Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Quinta-feira de um encontro fabulosamente divertido e "puro"!

Boa noite gente linda!
Eis que nesta quinta-feira tive um encontro diferente!
O cliente, um jovem homem bem sucedido e muito bonito, contratou-me para acompanhá-lo em um almoço.
Pagou-me duas horas antecipadamente via TED e, no horário marcado, fui até o elegante local. Ele deixou-me claro que não queria sexo, não neste encontro.
Elegante e perfumada, cheguei ao local pontualmente.
Pessoalmente, achei-o ainda mais bonito. E ele a mim. 
Conversamos muito, tomamos duas garrafas de um excelente vinho californiano e lá ficamos sem vermos o tempo passar. 
Ele me fez muitas perguntas sobre minha vida e, como quem me conhece sabe bem, não tenho nenhum receio em falar dela. Minha vida é um livro aberto, (quase literalmente). 
Com incontáveis gostos em comum, de rock clássico a bossa nova, cinema argentino, literatura e gosto por filosofia e psicanálise, além do vinho, sempre um bom entusiasta (...Risos...), as duas horas pareceram 2 minutos. 
Após, ele seguiu para o aeroporto, vez que passará o feriado fora e, de Uber, deixou-me em casa.
Mais tarde, após dormir por umas duas horas, fui ao Pão de Açúcar com minhas companheiras (mami e tia) comprar algumas coisinhas, além de vinho e bacalhau que farei amanha! (Publico foto, se ficar esteticamente atraente o prato!).
Beijos de luz!

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