Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sábado de um encontro de beijos frustrantes, sem sexo, porém remunerado: lições aprendidas.

Boa tarde gente linda!
Hoje tive um encontro que, apesar de não ter dado em nada (sim, em nada: sexo sexo, sem excitação, sem nada!) me ensinou muitas coisas que, acho convém compartilhá-las com meus leitores.
O cliente, um cara bem sucedido no trabalho dele, não tão bonito quanto na foto do whatsapp, porém educado cavalheiro e gentil estava praticamente gelado, introspetivo ao extremo!
Era meio dia, ele quis tomar uma cerveja para se soltar, mas, apesar disso o que mais me frustrou foi o beijo: o cidadão passava pela minha boca dando uns selinhos tenebrosos e broxantes. 
Parei e disse que não ia rolar, que ele não estava me deixando excitada. De repente começou com uns beijos fortes e meio estranhos, para tentar aproveitar o tempo faltante. Disse-lhe que eu perdi o tesão (na verdade nem cheguei a ter).
Gente! Se vocês não gostam de beijos intensos, se tem nojinho ou mimimi assim não me procurem! Não gastem R$ 600,00 porque eu NÃO VOU FAZER SEXO COM VOCÊS, mas vou cobrar, a culpa não é minha se vocês não sabem lidar com uma mulher empoderada.
Foi o caso do cidadão. Ele deixou o dinheiro, coloquei meu chambre e o levei até a porta. Com que ânimo eu vou fazer sexo oral em homem que não me beija, excita e empolga? Jamais! Não faço. Prefiro perder dinheiro a perder a dignidade.
Após, como eu estava cheirosa e de banho tomado, coloquei minha linda camisola e adormeci até agora há pouco. Em breve irei encontrar uns amigos num bar!
Não sabe beijar parça? Faz um curso! Tem nojinho de beijar cortesã? Pega as baratinhas que não beijam, mas chupam uns 8 paus por dia. 
Sinta-se à vontade!
Beijos de luz!

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