Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Domingo; de sexo no banheiro do restaurante, masturbação na mesa e muitos orgasmos!

Boa noite gente fina, elegante, sincera e gostosa!
Fui jantar com um cliente e, após, tivemos uma noite estrondosamente quente de sexo!
Para mim foi ótimo, visto que ontem à noite encontrei um amigo que, além de machista enrustido, acha que pode muito. 
Enfim, cheguei ao hotel e fomos jantar, com mais 3 colegas super cultos dele. Ele apenas me masturbou, pois sabia que eu estava com um vestido longo, justo, e sem calcinha. 
Controlei minha cara de gozo frente aos estranhos, mas, não resisti. O restaurante estava fechando e ele veio atrás de mim no toalete enquanto os amigos faziam "nossa retaguarda". Comeu minha buceta e cu de quatro, eu tinha camisinha na carteira de mão.
Após, me ajoelhei e chupei ele até gozar na minha boca, engoli tudo e saímos realizados daquele toalete.
Subimos ao quarto e lá ele me chupou com calma, lambeu meu cuzinho que, por sua vez, estava ávido para sentir aquele pau grande e grosso em mim!
Ele meteu! Eu jorrei gozando. Quanto mais eu jorrava, mais ele metia!
Foi fabuloso!
Após dormimos e, em seguida, tive que vir embora, afinal o contrato era por 3 horas (incluindo o jantar). Deu vontade de quero mais...Mas, isso depende dele, não de mim!
Beijos de luz povo gostoso e que goza muuuuuiiiiito!

Um comentário:

  1. uau! conheci seu blog hoje, e confesso que adorei. parabens pela mulher culta q és e exuberante. um beijo
    ah, o elogio veio de uma mulher viu, gaúcha como tu.

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