Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Terça-feira "tri" gostosa!

Boa tarde gente linda!
Acabo de ficar duas horas com um adorável mineiro! 
Ele havia marcado há alguns dias e, tão logo liberou-se de seu compromisso veio até mim. 
Foi algo muito, muito bom! Começou com beijos quentíssimos, deliciosos e excitantes. Ele me deu um café nobre de presente. Amei!
Ele foi com toda calma do mundo. Tirou meu vestido, ficou se cócoras no chão e lambeu meu cuzinho e minha buceta por trás. Depois sentou-se e fez eu sentar na cara dele. Gozei muito, muito, muito na boca dele!
A seguir me colocou deitada na cama, me chupou, me fez gozar ainda mais, então eu o chupei. Um pau grande, bonito, engoli-o o máximo e ele gozou na minha boca.
Tomamos uma água, conversamos bastante, desde religião até a carência de educação no mundo e 2016 e suas mazelas, apesar de, para mim, ter sido uma benção!
Depois ele tomou uma ducha e veio querendo me comer. Abri as pernas nua e alcancei a camisinha. Ele meteu um pouco na minha buceta, mas o preservativo não é da rotina dele (casado), então apertou, ele não se sentiu bem, terminamos nos masturbando e, por fim, ele gozou na minha barriga!
Uma pessoa muito querida, sem dúvida! Foi o primeiro a ver a constelação que fiz ao redor dos meus seios e que, em breve, postarei para vocês, por enquanto está vermelho ainda. 
Pela manha fui fazer as unhas e contatei o cara que me difamou no lixo do GP Guia ontem, pois hoje eu iria com minha advogada conversar com a delegada em substituição. Pensei bem e resolvi ser parcimoniosa, afinal o cara agiu movido pela raiva da rejeição.
Ego de homem é frágil, logo, não custa usar a racionalidade e tentar evitar problemas para ele e para mim, em que pese o GP Guia, se não retirar os tópicos a meu respeito, será devidamente processado. 
Bem, vou lanchar, tomar umas taças de um cabernet blanc e esperar minha tia que chegará está madrugada!
Beijos de luz!

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