Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Quarta-feira e 3 horas de múltiplos orgasmos com um conterrâneo!

Boa tarde gente linda!
Hoje no início da tarde atendi a um novo cliente que me contratou para ficar 3 horas com ele.
Ele é do RS e há tempos queria me conhecer, falamos pela manha e no horário aprazado fui ao seu encontro.
Certa de 40 e poucos aninhos, aparência de 30, educado, divorciado, bem letrado e sucedido, culto, bonito e muito sexy.
Tão logo eu cheguei, me beijou, conversamos, pedi-lhe um copo de água, tomei e tornamos a nos beijar, desta vez com mais ardência! Ele achou o zíper da minha saia e abriu, tirou minha blusa e eu fiquei só com o conjunto de lingerie preto que vestia por baixo.
Então ele tirou a camisa e a calça e veio sobre mim, chupou-me por muito tempo fazendo-me gozar muito. Depois foi a minha vez de retribuir-lhe o prazer no sexo oral. De chupadas do pau inteiro até beijo grego, ele terminou gozando na minha boca e quase teve um duplo orgasmo ao ver-me engolir!
Após, seguimos conversando e eu terminei a água que havia começado a tomar. Em seguida nos beijamos intensamente, ele me chupou de novo, logo que consegui, alguns orgasmos depois que ele iniciou, alcancei-lhe a camisinha. Empurrei-o para trás e fiquei sobre ele... Ele pulsava de tesão quando o pau dele entrava fundo em mim e eu gozava a ponto de molhar-lhe as pernas e saco. 
Não demorou muito para ele gozar! Deixou escorrer um pouco da porra no pênis ao tirar a camisinha e eu lambi. Isso lhe excitou, mas pediu uma trégua e fomos, um opor vez, tomar uma ducha. Eu estava suada, apesar do ar condicionado do quarto.
Voltamos, tomamos um suco pronto que tinha no frigobar, ele fez uma massagem sexy nos meus pés, lambendo meus dedos, molhou um de seus dedos e começou a me masturbar com os dedos, usando um para massagear meu cuzinho... Gozei umas 3 vezes assim. Alcancei-lhe outra camisinha e fiquei de costas, como eu estava toda molhada por ter gozado ele meteu de cara no meu cuzinho. Puxou-me para trás e meteu comigo de quatro. Gozei demais, lavei seus lençóis e, depois, ele gozou novamente. 
Ficou nas nuvens o meu conterrâneo que em breve retorna aos pagos sulistas dando-me a certeza de que me procurará toda vez que vier à Brasília! Fiquei feliz.
Após, vim pra casa, pedalei cerca de uma hora, tomei banho e fui assistir a um filme. Recebi um telefonema de um paulista que me ligou ontem para quem sugeri a leitura do meu site, mas que pelo visto sequer localizou o preço e minha dica anti-pechincha. Acabou pechinchando! "Se eu pagar em dinheiro não dá pra melhorar o valor?", como se estivesse comprando um objeto. Disse que não aceito pechincha, que não poderia atendê-lo no horário desejado e bloqueei seu número. 
Tenho, literalmente, nojo da cara de quem pechincha meu preço. Prefiro não ganhar a olhar na cara de quem não tem a classe de resignar-se ao preço fornecido. 

Aliás, sobre isso o meu perfeccionismo conhecido pelos meus assíduos clientes:


Enfim, existem muitos homens lindos, educados e gostosos, mas também existem aqueles outros... que são os que me recuso a atender...Risos...
Vou tornar a assistir filmes agora!
Beijos de luz!

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