Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Terça de muito sono e um atendimento de prazer unilateral de 15 (insossos) minutos!

Boa noite gente linda! Estou com problemas no meu notebook, portanto lhes escrevo do celular. Hoje tirei o dia para descansar a beleza, dormir e ler. Todavia, recebi um contato bastante educado de um homem bonitão, novo, bem charmoso com um belo par de olhos claros. 
Saiu de seu compromisso e veio. Parecia meio ansioso, preocupado e nervoso, fui simpática e educada como de costume, mas ele parecia não achar graça de nada... Risos. 
Enfim, tomou um banho ao chegar e veio timidamente, nu e com beijos não muito "calientes". Deitado nu, tentei aumentar o fogo, tirando o vestido, mas ainda com uma sexy calcinha, quando vi que ele não agiria, terminei chupando-o. Neste ínterim, ele, que afirmou ter lido matérias sobre mim me fazia perguntas primárias que este site responde (tipo, "por que enveredei por este caminho?"- termo brochante por sinal, indiciador de preconceito). Mas, ele aparentava ser preconceituoso mesmo, pela ausência de carícias, beijos quentes e etc.. 
Depois pedi para ele tirar minha calcinha, esperando que "faria" algo, mas me masturbou mal e parcamente, virou-me de bruços, pegou forte na minha bunda e pediu para gozar na minha boca. Chupei-o, ele gozou, voltou para o banho e foi embora. 
Bonito, bem dotado, charmoso, mas não me fez gozar e o encontro durou no máximo 15 minutos. Bem, podia ser um encontro com multiorgasmos e tesão, mas foi um dia "exceção" em que não fiz nada e ganhei R$ 600,00 em míseros e estranhos minutos. Em qualquer esquina ele teria uma chupada bem mais baratinha... Risos... 
Agora vou me masturbar pensando num cliente gostoso para ter uma dose de prazer e , após, descansar por não ter feito nada! 
As demais ligações que recebi eram brochantes, tipo um que só queria oral. Bem, pode ser até um beijo criatura, por menos de R$ 600,00 eu nem me aproximo de um homem! 
Beijos de luz! 



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