Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 7 de março de 2017

Tarde de sexo em hotel atrapalhada pelo racionamento hídrico!

Boa tarde gente linda!
Hoje minha doce labuta diária não foi tão doce, ou cheirosa, graças ao infeliz racionamento de água que atingiu, também, o plano piloto.
Fui contatada por um cliente que esta num hotel bem conhecido por mim, todavia eu havia acabado de pedalar e estava suada e desinformada: combinei com ele, mas quando abri meu chuveiro ... nada! Niente! Zero água!
Liguei para o cidadão na intenção de desmarcar o encontro e ele cavalheirescamente ofereceu o seu banheiro (do hotel) para eu tomar banho.
Limpei-me e arrumei-me como pude e fui até lá. 
Antes de qualquer selinho evoluir para um beijo mais quente, pedi licença e fui tomar banho! Sai renovada e apta a atendê-lo!
Ele estava de bermuda trabalhando em seu laptop, veio até mim, beijou-me deliciosamente, derrubou minha toalha e, comigo deitada, chupou-me até eu gozar! Após, eu o chupei! Logo ele acabou gozando, após me disse que vinha lendo meu diário e que estava desde o princípio segurando-se para não gozar!
Ficamos deitados, ambos nus, conversando sobre as políticas públicas tragicômicas do governo do DF e que as mesmas, lamentavelmente, não distam dos demais ("primeiramente, fora Temer"). Acabamos rindo das desgraças, como bons brasileiros que somos...
A seguir ele tornou a me chupar, me fez gozar, virou-me de costas, alcancei-lhe o preservativo e ele meteu na minha boceta, depois colocou-me de quatro e ficou à beira da cama, quando, enfim, gozou em seguida a mim.
Tomei um novo banho, ele pagou por uma hora e meia e vim para casa. Um cidadão ligou, mas tive que recusar o atendimento vez que apenas após às 19 horas o abastecimento de água retornará aqui na SQN 211.
Fazer o que!? Economizar o corpinho e tirar um cochilo é o que me resta!
Beijos de luz!


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