Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Sexta-feira que termina doce e lindamente!

Boa noite gente linda e iluminada!
Em que pese o dia tenha sido cheio de telefonemas com perguntas que seriam respondidas através de uma rápida leitura do meu anúncio e o uso de 1% de energia cerebral, resolvi atender apenas a um cliente hoje, agora à noite.
Cheguei a pouco do hotel em que ele está hospedado, ele acessou este blog ontem e gostou do que LEU e viu. Foi extremamente educado ao me contatar via whatsapp. Enfim, um lord!
Cheguei ao hotel e simpatizei com ele de imediato. Beijou-me doce e delicadamente, me disse que sou mais bonita pessoalmente e, depois, abriu meu vestido e me despiu. 
Deitei-me, ele me chupou, após tirou a roupa e eu o chupei. Ele me tocou, me masturbou e assim gozei nos dedos dele algumas vezes em sequencia. Várias vezes!
Pedi para ele colocar a camisinha e me comer! Ele colocou, fiquei sobre ele, gozei mais algumas vezes, depois ele me comeu de costas e de quatro! Gozei muitas vezes, mas o ar condicionado estava desligado, eu estava suada, pedi para ele ligar o ar e recomeçamos!
Fiquei sobre ele e recomeçamos! Gozei de novo e mais algumas vezes de costas, quando, então ele também gozou.
Fui tomar uma ducha, depois terminei a água que ele tinha me oferecido quando cheguei, conversamos sobre tatuagens e sobre o quão receoso ele estava para me contatar, tendo em vista que constatou minha seletividade. 
Fato é que ela gira em torno do mínimo de inteligência, cultura, educação e respeitabilidade. Com isso e bons beijos o meu prazer é garantido e, consequentemente, o do homem que tem minha companhia! Risos...
Bem, após uma noite agitadinha e um dia com tarefas literárias vou ler um pouco para descansar minha beleza! 
Bom final de semana!
Beijos de luz!

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