Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Segunda-feira com regresso de cliente gostoso e um café divertido!

Boa tarde gente linda!
Hoje no início da tarde um cliente que estava desaparecido há uns meses!
Segundo ele, está "falido", mas a saudade foi maior! (Que fofo!).
Ele se atrasou um pouco, por conta da chuva que caiu aqui na Asa Norte após o meio dia. E às 15h30min eu tinha um café marcado.
Ele chegou e viemos para o meu quarto, me masturbou comigo ainda elegantemente vestida (ele elogiou o vestido), me fez gozar e deu-me os dedos gozados na boca, lambi-os, beijei-o e cai de boca nele!
Colocamos a camisinha e eu subi sobre ele, gozei e logo ele disse que queria gozar na minha boca. Obviamente, permiti (adoooroooo!).
Ele tirou a camisinha e eu chupei-o! Rapidamente ele jorrou na minha boca.
Após conversamos um pouco, ele me apresentou a uns amigos num grupo de whatsapp formado por 4 homens, fez a TED pra mim em seguida e foi.
Eu tomei um banho rápido e fui para meu café num lugar bem charmoso e discreto que tem na CLN 310. Quero ir lá um dia à noite tomar um vinho. Cheguei, pedalei uma hora, tomei banho e agora vou comer uma omelete (proteína!!!) e assistir filmes.
Ah, neste final de semana assisti aos premiados inspirados em eventos reais de 2016: "Spotlight" (como boa herege eu torci por este filme!) e "A garota dinamarquesa" inspirado no diário de Lili Elbe (como o primeiro, trata-se de história verídica). 
Este último me fez lembrar muito minhas aulas de Biodireito. Lecionei no segundo semestre de 2015 para o décimo e oitavo semestre do curso de Direito da UNIC, onde trabalhei. Meus ex-alunos com certeza lembram-se das aulas ao assistir o filme que teve interpretação sensacional do protagonista!
Bem, vou para minha sessão "cinema" da segunda-feira! 
Beijos de luz!

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