Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 21 de março de 2017

Uma deliciosa manha com duas horas de boa foda e anal intenso!

Boa tarde gente linda!
Então, hoje minha manha foi agitada!
Um cliente que estava de férias voltou pra cidade e ficamos juntos por duas horas. Boas tais quais foram as últimas que passamos juntos!
Ele é bonito, charmoso, bem dotado e bom de pegada. Beijou-me já na porta do apartamento e veio comigo até meu quarto abrindo meu vestido cujo zíper fica atrás. Tão logo eu fechei a porta ele me despiu, beijou minhas costas, colocou a mão dentro da minha calcinha, arredou-a e enquanto lambia meu cu, me masturbava.
Virou-me de frente, fez eu abrir as pernas e seguiu me masturbando e me chupando até eu fazer um squirt na boca dele. Satisfeito jogou-me na cama, despiu-se e seguiu me chupando, me chupando e me fazendo gozar até tremer.
Depois de um bom tempo eu disse: "Agora é minha vez!". Empurrei-o gentilmente para o lado e chupei-o. Quando passei com o pau dele pela minha garganta pela primeira vez ele disse que ia gozar. Segui e ele gozou na minha boca. Gozou muito!
Satisfeita, engoli tudinho e então começamos a conversar. Conversamos e rimos muito durante um bom tempo! Após, ele me beijou, voltou a me chupar e me fez gozar. 
Falei, então que queria que ele metesse no meu cu comigo de quatro. Virei pra ele, alcançando-lhe a camisinha e fiquei de quatro. Ele chupou meu rabo, me masturbou mais e meteu deliciosamente.
E eu gozava, derretia gozando enquanto ele socava o pau em mim do jeito que eu mandava. Até que, depois de um tempo, ele veio sobre mim comendo o meu cu e gozou em seguida, pois tinha visão dos meus seios e boca (disse-me, depois "que não resiste a eles").
Conversamos mais, tomamos uma ducha juntos e, decorridas as duas horas ele foi para o seu compromisso e eu segui com minhas leituras e sono.
Bem, agora vou tomar um banho, pois recém pedalei!
Beijos de luz!

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