Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Sexta que terminou com um charmoso cliente novo e boas novas familiares!

Boa noite penúltimo dia do ano, linda e bela sexta-feira!
Sexta cuja madrugada me rendeu uma insônia avantajadíssima por conta da viagem da minha tia, mas, apesar disso, mesmo indo dormir às 06 horas e levantando ás 10 horas (e pedalando 1 hora) para ir tomar um belo café na Kopenhagen e fazer as unhas no shopping!
Tinha um cliente agendado para às 16 horas, depósito feito para usufruir 1h30min deliciosas comigo, mas, "aqueles" dias, sempre trazem para mim uma séria disenteria. Que nojo! Não poderia trabalhar em tal período.
Terminei tendo que agendar para ele ser a primeira transa de 2017! 
Bem mais tarde, estava eu dormindo e um cidadão de notória educação, beleza e simpatia que ficou de marcar ontem conseguiu um mísero tempo para vir me conhecer.
Fiquei meio nervosa com sua postura inicial, meio tenso, me fazendo bastante perguntas, sem me tocar libidinosamente ou beijar. De pé na minha frente, me indagando sobre minha vida, fama e etc., confesso que fiquei tensa. Quando me despi, ele apenas tocou minha buceta, depois chupei-o um pouco, colocamos a camisinha e ele meteu em mim de quatro. Gozei umas duas vezes e ele também.
Logo teve que ir, tinha compromisso. 
Não tivemos despudores, beijos tântricos e demais sacanagens, mas gostei do cidadão!
Ah, descobri que minha cama começou a ranger! Como ontem não a usei para trabalhar, não compreendo como surgiu o inconveniente barulho, mas, de toda forma, não atrapalhou nossas gozadas!Todavia, irei resolver.
Disse-me ele que voltará e que "indicar-me-á" (by Temer) para amigos de confiança. Aparentemente um lord respeitável, só carecemos hoje de um pouco mais de indecência, quem sabe num motel!
Bem, fico por aqui!
Beijos de luz gente linda! 
Ahhhh! Estou realizada, porque domingo receberei meu papai, mana e esposa do pai! Oh, alegria sem fim!

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