Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Fim de sexta-feira com um cliente antigo e bem dotado!

Boa noite gente!
Estava eu confortavelmente deitada assistindo filmes quando um cliente que atendi em abril resolveu marcar.
Tendo em vista que eu estava disposta e nada cansada resolvi atendê-lo. A priori seriam duas horas, mas ele optou por ficar uma hora só.
Nesta hora me masturbou, me chupou muito bem e, após, colocamos a camisinha extra larga e ele veio sobre mim!
Gozei assim e gozamos quando eu fiquei de quatro. Ele lamentou-se por ter sido "rápido" demais, mas me fez gozar. Conheci homens que demoram horrores e não sabem penetrar ou excitar uma mulher de forma a fazê-la gozar. Homens que, ao contrário deste gostoso de antes, nem bem dotados são!
E olha que sou multiorgasmática e gozo primeiramente fácil! Mas, para isso, é preciso beijos e toques certeiros. Tem macho que não acerta nem isso, infelizmente.
Bem, agora definitivamente encerrei a sexta-feira! Vou tomar um cabernet blanc já que o branqueamento dos dentes não me permite tomar um bom carmenere tinto!
Beijos de luz!

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