Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Quarta de mais sucesso virtual, um encontro gostoso e mais um "cliente" dispensado!

Boa noite gente linda!
(Primeiramente: fora Temer!)...Risos... Eis que estou, há dois dias, dentre as mais lidas da Folha de São Paulo/UOL! E o Cunha? E o plagiador "ministro"? E a sabatina? E a parcialidade da "república de Curitiba"? E o triplex "do" Lula? E o Temer? (segundamente: fora Temer!).
Uau!
Vários contatos, alguns magníficos, outros nem tanto.
Atendi a um homem muito elegante, charmoso, bonito e inteligente hoje á tarde. Tímido, mas bom de pegada!
Comeu minha boceta, meu cuzinho, tirou a camisinha e gozou na minha boca!
Mais tarde apareceu um cidadão que parecia charmoso e na faixa dos quarenta e poucos anos na foto. Chegou aqui, lembrou-me meu avô!
Me beijou com selinhos, sem paixão. Eu não consegui sentir desejo por ele e acabei dispensando-o com toda a coragem e brio que Deus me deu. Ele pegou os R$ 600,00 que já havia colocado ao lado da cama e se foi.
Fiquei com dó, mas aliviada: eu nunca fiz e nem nunca farei sexo só pelo dinheiro. Nunca fingi orgasmo, nunca fingirei tesão! Ou tenho, ou não tenho.
Bem, agora vou descansar minha beleza, afinal, sexta-feira está chegando e "partiu Bahia linda"!
Beijos de luz!

4 comentários:

  1. Claudia, boa tarde!
    Sua entrevista foi uma das matérias mais lidas, foi assim que te conheci, pela sua coragem em se expor mesmo conhecendo a hipocrisia que rege as relações humanas.
    Parabéns por ser uma mulher culta, independente e que faz aquilo que a apraz sem se preocupar com a aceitação da sociedade.
    Paz, Luz e Felicidade.
    Quando for a BSB farei questão de conhecê-la.
    Bjs

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  2. Oi! sou fã da sexta arte e me arrisco em alguns textos. Ficarei a espera do seu livro. Certamente será um sucesso. Se você pudesse dar algumas pistas dele seria ótimo pra aumentar a curiosidade. Abraços, até mais...

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