Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Quinta-feira com "Q" de quente e "F" de foda: umas perfeitas, outra única não!

Boa tarde gente linda!
Como ontem foi dia do cavalheiro que requer exclusividade hoje o dia foi corrido, entre compromissos de beleza e clientes.
Pela amanha atendi a um cliente que começou recém num ramo de trabalho que ele ama. Chega sempre humorado, alegre e excitadíssimo! Ele é um charme, tem um beijo delicioso. É todo uma delícia. Me chupa deliciosamente bem, meu cuzinho, minha buceta, enfim, inteira, além dos beijos ardentes.
Cavalguei sobre ele, gozei mais, ele me masturbou com os dedos todos no fundo do meu útero. Comeu meu cuzinho de quatro e deitado sobre mim, mas gozou metendo meio de ladinho/meio de quatro.
Depois tornei a ataca-lo, chupei-o novamente e ele ficou sobre mim... Comeu minha bucetinha até gozar. Dava pra sentir o preservativo quente! Foi uma delícia!
No início da tarde fui fazer limpeza de pele e sobrancelha, após, cortar as pontas do cabelo que estavam parecendo de puta pobre ... Risos... e uma hidratação lá no meu adorável e talentosíssimo Fernando Kosta. A clínica estética que vou, Corpore San com competentíssimas profissionais, também fica na Vila Planalto, meu primeiro reduto em Brasília, na boa e velha Tamboril, lote 7, apt. 1!
Bem, mais tarde recebi um adorável cliente que, assim como no primeiro encontro trouxe uma espumante gaúcha classe A! Na sua primeira visita eu dispensei-o sem que ele gozasse, porque ele pediu se eu deixaria que me chamasse pelo nome da ex. Achei de péssimo tom, inteligência emocional e apreço por si mesmo.
Pois ele, que leu o texto aqui no site, ontem, agradeceu-me por ter lhe exposto o limbo em que estava. Disse que melhorou muito nos últimos meses. Conversei com ele pessoalmente tal vez também. Desta vez ele veio mais reerguido e me trouxe uma medalhinha Agnus Dei para me proteger dos meus inimigos, vez que ele já fora protegido. Achei um amor!
Enfim, rimos muito, conversamos, transamos, chupei-o muito, ele a mim, fizemos anal e ele gozou. Foi uma delícia o encontro desta vez!
Mais para o final do dia atendi a um novo cliente, educado, mas bem do estilo que procurou uma acompanhante no site, não viu nada sobre ela e chegou aqui mudo e saiu calado. Até que fazia uns carinhos legais, mas completamente mudo, sem elogiar, sem demonstrar tesão com a pegada, com palavras, sem partir para o anal. Me comeu de costas, de repente broxou, queria que eu o masturbasse (não masturbo homem, não sei, não gosto e pau mole me dá asco), mas ofereci que ele o fizesse e gozasse na minha boca. E assim foi! Bem, pelo menos ele fez valer um pouco do que pagou.
Um tanto insosso, mas o dinheiro pelo menos valeu a pena tendo em vista o vapt vupt da "coisa".
Vejo que certos homens, tipo este aí citado, querem que eu faça squirt e ficam me masturbando, esfregando minha buceta e tal. Eu meto os dedos deles no fundo, mas não adianta se o cara não me deixar COMPLETAMENTE EXCITADA. 
E homem mudo não me excita, homem que não me chupa decentemente também não, logo eu posso até ter uns orgasminhos vaginais como tive com o caladinho de antes (pesquise a diferença entre orgasmo clitoriano e vagina)l, mas aquele de fazer squirt não vai rolar só, porque o macho veio atrás disso, mas não sabe tocar e excitar a fêmea felina aqui. Só lamento!
Bem, vou jantar!
Beijos de luz!

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