Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Quarta-feira de noite deliciosa e surpreendente com um "fã"!

Boa noite gente linda!
Eis que hoje, depois de um dia assoberbado por conta de minha organização prévia aos poucos dias em que me ausentarei da capital federal (13/01 à 17/01), não trabalhei durante o dia.
Agora à noite, porém fui contatada por um cavalheiro, leal leitor e fã!
Como é bom receber homens que gostam de me acompanhar virtualmente, o sexo é praticamente perfeito e os diálogos extasiantes, não à toa o jovem homem ficou comigo por duas horas que passaram voando.
Ele me despiu e me chupou inteira, bem dotado, corpo em forma, me colocou sobre ele e fizemos um 69! Gozei muito na boca dele e ele não aguentou muito tempo me acariciando e chupando (com luzes acesas) e acabou gozando na minha boca! Gozou muito, pois segundo ele vinha há um mês lendo meus relatos e sobrevivendo à base de masturbação. 
Funcionário público, 31 anos de idade, solteiro, sem filhos e praticante de corrida! Um baita fôlego, mas muita cultura e conhecimento aglutinados num cérebro apenas!
Foi excelente!
Após ele me masturbou até eu fazer vários squirts e ele engolir, depois alcancei-lhe a camisinha e ele comeu minha buceta em todas as posições. Gozei muito sentando nele e, após, de costas ele meteu no meu cu! 
Nunca tinha experimentado anal, gozei umas duas vezes e na terceira metida ele gozou! Segundo a camisinha (merecia uma foto!), gozou muito! Me senti honrada!
Bem, agora vou dormir, porque o dia de amanha promete muito mais do que o de hoje como toda véspera de viagem!
Durmam com os anjinhos!
Beijos de luz!

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