Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Sexta-feira de orgasmos altos, múltiplos e intensos e pressão arterial em declínio!

Boa noite gente!
Estou aqui, meio de "arrasto" para lhes contar um pouco do meu dia, vez que minha pressão está super baixa!
Animei-me a pegar o notebook, porque, apesar da "hipotensão" minha sexta foi fabulosa.
Meu cliente-amigo que era de toda sexta e passou para toda quarta, hoje veio! Para minha/nossa alegria.
Chegou, conversamos, contei para ele uns percalços que tive com meus cabelos e que fiz uma conta no Twitter onde vi um universo de garotas de programa se expondo em demasia, deduzo que para o foco de clientes delas aquele meio é atraente. Porém, não tem nada a ver com meu estilo. 
Eu sou antinômica! Nem eu sei explicar-me! Tenho pudores sociais, não gosto de me mostrar, de me exibir, jamais faria aqueles vídeos ou malharia para ter aqueles corpos grandes, mas, entre quatro paredes com um homem eu perco totalmente o pudor! Melhor dizendo: não tenho nenhum.
E eu sempre fui assim, desde a minha primeira vez que se deu aos 19 anos quando eu já estava terminando o 4º semestre de Direito. Enfim, rimos muito e ele foi tomar uma ducha.
Voltou, beijou-me, acariciou-me, teve uma crise de riso quando tirei meu chambre (sem nada estar vestindo por baixo) e disse que estava tirando minha toga de Joaquim Barbosa (apelidado de Batman e "capa preta" quando ele era o jurista "bola da vez" na grande mídia. 
Após, voltamos ao sexo sem humor, ele me chupou, depois eu a ele com muito prazer e ânimo. Em seguida ele colocou a camisinha e veio sobre mim, gozei com ele comendo minha boceta e depois, sobre mim, meteu no meu cuzinho e via eu molhar-me muito gozando. Em seguida quis virar de costas.
Continuamos naquele avassalador anal e eu gozando intensamente, ficamos na beirada da cama, depois eu deitei e ele ficou sobre mim!
Após um tempo ele gozou e eu fui tomar uma ducha! Seguimos conversando bastante e depois de um tempo ele foi. 
Eu estava me sentindo meio zonza, logo minha mãe mediu minha pressão e estava muito baixa.

Comi palmitos e tomate bem salgado e fui deitar-me, acordei uma hora e pouco depois com uma ligação do meu pai, mas continuava mal.
Não me alimentei direito hoje e gozei muito!
Enfim, coisas da vida, agora vou ler e descansar.
Beijos de luz!

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