Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 3 de dezembro de 2016

A descrição do encontro com Cláudia.

Quem me conhece minimamente sabe que sou praticamente o Dr. House em pessoa. "Houseana", para ficar mais elegante. 
Sou educada, mas também sou franca. Sincera e com uma tolerância muito pequena a burrice. Hoje ainda me recordei de uma frase do personagem: "Se você quiser saber a verdade sobre alguém esta deve ser a última pessoa a ser consultada.
Claro que existem seres humanos sinceros como eu, mas, em determinados casos você só pode conhecer uma pessoa de duas formas: pela experiência, no caso da minha profissão, vindo, experimentando e bancando o "investimento" ou na "teoria" através dos comentários de alguns homens sobre mim no SITE BELAS 61, logo abaixo das minhas fotos.
Obviamente, que para os homens de Q.I. mais avantajado ler este diário é o suficiente, mas, lamentavelmente, ainda existem os ogros que anotam o número de telefone da acompanhante e querem colher delas informações facilmente "manipuláveis"
São homens burros que não passam pelo meu radar de seletividade. 
Vejamos o exemplo abaixo que me vitimou na manha deste sábado:


Vamos supor que você tenha um restaurante e esteja contratando uma cozinheira. Você vai pedir para ela "descrever" a comida que cozinha ou vai pedir para ela cozinhar e, então, provar e tirar as suas conclusões? Ou vai ligar para os outros restaurantes onde ela trabalhou e pedir informações?
Estas perguntas tolas indiciam total ausência de leitura, de saber "quem é a mulher" por trás do número de telefone e, um pouco de pobreza intelectual e financeira, não nego. Quem pode paga pra ver e volta! E paga. E volta. E paga. E volta sempre.
Ora, eu tenho um diário da minha rotina! Sexual, profissional, pessoal. Eu apareci no G1, Catraca Livre, Metrópoles e etc.. Custa o que ler um pouco sobre ao invés de só ver fotos?

Não à toa tem muito besta misógino reclamando dos encontros que tem: 99% das acompanhantes do DF só postam suas fotos tratadas (com photoshop), obviamente TODAS irão se dizer boas e narrar seus encontros com maestria, ou seja, a culpa não é delas se o encontro for entediantemente mecânico, mas sim sua que não se informou mais! Que quis pagar pouco. Que achou o pau no lixo. Que não tem receio de ser o décimo cliente a estar na cama de uma criatura num único dia (preço barato, movimento maior). 

Querem a descrição dos meus encontros? 

Aí vão algumas!








Estão todos abaixo do meu anúncio no Belas 61, mas o tal do "brasileiro médio" necessita de "instrução" até para contatar uma acompanhante de luxo. 
Fazer o que né?! Respirar fundo, dispensar e ficar só com os realmente gostosos: do cérebro à pegada, porque homem burro não consegue ser bom nem na cama.
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 03 de dezembro de 2016.

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