciamento e a renovação de credenciamento de instituições de educação superior, a autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento de cursos de graduação.
        Art. 3o A avaliação das instituições de educação superior terá por objetivo identificar o seu perfil e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucionais, dentre elas obrigatoriamente as seguintes:
        I – a missão e o plano de desenvolvimento institucional;
        II – a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
        III – a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
        IV – a comunicação com a sociedade;
        V – as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
        VI – organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios;
        VII – infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação;
        VIII – planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional;
        IX – políticas de atendimento aos estudantes;
        X – sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.
        § 1o Na avaliação das instituições, as dimensões listadas no caput deste artigo serão consideradas de modo a respeitar a diversidade e as especificidades das diferentes organizações acadêmicas, devendo ser contemplada, no caso das universidades, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento, pontuação específica pela existência de programas de pós-graduação e por seu desempenho, conforme a avaliação mantida pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.
        § 2o Para a avaliação das instituições, serão utilizados procedimentos e instrumentos diversificados, dentre os quais a auto-avaliação e a avaliação externa in loco.
        § 3o A avaliação das instituições de educação superior resultará na aplicação de conceitos, ordenados em uma escala com 5 (cinco) níveis, a cada uma das dimensões e ao conjunto das dimensões avaliadas.

Bem, sem papo sexual por hoje, mas uma conversa foda mal feita: sobre o mercantilismo da educação, o descaso com os discentes e a hipocrisia dos "bons pais de família" que a custa do couro alheio fazem o que bem entendem para emergirem em suas carreiras, INCLUSIVE QUEDAREM-SE SILENTES FRENTE À INJUSTIÇAS PARA COM OS DISCENTES PAGANTES. 
Vejam meus post no face Cláudia de Marchi, aliás, sigam-me e sobretudo no @claudemarchi (insta)!
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário