Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Sexta-feira com o sessentão com aparência de 40, acidentes domésticos e o contato do "fasendeiro"!

Boa noite seres humaninhos lindos!
Passei o dia de ressaca após minha primeira baladinha rock sozinha em Brasília. Eu cai no chuveiro pela manha, corpo dói! E ainda cortei meu dedinho, sangrou como se fosse a aorta...Risos...
Recebi contatos tolos e um cômico demais!
Em que pese eu ia tirar folga o meu cliente sessentão com aparência de quarentão marcou e não pude de deixar de atendê-lo, afinal amanha pela manha tenho retoque do loiro e depilação, à noite já tenho compromisso também, com um ex-colega do RJ.
Bem, ele chegou me beijou, mamou meus seios deliciosamente, me chupou, colocou os dedos, me fez gozar, depois eu a ele. 
Lambeu e colocou o dedinho no meu cu, então, após, colocamos a camisinha e ele me comeu por cima, de quatro, mas gozou sobre mim e me beijando! Adoro beijos na hora do orgasmo!
Sobre o contato que recebi, a priori, ao telefone o cidadão não conjugava verbo com sujeito e falava todo travado, mal pra caramba! Por profilaxia de irritação e frustração pedi que me chamasse no Whats, pois não faço encontro às cegas para o meu bem e do cliente. Eis que ele me chamou:

Dispensa "augumas" palavras, mas, tudo "ben", eu sabia que meus amigos do Facebook e Insta iriam se divertir com o massacre da língua portuguesa cometido por "un homen fasendeiro". Caraca, gente, qual a dificuldade em compreender que eu não quero só dinheiro! Custa o que ler o site, gente!? Ah, precisa saber ler. Deve ser isso.
Muitos acharam que era "zoação" do "homen", mas pela minha experiência de vida e quase 3 anos residindo na capital nacional do agronegócio, posso garantir que existem muitos "fasendeiros" que deveriam investir em educação, mas acham que o dinheiro basta.
E tem quem ache lindo, lá no MT eu ouvia: "Fulano mal fez o primeiro grau e tem muitos hectares. Que nobre!". O cara do print foi franco e não está só num mundo que valora mais os bens materiais e o dinheiro do que a cultura. Num mundo em que se o sujeito ostentar carro importado a mulherada se interessa e transa (gratuitamente, claro), na esperança de achar um marido rico.
Enfim, o brasileiro precisa saber que estudar não é chato, que casamento por interesse é escravidão e que chato é ser fútil, ignorante e interesseiro na era da informação. Estudar depois de velho e rico não é feio, feio é só ter dinheiro pra oferecer!
Beijos de luz!

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