Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 15 de abril de 2017

Síntese do meu feriado "santo"!

Boa noite gente linda!
Eis que desde o "santificado" almoço de quinta-feira, encontro-me praticamente monástica: dedicada a leituras, escrita e cozinha. Sexo, zero!
Fiz uma releitura do bacalhau à portuguesa para o almoço de ontem. Acompanhado de um bom vinho!
Recebi alguns telefonemas e uns contatos estranhos!
Um eu bloqueei sem responder, pois o sujeito tinha um galináceo na foto do perfil do Whatsapp! 
Acima a abordagem esdrúxula, (pois no meu site existem várias fotos minhas, além das do anúncio do Belas 61) e abaixo um close da ave:

Outro não sabia conjugar verbo com sujeito, falou "meu amor" e repetiu "meu anjo" até me dar vontade de ser chamada de "demônio":

Enfim, foi melhor economizar o corpinho no feriadão!

Aliás, estou de camisola e óculos trabalhando na construção de um trabalho! Sim, em plena noite de sábado. (Ah, primeiramente #foraTemer).

Já que pela Reforma da Previdência terei que trabalhar até morrer para me aposentar, não custa nada ser previdente e dar vazão à novos-velhos-planos, não é mesmo!?

Eis-me assim:
Sem maquiagem, sem filtro, sem nada de adorno a exceção do meu colar Carpe Diem Jóias.

Bem, agora vou largar a escrita e apelar para a leitura para "chamar" o sono! Sono dos justos-que não gozaram no feriado, mas pelo menos pedalei diariamente para não perder o pique! 
Começarei a semana a mil!
Feliz Páscoa!
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário